Comentário da Lição - Gilson Nery - Lição 8

Lição 08. Primeiro trimestre. 14 a 21 / 02 / 009
Comentários de Gilson Nery
Esc. Sabatina.


A autoridade dos profetas

O Espírito Santo é a autoridade dos profetas, é Ele que precisa ser “visto” e crido como a Autoridade, o Vigário de Cristo e o Papa da igreja de Cristo, ninguém mais; “a autoridade” dos profetas, na realidade, não é deles, eles apenas representam esta autoridade, fora deste contexto, a autoridade dos profetas não existe; nenhum profeta verdadeiro se apresentará diante da igreja reivindicando autoridade fora deste mesmo contexto, este precisa sempre diminuir perante a igreja, e, o Espírito Santo precisa crescer sempre perante esta igreja e o mundo todo, e, esta igreja precisa zelar com muito fervor para que apenas Este Espírito cresça Soberano nesta igreja. João Batista, o profeta que batizou o Próprio Deus ( e neste aspecto, ele é o maior de todos os profetas ), pregou este posicionamento com as palavras: “É necessário que Ele cresça, e que eu diminua.” João 3:30. Foi a falta de zelo, neste aspecto, que desenvolveu, no seio da igreja dos primeiros séculos, o autoritarismo dos bispos e, particularmente, do bispo de Roma. Nenhum perigo haverá para a igreja, exagerar neste zelo em relação à autoridade da Pessoa do Espírito Santo, a autoridade de Jesus Cristo e, a autoridade do Pai Celestial, assim como a autoridade da Palavra de Deus escrita, ou seja, os escritos canônicos que se constituem a única e exclusiva regra de fé, norma de conduta e base de todas as doutrinas, e, é neste ponto que reside a grande diferença de autoridade ( se é que ela existe ), entre um profeta canônico e um profeta extra canônico; quando o Espírito inspirou os Seus profetas à escreverem no cânon bíblico, Ele o fez visando formar uma norma de conduta para o Seu povo, ao passo que quando Ele inspirou os Seus profetas não canônicos, Ele não visou este objetivo, assim é que, neste aspecto, um profeta, ou melhor, os escritos de um profeta extra-canônico, embora todos eles tenham sido elaborados pelo mesmo grau de inspiração do Espírito Santo, os canônicos tem a supremacia e autoridade máxima, portanto, a diferença consiste neste aspecto, a Palavra de Deus escrita e canonizada como norma exclusiva de fé e base de todas as doutrinas, e, os escritos não canônicos ( note, os escritos ), são simplesmente, esclarecedores desta norma; os profetas, sejam eles canônicos ou não, contemporâneos ou não, devem ser esvaziados sempre ( diminuínuidos )e, neste caso, a Palavra de Deus escrita e canonizada, crescer e crescer até encher e iluminar todos os recantos da igreja e envolver o mundo todo com a Sua glória, este é o grande objetivo dos escritos dados por inspiração do Espírito Santo agora nestes últimos dias à Sua igreja remanescente. Note o resumo deste posicionamento:
Autoridades:

Do Pai Celestial.
Do Filho de Deus, Jesus Cristo e Deus Filho.
Da Pessoa do Espírito Santo.
Da Palavra de Deus escrita canonizada.
Da Palavra de Deus escrita, não canonizada.
Dos profetas..............???

Verso para memorizar: Não devemos desprezar as profecias verdadeiras e nem os profetas verdadeiros, quer sejam profetas canônicos ou não canônicos, mas, aceitá-los cada um em seu devido e legítimo lugar, uma vez que as suas credenciais já tenha sido examinadas e aprovadas devidamente.

Parte de domingo. O profeta como porta voz de Deus.

Nota da perg. 01 – Note: é em cima deste raciocínio que se fundamenta a autoridade papal, isto é, literalmente se tornar Deus na terra. É preciso não esquecer que Deus estava usando uma linguagem figurada ao falar com Moisés e Arão; este texto não deve ser usado para definir a pretensa autoridade de um profeta porque se assim o fizermos, cairemos na cilada da autoridade papal que, como pretenso representante de Deus, embora não ser igual a Deus, possui, na terra, autoridade como Deus; imaginem a calamidade e a catástrofe de colocarmos, neste contexto ( Deus, Moisés e Arão ), a pessoa da nossa irmã White, profetiza da igreja remanescente! Em algum aspecto ela deveria se tornar Deusa em nosso meio?! Visto estarmos fazendo menção desta profetiza e mensageira do Senhor, nestas lições, deveríamos ser mais prudentes com certas colocações que podem se tornarem pretextos, com base neste contexto, para ridicularizarem a nossa teologia e as nossas crenças; já existe uma falsa concepção de que possuímos uma papisa em nosso meio, na pessoa da nossa irmã White, imaginem só, o achincalho de possuirmos uma deusa, mesmo que seja no mesmo contexto do caso Moisés e Arão! Repito que aquela linguagem usada por Deus, neste caso, era uma linguagem figurada e não literal e, que, ninguém jamais deveria usá-la para procurar definir a autoridade de um profeta.

Parte de segunda feira. A autoridade da Palavra Encarnada.

Perg. 02 – Esta Autoridade está fora de qualquer termo de comparação, fora de qualquer nível de seres criados, sejam eles quais forem, quer na terra quer no Céu, não deve existir nenhum termo de comparação.
Note o seguinte: Ao passar pelo processo da encarnação, nascimento, vivência na terra de muitas dores e tentações, morte e ressurreição, o Deus Unigênito Jesus Cristo, adquiriu uma experiência e poderes que não possuía antes em Sua pré-existência aqui na terra, por este motivo ele poderia dizer: “É Me dado todo o poder no Céu e na terra.” Na prática e mesmo como Deus, Ele não possuía estes poderes e esta autoridade em se tratando de um sentido forense e judicial, é, portanto, neste sentido e aspecto que Ele poderia receber poderes e autoridade, somente neste sentido.
Cristo tem vida em Si Mesmo ou a recebeu de Seu Pai? Como Filho do Homem, Cristo recebeu vida de Seu Pai Celestial, como Divindade, Ele sempre teve vida em Si Mesmo não derivada, não emprestada, como Tal Ele é a Vida tanto quanto Deus o Pai é a Vida, Ele possui vida inerente.

Parte de terça feira. A autoridade da Palavra escrita.

Perg. 03 – Cristo nos falou das várias espécies de terrenos onde é semeada a Palavra de Deus, mas não devemos nos esquecer de que a Palavra de Deus tem poder para transformar solo estéril em uma boa terra, a semente do Evangelho não foi feita apenas para a boa terra, mas, especialmente para a má terra; o que tem ocorrido sempre, é que, as espécies de terras ruins não cedem aos apelos do Semeador para transformá-las em boa terra.

Parte de quarta feira. A autoridade da Palavra falada.

Perg. 04 – O Espírito Santo ainda fala hoje aos corações através da Palavra escrita e, como antigamente, mesmo sem esta Palavra escrita, Ele é o Guia e Dirigente Infalível da igreja e, isso, mesmo que não existissem os profetas, é Ele que está por traz de todo sucesso na administração da igreja, Ele é o nosso Papa e Vigário de Cristo aqui na terra e, é por Sua inspiração que os profetas transmitiram suas mensagens administrativas à igreja, e, é pelo poder e guia Deste Espírito que a estrutura da igreja se mantém de pé até agora; e os profetas? Bem, os profetas foram apenas canais através dos quais estas mensagens administrativas vieram até a esta igreja.
Não devemos nos esquecer que naquele tempo, quando a maioria não sabia ler e os escritos sagrados não eram tão acessíveis como agora, as manifestações visíveis e sobre-naturais da Pessoa de Deus e Seus anjos, eram muito mais freqüentes, assim é que, Deus supria esta necessidade com a Sua Presença e manifestações visíveis e, em muitos casos, em voz audível falada diretamente por Ele Próprio ou através do ministério sacerdotal e, também, pelo ministério profético. Não é tão fácil distinguir as vantagens ou desvantagens entre aquele sistema e o sistema atual, porque Deus sempre supriu as deficiências humanas. O que estou tentando transmitir, é que, a presença e os atos de Deus é que devem crescer em nosso meio em primeiríssimo lugar e como fator primordial, os mensageiros, bem, os mensageiros são apenas mensageiros e, quando menos publicarmos os seus feitos, é melhor para a igreja e para o mundo.
Mais uma palavra sobre a pergunta 04: A Palavra falada assim como a Palavra escrita, tanto uma como a outra, são elementos divinos geradores de fé, a Bíblia diz que a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus ( Rom. 10:17 )e, em certa medida, esta fé é concedida a toda a humanidade (Educ.pág. 253:2 ), o que acontece com a maioria, é que não alimentam este dom da fé com a Palavra de Deus e, esta sementinha de “mostarda” semeada em seus corações, e assim sendo, esta não cresce e acaba desaparecendo das suas vidas, são os resultados desta negligência ( não o efeito da Palavra de Deus em si ) que obviamente, fazem surgir, na vida destas pessoas, o desânimo, a incredulidade e o desespero, porém, quando devidamente alimentada e cultivada e em contacto com a Palavra de Deus, ou diretamente pelo Espírito Santo, na ausência desta Palavra escrita, esta semente cresce e se torna uma grande árvore, produzindo o fruto e os frutos do Espírito Santo.

Parte de quinta feira. Autoridade dos profetas não canônicos.

Perg. 05 – Veja o meu comentário da lição 05 deste mesmo trimestre sobre este aspecto do Espírito de Profecia e seus escritos não canônicos através da história do povo de Deus.
Perg. 06 – Como já focalizado neste comentário, nenhum profeta, seja canônico ou não canônico, tinha autoridade própria, a sua autoridade era a autoridade de Deus, ele apenas canalizava esta autoridade.
Pág. 100 – Precisamos demonstrar tudo isto que consta nestas preciosas declarações, não somente em palavras, mas, também, na prática e, zelar para que o mundo não tenha uma impressão contraria a estas afirmações tão importantes.

Que a nossa vida seja monitorada pela autoridade do Pai Celestial, do Filho de Deus, do Espírito Santo e da Palavra escrita canonizada como a nossa única regra de fé, norma de conduta e base de todas as doutrinas. Amém.


Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.

Adventistas e o uso Jóias

Aqueles que acreditam na Bíblia como norma de fé e prática, estão dispostos a compreender como seus ensinamentos sobre o uso de jóias afetam a vida cristã de cada um. Reconhecemos que as pessoas são muito sensíveis no que diz respeito a regras sobre o que usar ou não usar, mas a questão neste caso é definida pela autoridade da Bíblia em nossas vidas. Os adventistas se dizem sempre dispostos a submeterem-se à vontade de Deus expressa nas escrituras, e por esta razão nos sentimos à vontade para explorar as implicações dos ensinos bíblicos sobre jóias para nós hoje. Interessante que este assunto não é tão complexo como muitos acreditam, uma vez que entendemos o ponto de vista bíblico sobre o assunto. Então, vamos explorar algumas das implicações.
A. ALGUMAS IMPLICAÇÕES
1. Posição Adventista sobre o uso de jóias e a Bíblia
A posição adventista concernente ao uso de jóias rejeita o uso das jóias ornamentais e aceita que existam jóias funcionais, e que o uso destas não necessariamente viola o padrão. Como visto acima, isto é o que a Bíblia declara com respeito ao uso de jóias. É verdade que para algumas pessoas é difícil aceitar o conceito de que as jóias hoje podem ter funções diferentes, mas elas, mesmo no mundo ocidental servem para várias utilidades. Jóias religiosas são comuns entre os integrantes do movimento Nova Era e também entre cristãos ( o crucifixo, entre os católicos); e o interesse no ocultismo tem trazido o uso de jóias para proteção. Em alguns países as jóias indicam a posição social de responsabilidade de reis, rainhas e chefes tribais. É claro que a jóia funcional mais conhecida é a aliança matrimonial, usada como símbolo de amor e comprometimento entre o casal. Entretanto, na maioria dos casos a função principal das jóias hoje, parece ser ornamental. É este aspecto ornamental que a igreja, de acordo com as escrituras, tem rejeitado e tido como inapropriado para os cristãos.
Jóias ornamentais usualmente, mas não exclusivamente, se encontram na forma de brincos, anéis, anéis de nariz, pulseiras, colares e pulseiras de tornozelo, e são usadas para sofisticar a aparência do indivíduo. De uma certa maneira esta é a definição implícita de jóias ornamentais que encontramos no “Action on Display and Adornment” feita durante o Concílio Anual da Conferência Geral em 1972. Diz: “Adereços pessoais, colares, brincos, pulseiras e anéis ornamentais não devem se usados.”1
2. USO RESTRITO DE JÓIAS FUNCIONAIS
Sem dúvida esta é a área que tende a criar confusão nas mentes de alguns adventistas que preferem ter todos os tipos de jóias como sendo do mau, ou entre aqueles que preferem rejeitar o padrão, mas preservar o princípio por trás dele. Permitindo o uso limitado de jóias funcionais, a igreja está seguindo a posição bíblica. A questão com a qual se depara consiste em definir o que é jóia funcional, e a partir de que ponto esta passa a ser ornamental.
Partindo-se do princípio de que a maioria das sociedades tem um entendimento cultural do que vem a ser jóia funcional, não será difícil identifica-las. O que cada um precisa perguntar é: Qual é o objetivo desta peça em minha cultura? Se não se conseguir descobrir o objetivo, este é provavelmente ornamental. No mundo ocidental as jóias funcionais são fáceis de se identificar, porque suas funções são intrínsecas a suas possibilidades de marketing e satisfazem a necessidades específicas na vida do indivíduo. Por exemplo, o relógio foi feito com o objetivo expresso de nos informar as horas; uma aliança de casamento já é vendida como aliança de casamento; e abotoaduras são manufaturadas para unir os punhos da camisa. O broche pode ser um ornamento funcional se for usado para manter unidas duas ou mais peças de roupa.
Obviamente, uma jóia funcional pode ser feita de maneira que sua função ornamental sobrepuje qualquer outro objetivo.Neste caso ela deve ser considerada inapropriada para um cristão. Sobre que base isto deve ser decidido? A solução que o texto bíblico sugere é o uso de princípios bíblicos para determinar o que é e o que não é apropriado como adereços pessoais. Provavelmente poderiam ser identificados vários princípios, mas a igreja aponta os três mais importantes: simplicidade, modéstia e economia. Jóias funcionais devem ser avaliadas com base nestes três princípios.
“Simplicidade”, apesar de não ser um termo muito comum na Bíblia, é considerada uma importante virtude cristã. No novo testamento o termo grego haplotes parece ser o mais importante usado para expressar conceitos de simplicidade, singeleza e sinceridade. 2 A utilização deste termo na tradução grega do velho testamento e no novo testamento indica que simplicidade consiste em compromisso indivisível a um único objetivo, o serviço de Deus. É caracterizado pela ausência de comportamento ambíguo ou duplo (2 cor 11:3; Mat 6:22). Na verdade “Ao contrário de pessoas duplas, aqueles que dividem o coração, aqueles que são simples, não tem outra preocupação que não seja fazer a vontade de Deus e observar Seus preceitos; sua existência é uma expressão de compaixão e retidão”. 3
A simplicidade, sendo um total dar-se a si mesmo ao Senhor e à Sua vontade, está expressa na maneira como agimos e como nos adornamos. Jóias funcionais devem revelar que o centro de nossas vidas está na nossa aliança com o Senhor e não em nossa própria ostentação. Um coração não dividido mostrará sua total lealdade ao Salvador através de um estilo de vida dedicado ao Seu serviço e ao próximo. O princípio da simplicidade na escolha de jóias funcionais, então, significa que estas peças devem testificar que vivemos uma vida irrepreensível e despretensiosa, exclusivamente orientada para nosso Salvador e Senhor. Isto é sem dúvida a singeleza de um coração simples. 4
A palavra “modéstia” é usada por Paulo em sua discussão a respeito de adereços próprios aos cristãos (1Tim 2:9), e significa o respeito próprio determinado por uma vida que agrada ao Senhor. Conseqüentemente leva a evitar excessos ou extremos e reconhece e aceita os limites do que é propício. O que é propício não é simplesmente o que a sociedade estabeleceu, mas basicamente o que foi especificado nas instruções dadas pelos apóstolos para a comunidade dos crentes.Quando as instruções dadas aos cristãos coincidem com os valores da sociedade, a igreja é beneficiada, pois seus valores não entrarão em conflito com os valores dos não crentes. Em resumo, jóias funcionais modestas evitam chamar a atenção para o eu, e são leais aos parâmetros cristãos do que é propício.
O termo “economia” é difícil de ser definido, porque é diferente para cada pessoa. O que custa barato pode, em longo prazo se tornar caro e o que custa caro pode ser mais econômico. Nos textos bíblicos referentes a jóias, o princípio da economia não é enfatizado. Entretanto, a Bíblia nos orienta diligentemente sobre a mordomia concernente a nossos recursos financeiros e sobre como temos que dar conta deles a Deus. 5 No caso de jóias funcionais “economia “provavelmente significa que a partir do momento em que jóias caras geralmente tendem a ser para ostentação, temos que evitar compra-las, e que investir grandes somas de dinheiro no que é, sob ponto de vista bíblico, de pequeno valor para a vida cristã, viola nossa responsabilidade de mordomos do Senhor.
3. SÍMBOLO DE STATUS SOCIAL
Usar jóias como símbolo de status social e poder é em poucos casos tolerado na Bíblia, e em outros casos, reprovado. Este fenômeno deve nos alertar a sermos cuidadosos ao lidarmos com esta função particular das jóias na igreja. Aqui nos deparamos com uma situação na qual a prática cultural ao redor do mundo tem grande influência no que for decidido pela igreja. Por exemplo, oficiais militares usualmente expõem insígnias e medalhas que identificam suas patentes e atos de bravura. Esta é uma prática cultural bem aceita e a igreja pode considerar este tipo de jóia como funcional. Outro exemplo: o anel de formatura parece apenas servir para mostrar nossa superioridade sobre outros que, por inúmeras razões, não alcançaram o mesmo que nós, academicamente. É esta uma jóia funcional propícia? Provavelmente não. Mas talvez, o princípio que nos governa seja que qualquer atitude, símbolo ou ação que introduza distinções sociais desnecessárias entre os cristãos deve ser avaliada cuidadosamente e sempre que possível deposta aos pés da cruz de Cristo, onde há igualdade de pecados e de graça. A ênfase deve ser colocada no que une e não no que separa.
4. PRINCÍPIOS VERSUS PADRÕES
Os padrões a respeito das jóias (rejeição de jóias ornamentais; uso restrito de jóias funcionais) e os princípios que as regulam (simplicidade, modéstia e economia), tem relevância permanente no tempo e na cultura. Estes princípios podem e devem ser usados para determinar o que é apropriado com respeito ao uso de jóias funcionais. Neste caso particular, a igreja não deve fazer listas do que é ou não apropriado, mas deve guiar e permitir aos seus membros, sob a direção do Espírito Santo, a aplicar os princípios bíblicos a cada diferente cultura. Temos que reconhecer que há determinadas áreas na vida cristã em que o indivíduo deve decidir o que fazer, particularmente com seu Deus. Isto é na verdade um sinal de maturidade espiritual. É possível e até provável que muitos usarão erroneamente esta liberdade, mas isto não é desculpa para negar a liberdade dada a nós pela própria Bíblia.
B. PERIGOS ASSOCIADOS AOS PADRÕES SOBRE JÓIAS
Qualquer padrão pode ser mal interpretado ou mal aplicado, perdendo seu objetivo de contribuir para o bem estar do cristão. O padrão bíblico sobre jóias não é exceção. Exploraremos agora alguns perigos que encontraremos ao enfatizarmos a aceitação do padrão cristão a respeito das jóias, e daremos algumas sugestões a respeito de como lidar com eles em nossas vidas.
1. PECADO E O USO DE JÓIAS
Não há dúvidas de que de acordo com a Bíblia pecado é muito mais do que uma ação que vem a prejudicar o próprio indivíduo ou a outros. Pecado é a condição sob a qual existimos; ele corrompeu nossa natureza a tal ponto que o que quer que façamos precisa ser mediado através de Cristo para ser aceito por Deus. Nenhuma de nossas ações seja “boa” ou “má” está livre da mancha do pecado. Podemos dizer que o pecado precede as ações pecaminosas. Este estado pecaminoso em que existimos não será erradicado até aquela gloriosa manifestação de segunda vinda de Jesus.
Enquanto isso, o Espírito de Deus trabalha em nossos corações, não permitindo que nossa natureza de pecado tome as rédeas de nosso ser e nos leve a um comportamento pecaminoso. O domínio do pecado sobre nós é intensificado e fortificado através de nossos atos pecaminosos. Não seria banalizar o pecado defini-lo como atos cometidos contra a vontade de Deus que nos prejudicam e, em muitos casos, a outros. Pecado é matar alguém, roubar e trabalhar durante as horas do sábado, porque nestes atos pecaminosos está implícito o domínio que o pecado tem sobre nós. Superar estes atos de pecado significa vencer o pecado como ação e também como estado. Esta é a vitória que o Senhor deseja para nós.
O fato de que o padrão a respeito das jóias envolve atitudes exteriores não banaliza o pecado6, ao contrário, nos informa como o Espírito pode limitar o poder, domínio e incrustação do pecado em nossas vidas. Pode se dizer que a obediência específica aos mandamentos de Deus é proclamar a soberania Dele em nossas vidas. Isto obviamente não significa que nossa natureza está para sempre livre do pecado; mas sim que estamos aguardando com alegria o dia em que isso acontecerá.
2. LEGALISMO E JÓIAS
O perigo mais ameaçador que os que valorizam a obediência à lei de Deus e aos ensinamentos bíblicos têm que enfrentar é o legalismo. Este distorce a obediência criando uma religião monstruosa que destrói a essência da mensagem cristã de salvação exclusivamente em Cristo, e neste processo cultiva o orgulho no indivíduo. Esta ameaça é encontrada não só pelos que aceitam o padrão bíblico sobre as jóias, mas também por qualquer um que procura obedecer ao Senhor. No caso das jóias, uma remoção legalista das jóias ornamentais e o uso das jóias funcionais simples, modestas e econômicas, destroem os intentos do padrão, porque ao invés da humildade e do negar-se a si mesmo, vem o egoísmo e o orgulho.
O legalismo vem sempre acompanhado da crítica. No caso do uso das jóias, aqueles que aceitam o padrão bíblico, podem ser tentados a se sentirem superiores àqueles que ainda têm dúvidas a respeito. Obviamente, isto também se aplica à observância do sábado, devolução dos dízimos ou trabalho missionário. Então, não se trata simplesmente de jóias, mas da fraqueza do coração humano, que às vezes transforma o que seria obediência a Deus em orgulho e exaltação própria. É necessário estar ciente do fato de que a obediência genuína é uma humilde expressão de gratidão ao nosso Salvador e Senhor pelo que fez por nós na cruz. Nossa obediência é uma oferta de amor a Deus e Ele não espera que comparemos o que ofertamos a Ele com o que outros estão ofertando.Quando tentamos ajudar a outros na vida cristã, temos que mostrar amor e não condenação e rejeição.
3. PRINCÍPIOS, JÓIAS, CASAS, CARROS?
Não há dúvida de que os princípios de simplicidade, modéstia e economia se estendem além da esfera de adereços e vestimenta pessoal. Devemos procurar aplica-los na maior abrangência possível em toda a dimensão da nossa caminhada com Deus. Talvez, por vezes a igreja tenha, não intencionalmente, tido a tendência de aplica-los somente na área de adereços e vestimenta. Se este for o caso, o apelo à igreja é para que expanda a aplicação desses princípios para vários outros aspectos da vida cristã. Nesta tarefa, ela deve ter muito cuidado para não criar novos padrões que irão colocar fardos nos ombros de seus membros.
Ninguém pode esperar que a igreja decida por seus membros qual é o carro modesto e econômico, a casa modesta ou o relógio simples. Nesta área a igreja deverá apenas ensinar os princípios cristãos e confiar que seus membros os usarão sabiamente ao tomarem suas decisões diárias. A pergunta óbvia é: Por que então não podemos fazer o mesmo em se tratando de jóias ornamentais? A resposta é simples: A Bíblia nos mostra um padrão específico a este respeito, conseqüentemente, a igreja tem que ensina-lo. Nas áreas em que a Bíblia esclarece o assunto, não podemos ignorar sua sabedoria, mas sim aproveita-la. No que concerne a outras áreas, devemos deixar que o Espírito Santo trabalhe nos corações daqueles que dizem viver uma vida que agrada a Deus.
4. GÊNERO E O USO DE JÓIAS
Tem havido uma tendência na igreja de ligar o assunto do uso de jóias exclusivamente aos membros do sexo feminino. Isto é até certo ponto compreensível, se levarmos em consideração o fato de que até recentemente a maioria das jóias ornamentais no mundo ocidental eram usadas principalmente por mulheres, e que algumas das passagens bíblicas foram direcionadas especificamente para elas. Mas está claro que o caso das jóias nos tempos bíblicos concerne a ambos os gêneros e que hoje as jóias tem sido usadas tanto por homens quanto por mulheres. Então não devemos lidar com este tópico como se fosse um problema feminino, mas encara-lo como realmente é, um impasse humano.
C. CONCLUSÃO
O assunto sobre as jóias não deve desviar nossa atenção das boas novas de salvação através da fé em Jesus. É no contexto do evangelho que devemos ensinar os padrões bíblicos sobre as jóias; de outra forma cairemos na armadilha do legalismo ou da crítica. Nestes ensinamentos devemos mostrar claramente que jóias ornamentais devem ser rejeitadas, mas as funcionais não. Às vezes pode se tornar difícil fazer a distinção entre os 2 tipos, mas geralmente não é o caso.
As jóias funcionais podem ser facilmente identificadas na maioria das culturas, então devemos permitir que a prática cultural nos informe. Em outras palavras, jóias funcionais não são definidas por desejos pessoais, mas por crenças e práticas culturais respeitáveis. A igreja precisa reconhecer, por exemplo, que em algumas culturas o colar é usado para indicar que a mulher que o está usando é casada; enquanto em outras culturas ele é um simples adorno. Na primeira situação, o colar é aceitável, mas na segunda deve ser rejeitado. Na escolha das jóias funcionais os cristãos devem seguir os princípios bíblicos de simplicidade, modéstia e economia.
Este apanhado sobre a questão das jóias está baseado no fato de que a Bíblia combina um padrão específico (rejeição de jóias ornamentais e uso restrito de jóias funcionais) com uma série de princípios a serem utilizados na escolha das jóias funcionais. Para que a igreja permaneça fiel às escrituras é necessário que ambos sejam ensinados.

Hinos em MP3

Vigiai Cristãos Quando Deus fizer Chamada
O Rei Vem Vindo
Nenhum Vale Escuro
O Rei Vindouro
Triunfante Vem Jesus
Quando o Rei Vier
Cristo Volta Brevemente
Breve Jesus Voltará
Guarda, Vê Se Muito Falta
Cristo Não Tarda a Voltar
Anunciai Pelas Montanhas
A Manhã de Luz
Jesus à Terra Voltará
Ó Vem Emanuel
O Dia do Senhor
Bela Manhã
Será de Manhã?
O Romper da Alva
Jesus Voltará
Maranata
Nós o Veremos
Cristo Vem
Não Desistir
Cristo Virá Outra Vez
Vencendo Vem Jesus
Já Se Vêem os Sinais

O Templo de Salomão

O Rei Davi, da tribo de Judá, desejava construir uma casa para YHWH, onde a Arca da Aliança ficasse definitivamente guardada, ao invés de permanecer na tenda provisória ou tabernáculo, existente desde os dias de Moisés. Este desejo foi-lhe negado por Deus em virtude de ter derramado muito sangue em guerras. No entanto, isso seria permitido ao seu filho Salomão, cujo nome significa “paz”. Isto enfatizava a vontade divina de que a Casa de Deus fosse edificada em paz, por um homem de paz. (2Sm 7:1-16; 1Re 5:3-5; 8:17; 1Cr 17:1-14; 22:6-10).
Ele juntou 100.000 talentos de ouro, 1.000.000 de talentos de prata, e cobre e ferro em grande quantidade, além de contribuir com 3.000 talentos de ouro e 7.000 talentos de prata, da sua fortuna pessoal. Recebeu também como contribuições dos príncipes, ouro no valor de 5.000 talentos, 10.000 daricos e prata no valor de 10.000 talentos, bem como muito ferro e cobre. (1Cr 22:14; 29:3-7) Salomão não chegou a gastar a totalidade desta quantia na construção do templo, depositanto o excedente no tesouro do templo (1Re 7:51; 2Cr 5:1).
O Rei Salomão começou a construir o templo no quarto ano de seu reinado seguindo o plano arquitetônico transmitido por Davi, seu pai (1Re 6:1; 1Cr 28:11-19). O trabalho prosseguiu por sete anos. (1Re 6:37, 38) Em troca de trigo, cevada, azeite e vinho, Hiram ou Hirão, o rei de Tiro, forneceu madeira do Líbano e operários especializados em madeira e em pedra. Ao organizar o trabalho, Salomão convocou 30.000 homens de Israel, enviando-os ao Líbano em equipes de 10.000 a cada mês. Convocou 70.000 dentre os habitantes do país que não eram israelitas, para trabalharem como carregadores, e 80.000 como cortadores (1Re 5:15; 9:20, 21; 2Cr 2:2). Como responsáveis pelo serviço, Salomão nomeou 550 homens e, ao que parece, 3.300 como ajudantes. (1Re 5:16; 9:22, 23).
O templo tinha uma planta muito similar à tenda ou tabernáculo que anteriormente servia de centro da adoração ao Deus de Israel. A diferença residia nas dimensões internas do Santo e do Santo dos Santos ou Santíssimo, sendo maiores do que as do tabernáculo. O Santo tinha 40 côvados (17,8 m) de comprimento, 20 côvados (8,9 m) de largura e 30 côvados (13,4 m) de altura. (1Rs 6:2) O Santo dos Santos, ou Santíssimo, era um cubo de 20 côvados de lado. (1Re 6:20; 2Cr 3:8).
Os materiais aplicados foram essencialmente a pedra e a madeira. Os pisos foram revestidos a madeira de junípero (ou de cipreste segundo algumas traduções da Bíblia) e as paredes interiores eram de cedro entalhado com gravuras de querubins, palmeiras e flores. As paredes e o teto eram inteiramente revestidos de ouro. (1Re 6:15, 18, 21, 22, 29).
Após a construção do magnífico templo, a Arca da Aliança foi depositada no Santo dos Santos, a sala mais reservada do edifício. Foi pilhado várias vezes. Seria totalmente destruído por Nabucodonosor II da Babilónia, em 586 a.C., após dois anos de cerco a Jerusalém. O templo de Salomão durou 4 séculos. Os seus tesouros foram levados para a Babilónia e tinha assim início o período que se pode chamar de Babilônia na história judaica.
Décadas mais tarde, em 516 a.C., após o regresso de mais de 40.000 judeus foi iniciada a construção no mesmo local do Segundo Templo, o qual foi destruído no ano 70 d.C., pelos romanos, no seguimento da Grande Revolta Judaica.
Alguns afirmam que o atual Muro das Lamentações era parte da estrutura do templo de Salomão.
Salomão duplicou quase todas as medidas do Santuário provisório de Moisés.
Observe agora o templo de Salomão segundo o Antigo Testamento e a arte da época:


A construção do templo foi o grande sonho de Davi, que não pode de fato realizá-lo por haver estado sempre em guerra. Davi foi um guerreiro, nunca totalmente paz em seu reinado.
Fazendo uma aplicação espiritual de tudo que aconteceu com a construção do templo e o privilégio que tinha o povo em ter um belo e novo lugar de adoração, podemos dizer que: O templo não foi suficiente, mas porque? Bem, construir o templo tão esperado para um povo sedento foi maravilhoso, desde os anos de peregrinação no deserto os líderes do povo haviam desejado uma casa com presença permanente em seu meio. Acontece que construir um templo não era a coisa mais importante para Deus, Ele queria companheirismo (caminhar em seus estatutos), obediência (aceitar os seus decretos), justiça (guardar seus mandamentos).
Para Deus é importante que haja lugares onde rendam louvor a Ele, mas muito mais importante será se nossas vidas refletirem uma relação com ele em companheirismo, obediência e justiça.
Quando Salomão terminou o templo, pediu as bençãos de Deus com uma oração de dedicação (8:22-53). Em sua oração se encontram sete circunstâncias específicas quando o povo de Deus havia necessitado a ação misericordiosa dEle. Ao povo de Deus hoje se necessita da ajuda do Eterno quando há pecado que resulta em injustiça (v. 31-32), quando o povo se sente derrotado pelo inimigo (v. 33-34), quando o céu está fechado e não recebemos as bênçãos de Deus (v. 35-36), quando ocorre um desastre (v. 37-40), quando alguém que não é do povo de Deus se chega a seu templo (v. 41-43), quando o povo se prepara para a batalha (v. 44-45) e quando a desobediência aliena o povo de Deus (v. 46-51).
O grande rei Salomão se humilhou ao Eterno para pedir o perdão, o cuidado e as bençãos. Igualmente receberemos bençãos se nos humilharmos e o reconhecermos como o Senhor.
Após os sete anos de construção deste templo, depois de sua dedicação e comemoração com festa que durou 14 dias, as pessoas regressaram aos seus lugares alegres com as mesmas razões que nós sentimos quando terminamos um projeto em nossa igreja: o trabalho havia terminado, porque foi boa a obra e por ter sido uma benção.
Cada vez que terminamos um projeto para o Senhor, seja uma construção, alcance evangelístico ou outra coisa qualquer, devemos festejar as bençãos recebidas em todo o processo. Não o façamos sempre com festas, mas sim com coração regozijante com toda bondade que o Eterno nos tem dado.



Fonte: http://www.osantuario.com.br/

O que a Bíblia diz sobre a homossexualidade?

Que diz a Bíblia sobre a homossexualidade? A Bíblia diz em Romanos 1:26-27 “Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro.”
É a homossexualidade um pecado? A Bíblia diz em Levítico 18:22 “Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação.”
Pode uma pessoa que pratica a homossexualidade ir para o céu? A Bíblia diz em 1 Coríntios 6:9 “Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas.”
Como todos os pecadores, aqueles que praticam a homossexualidade devem se arrepender. A Bíblia diz em 1 Timóteo 1:10-11 “Para os devassos, os sodomitas, os roubadores de homens, os mentirosos, os perjuros, e para tudo que for contrário à sã doutrina, segundo o evangelho da glória do Deus bendito, que me foi confiado.”
Devemos abandonar qualquer acção de pecado e necessitamos o perdão de Deus. A Bíblia diz em 1 Coríntios 6:11 “E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.”
Há esperança para aquele que pratica a homossexualidade. A Bíblia diz em 1 Coríntios 10:13 “Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar.”
Se você está praticando a homossexualidade, que deve fazer?
Primeiro, reconhecer o seu pecado. A Bíblia diz em Salmos 51:2-4 “Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.”
Segundo, pedir que o seu pecado seja perdoado. Deus diz que pode começar uma vida nova. A Bíblia diz em Salmos 51:7-12 “Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.”
Terceiro, acreditar que Deus lhe perdoou deveras e parar de se sentir culpado. A Bíblia diz em Salmos 32:1-6 “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo. Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante o dia todo. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado. Pelo que todo aquele é piedoso ore a ti, a tempo de te poder achar; no trasbordar de muitas águas, estas e ele não chegarão.”



Fonte: www.Bibliaonline.net

Onde Vai o Senhor Encontrá-lo?

Então os homens se meterão nas cavernas das rochas, e nos buracos da terra, ante o terror do Senhor... quando Ele Se levantar para espantar a Terra. Isa. 2:19.
Passei meu ano de calouro do segundo grau em um pequeno internato cristão nas colinas ocidentais do Estado da Carolina do Norte. Um colega me contou certo dia que na montanha atrás da escola havia uma caverna, onde um desertor do exército confederado se escondera durante a Guerra Civil. Meu amigo deu-me as indicações para encontrar o local; um dia subi sozinho e realmente encontrei a caverna.Imaginei que fosse uma caverna ampla, clara, confortável, com abundante suprimento de água. Não era. Tinha pouca altura; mal dava para se ficar em pé lá dentro, e era desoladoramente escura. Mas havia evidências de habitação humana. Como, perguntei-me perplexo, conseguiu aquele troglodita sobreviver em condições tão primitivas? Mais tarde fiquei sabendo que havia uma fonte natural não muito distante da caverna; à noite, o homem percorria sorrateiramente as fazendas das redondezas para procurar alimento e outras coisas necessárias.Além desse soldado sem nome, houve outros que desertaram durante a Guerra Civil. Dois homens se esconderam num vale da mesma região - e não ficaram sabendo que a guerra tinha acabado senão uns dois anos depois de haverem cessado as hostilidades.A Bíblia diz que, quando Cristo vier a segunda vez, haverá duas classes de pessoas: aquelas que se esconderão nas covas e cavernas da terra por estarem despreparadas para encontrá-Lo, e aquelas que olharão para cima e dirão com alegria: "Eis que Este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos: na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos." Isa. 25:9.A maneira como vivemos hoje determinará em que grupo nos encontraremos amanhã. Poderemos estar entre os que se esconderão "nas cavernas e nos penhascos" e clamarão "aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face dAquele que Se assenta no trono, e da ira do Cordeiro". Apoc. 6:15 e 16, ou poderemos estar entre os que encontrarão o Senhor em paz. A escolha é nossa.

Como Ladrão a Noite

Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o dia do Senhor vem como ladrão de noite. I Tes. 5:1 e 2.
Já aconteceu de um ladrão ter entrado em sua casa enquanto você dormia, levando o que você tinha de valor? Se já aconteceu, você pode entender a sensação de ser tomado de surpresa.Quando eu era criança, meus pais moraram num lugar chamado Engenho de Dentro, um subúrbio do Rio de Janeiro. Meu irmão nasceu lá. Todas as noites, papai colocava um copo d'água sobre uma cadeira num canto do meu quarto, para que eu pudesse beber se ficasse com sede durante a noite. Certa noite, papai e mamãe acordaram ao ouvir o ruído de uma colher naquele copo. Papai estava a ponto de levantar-se e investigar, quando mamãe disse que talvez fosse "apenas um rato", e assim ambos foram dormir outra vez.Na manhã seguinte, quando papai foi vestir as calças, descobriu que seu relógio de ouro e a carteira com o salário de um mês em notas de dinheiro haviam sido furtados! Uma investigação posterior revelou que várias outras coisas também haviam sido levadas - algumas delas insubstituíveis. Você pode imaginar a contrariedade deles.Essas experiências desagradáveis podem ajudar-nos a compreender melhor o amargo desapontamento dos pecadores impenitentes quando o Dia do Senhor os apanhar despreparados. Essas experiências também nos podem motivar a preparar-nos para aquele dia.Geralmente pensamos que as palavras de Paulo se aplicam ao espanto daqueles que serão apanhados de surpresa pela Segunda Vinda. No entanto, elas parecem descrever mais apropriadamente aqueles que aguardam a Segunda Vinda, mas estarão despreparados quando se encerrar a porta da graça.Atente para estas palavras: "Silenciosamente, despercebida como o ladrão à meia-noite, virá a hora decisiva que determina o destino de cada homem, sendo retraída para sempre a oferta de misericórdia ao homem culpado." - O Grande Conflito, pág. 494.Nenhum cristão precisa ser apanhado desprevenido por esse evento. Como diz o texto para nossa meditação: "Vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse dia como ladrão vos apanhe de surpresa." I Tes. 5:4. Nós somos os "filhos da luz", e continuaremos a ser filhos da luz enquanto permanecermos perto da Luz do mundo.Dia de PreparaçãoPrepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus. Amós 4:12.
Na Bíblia, o milênio (aquele período de mil anos que se interporá entre a segunda e a terceira vinda de Cristo), é também chamado de "o dia do Senhor", o "dia" no qual Deus intervirá diretamente nos negócios humanos (ver Sof. 2:1 e 2; I Tes. 5:2-4). Os remidos de Deus passarão aquele "dia" no Céu, em companheirismo com Ele, com os anjos e com os seres não-caídos de outros mundos. Satanás e seus anjos maus estarão presos na Terra, e o planeta descansará num sábado de mil anos."O grande conflito entre Cristo e Satanás, em andamento por quase seis mil anos, está para terminar em breve" (Signs of the Times, 8-5-1884). E quando terminar, começa o dia do Senhor. Assim, no momento, estamos em certo sentido vivendo no "dia da preparação", esperando o "sábado" milenar quando nos encontraremos com Deus face a face.Numa sexta-feira à tarde, não faz muito tempo, depois de terminar meus afazeres e me preparar para receber o sábado, sentei-me numa cadeira de jardim no alpendre de trás da casa para apreciar o crepúsculo. Ao olhar para o sol poente, veio-me repentinamente o pensamento de que não só era o entardecer de uma sexta-feira da semana literal, mas também o entardecer da sexta-feira na história do mundo. Ao se unirem os dois conceitos em minha mente, pensei: "Com certeza é alto tempo de nos prepararmos para o encontro com nosso Senhor em paz."Você teve oportunidade de ver, em nossas publicações mais antigas, a gravura que mostra um menino da área rural, carregando um balde de leite, esforçando-se para chegar a casa antes de o sol mergulhar no horizonte? Se bem me lembro, a legenda da ilustração era: "Correndo para preparar-se para o sábado."Os tempos mudaram. Grande parte da ordenha nos dias de hoje é feita por máquinas, de modo que não serão muitos os que experimentarão esse tipo de falta de preparo para receber as horas sabáticas. Pode haver, entretanto, outras causas para estarmos despreparados na hora do pôr-do-sol da sexta-feira.Em vista do fato de estarmos vivendo o ocaso da história do mundo, não deveríamos preparar-nos para o encontro com Deus em Seu dia especial, quando ele chegar na tardezinha de sexta-feira? (Ver Heb. 10:25.)
Esteja PreparadoSe o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do homem virá. S. Mat. 24:43 e 44.
Em março de 1914, a Expedição Imperial Britânica para a Antártica saiu da Inglaterra sob a liderança de Ernest Shackelton, com a intenção de cruzar o continente gelado a partir de uma base no Mar de Weddell, rumo a McMurdo Sound, via Pólo Sul. Acontece que o seu navio, o Endurance, ficou preso entre placas de gelo. Depois de ficar à deriva entre banquisas por cinco meses, conseguiram escapar para a Ilha do Elefante, no arquipélago Shetland do Sul. De lá, Shackelton e cinco homens navegaram 1.300 quilômetros num barco baleeiro até à ilha Georgia do Sul, onde obtiveram ajuda.Três vezes Shackelton partiu para resgatar seus homens encalhados, e toda vez era impedido pelo mar congelado. Em sua quarta tentativa, entretanto, ele encontrou um estreito canal entre as placas de gelo e por fim alcançou-os. Ao chegar, ficou feliz por vê-los preparados para embarcar sem um momento de demora.Depois que diminuiu a emoção do resgate, Shackelton perguntou a seus homens como foi que eles estavam prontos para embarcar no momento em que ele havia chegado. Contaram-lhe que, todas as manhãs, o líder assistente que ele havia designado enrolava o seu saco de dormir e dizia: "Deixem suas coisas prontas, rapazes; o patrão pode chegar hoje."A segunda vinda de Cristo é muito mais certa do que o retorno de Shackelton à Ilha do Elefante. Pouco antes de partir da Terra e voltar para Seu Pai, Ele prometeu: "Voltarei" (S. João 14:3), sem "talvez" ou "quem sabe".Quando Jesus retornar, todos os cristãos genuínos estarão prontos e ansiosamente aguardando (I Tes. 4:16 e 17) "a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus". Tito 2:13. Estarei eu pronto, estará você pronto para a Sua vinda? Essa é a importante pergunta à qual somente nós podemos responder.Os homens de Shackelton prepararam-se todas as manhãs para o retorno de seu líder. Uma das melhores maneiras de preparar-nos para o retorno de nosso Líder é estudar Sua Palavra e nela meditar no início de cada dia.Treinamento Para a RealezaJesus Cristo, ... que nos ama, e pelo Seu sangue nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o Seu Deus..., a Ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Apoc. 1:5 e 6.
Muitos pensam na realeza em termos dos grandes privilégios que caracterizam essa classe. E se esquecem de que, para ser membro da realeza, é necessário adquirir preparo especial.A Rainha Elizabeth II e sua irmã, a Princesa Margaret, não estavam na linha direta de sucessão quando o pai delas, Rei George VI da Inglaterra, subiu ao trono após a abdicação de seu irmão, Rei Eduardo VIII, em 1936. Apesar disso, as duas meninas tinham sido preparadas desde a infância para as responsabilidades que poderiam assumir algum dia como monarcas reinantes.Assim como os membros de uma família real são treinados por um período de tempo para ocupar sua elevada posição numa corte real aqui na Terra, assim também os cristãos passam por um período de provas durante o qual se preparam para as cortes celestiais.A Inspiração nos conta que "Adão foi coroado rei no Éden" (Review and Herald, 24-2-1874). Deus concedeu a ele e a Eva o domínio sobre toda a Terra (ver Gên. 1:28). Mas ao escolherem egoisticamente seu próprio caminho em lugar do de Deus, nossos primeiros pais foram privados de seu direito à realeza - e não apenas eles, mas seus descendentes também. Desde aquele tempo, a única maneira de obtermos a elevada honra de pertencer à família real de Deus é a adoção. A fim de preparar-nos para ocupar um lugar no reino de paz, precisamos humilde e alegremente submeter-nos a um preparo aqui na Terra.Para que tivéssemos um modelo a ser copiado nesse treinamento, o Soberano do Universo enviou Seu próprio Filho unigênito à Terra, a fim de mostrar-nos como se comporta um membro da família real do Céu. Além disso, Deus nos deu um Livro-Guia que estabelece claramente os princípios e preceitos para os que desejam tornar-se membros da casa real do Céu.Em vista desse fato, aqui estão algumas perguntas para você e para mim: Estou eu me preparando diariamente para ser membro da família real de Deus? Estou eu me capacitando a ser membro da realeza celestial através de cada pensamento que cultivo, cada palavra que profiro e cada ação que pratico?

O Uso da Calça Comprida para Mulheres

No final da década de 50 a mulher não usava calça comprida, nem botas e outros acessórios de vestuário feminino comuns hoje. Este costume foi mudado na década de 60, onde a calça comprida também passou a fazer parte do vestuário das mulheres.
Com essa mudança surgiu uma questão: seria correto a mulher usar calça comprida que até então era um costume somente dos homens?
O texto mais citado por aqueles que proíbem o uso de calça para as mulheres é Deut. 22:5: “A mulher não usará roupa de homem, nem o homem veste peculiar à mulher; porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao Senhor, teu Deus.”
Este texto se refere, segundo seu contexto histórico, à roupas íntimas, pois na época o vestuário era praticamente o mesmo para ambos os sexos (geralmente a túnica). A idéia do texto é proibir o homossexualismo, e não proibir calça comprida para as mulheres ou qualquer tipo de vestuário específico. A verdade é que nesta época nem havia calça comprida como as de hoje, então, como dizer que esse verso as proíbe?
Deus não está preocupado com formas, mas com princípios. Não importa se um pedaço de pano é usado como saia ou calça, o que interessa é se é modesto, econômico, saudável e descente – esses são os princípios que a Bíblia e o Espírito de Profecia defendem.
A calça comprida não é proibida pela Palavra de Deus ou pelo Espírito de Profecia, mas segundo os princípios cristãos, não deve ser muito apertada a ponto de mostrar as formas do corpo e comprometer a saúde. Ela deve ser confortável e apropriada a cada sexo.
Em muitos casos, ela é indispensável, principalmente em esportes ou atividades físicas e sociais, mas deve se observar essas questões.
A verdade é que as calças femininas hoje não são, na sua maioria, apropriadas, pois são muito justas e sensuais. Porém há calças descentes, modestas e sociais, ou seja, em conformidade com os princípios da Bíblia e do Espírito de Profecia.
Hoje existem saias que são transparentes ou curtas demais. Mas nem por isso podemos generalizar e proibir o uso de saias. Assim também devemos ter sabedoria para distinguir uma calça apropriada e uma que não seja, e não proibi-la enfaticamente.
Até um tempo atrás poderíamos dizer que a calça comprida para mulheres era um vestuário de estilo não social, por isso seu uso era desaconselhado em atividades sociais. Hoje porém a calça já foi inserida nos trajes sociais finos e executivos. É comum ver uma mulher com calça social e blazer desempenhando atividades executivas e administrativas, onde o vestuário usado por homens na mesma função é o terno e gravata.
A Igreja Adventista faz uso, em vários níveis da organização, de calças compridas femininas (de acordo com os princípios que ela defende para qualquer vestuário) para usos específicos como colportagem e educação (alunos e professores).
Sobre a posição bíblica e do Espírito de Profecia acerca deste tema, temos um excelente artigo de Roberto Olsen, que pode de forma clara e objetiva, definir qual tem sido a posição da Igreja Adventista no tocante ao uso de calça para as mulheres (Roberto Olsen, Pode Uma Dama Cristã Usar Calça? Colégio da União do Pacífico. 6 de março de 1974).
Citaremos suas conclusões:
1 - Sobre o texto de Deut. 22:5: “O texto em questão simplesmente adverte que os homens não deveriam vestir igual às mulheres. O mesmo nada diz acerca de calças e dificilmente pode ser usado como uma ordem absoluta contra o uso de tais peças de vestimentas para ambos os sexos. Nos tempos bíblicos nem os homens nem as mulheres usavam alguma coisa que se pareça com as calças modernas”.
2 – Sobre os textos do Espírito de Profecia, depois de analisar as principais citações de Ellen White sobre o vestuário, a conclusão foi a seguinte: “Não, Ellen White não proibiu o uso de calças compridas por parte das mulheres. O que ela objetou foi ‘eliminar a distinção na vestimenta de homens e mulheres’ (I Testemunhos, 460)”.
“Dificilmente é justificável a conclusão que os escritos de Ellen White se opõem ao uso de calças por parte das mulheres. Não obstante, se Ellen White vivesse hoje, faria uma exceção em relação do uso por parte das mulheres de roupas justas de qualquer tipo, ainda que fossem calças, jaquetas ou saias. Igualmente, teria algo desfavorável que dizer acerca do uso de mini saias. Mas, de acordo com a opinião de muitos, não protestaria contra o uso de calças ou trajes modestos que possibilitam a quem os usem conservar uma aparência feminina distintiva”.
Como fiéis devemos buscar seguir a risca os princípios do vestuário cristão, mas não devemos legislar sobre formas das vestimentas que estão dentro desses princípios. Se uma calça não é modesta ou descente, deve ser excluída do vestuário, assim como uma saia ou vestido que não seguem os parâmetros cristãos.
Por outro lado, se ela é descente, modesta e feminina, não há porque proibi-la. Vivemos numa cultura onde não é considerada homossexual uma mulher que usa calça, por isso, a distinção entre os sexos não é comprometida por esse tipo de vestimenta.
Se uma mulher não quer usar calça, não é pecado, desde que sua saúde e decência não sejam comprometidas (ex. Uma mulher usar saia em condições de frio extremo, não protegendo suas pernas; uma operária feminina usar saia para trocar lâmpadas de postes).

Note esta declaração do Espírito de Profecia:

“Seja qual for o comprimento do vestido, devem as mulheres vestir seus membros tão cabalmente como os homens. Isso se pode fazer usando calças forradas, terminadas num cadarço preso aos tornozelos, ou calças amplas, estreitando para os pés; e estas devem ser bastante compridas para ir até aos sapatos.” (E.White, Testemunhos para a Igreja, v. 1, p. 461)

Quem é Jeová?

Alguns dias atrás, quando eu estava saindo de casa, fui abordado por um jovem (aparentava uns 15 anos de idade), que me entregou um folheto com o chamativo título: “Quem é Jeová?“.
O jovem, e seu companheiro (de uns 10 anos de idade) - assim como o folheto - são membros de uma denominação religiosa conhecida como “Testemunhas de Jeová“.
Uma das coisas que admiro nos “TJs” é esta disposição em fazerem um trabalho missionário persistente, de casa-em-casa e em duplas (nunca sozinhos). Já li alguns comentários de ex-integrantes desta denominação alegando que este “espírito missionário” dos TJs é fruto de uma intensa “lavagem cerebral” feita por parte dos dirigentes, para que os membros distribuam as literaturas preparadas pela “Torre de Vigia” (editora da denominação).
Mas… isso não tira a minha admiração por vê-los tão ativos no esforço de fazerem a sua mensagem peculiar (e sectária, segundo alguns críticos). Tenho amigos TJs, e sei que a grande maioria é de pessoas sinceras em sua fé, e que fazem o trabalho missionário com amor e dedicação.
O folheto que recebi despertou o meu desejo de colocar novamente aqui no blog uma postagem que tratasse do tema da Pessoa de Jesus, que, na visão dos Testemunhas de Jeová, não é Divino da mesma forma como o “Pai”.
Quem é Jeová?
O “nome” de Deus aparece pela primeira vez em Gên. 2:4, que diz:
“Esta é a gênese dos céus e da terra quando foram criados, quando o SENHOR Deus os criou“.
A palavra que, em nossa língua, foi traduzida por “SENHOR”, aparece no texto original hebraico da seguinte maneira:
HWHY
Em português, seria YHWH (escrito da equerda para a direita). Um fato curioso a se observar é que o hebraico antigo (conforme foi escrito o livro de Gênesis) não possuía vogais, as quais foram colocadas séculos depois por um grupo de escribas chamados de “massoretas”.
Mas, como se pronuncia uma palavra sem vogais? Tente pronunciar o “tetragrama” acima e você verá como é difícil. Devido a esta dificuldade, e com o temor de pronunciarem o nome do Senhor em vão e de forma errada, os hebreus não o pronunciavam. Quando eles liam o texto bíblico e se deparavam com o tetragrama (YHWH), eles pronunciavam outro nome de Deus: Adonai (cf. Prov. 30:10). Com o tempo, a pronúncia correta do nome de Deus (YHWH) se perdeu.
Posteriormente, quando os massoretas foram colocar as vogais no texto bíblico, eles colocaram no tetragrama as vogais de ADONAI, fazendo com que a pronúncia ficasse parecida com o que hoje conhecemos em português por JEOVÁ. Mas, a bem da verdade, não podemos “bater o martelo” e dizer que este é o verdadeiro nome de Deus, porque, como disse antes, não se sabe como este era pronunciado originalmente.
Portanto, uma denominação que se apega a este nome “aportuguesado” (Jeová) para condenar as demais que não usam este título em sua identificação, não tem uma base muito sólida para sustentar suas declarações dogmáticas.
Jesus é “Jeová”?
Um outro ponto característico da doutrina dos TJs é o fato de que eles não crêem que Jesus é Deus, ou seja, na teologia Jeovista, Jesus é um “deus” menor em relação ao Pai. Para ver isto, basta dar uma lida nos primeiros versos do Evangelho de João, na versão Novo Mundo, editada pela Torre de Vigia.
“No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com o Deus, e a Palavra era [um] deus. Este estava no princípio com o Deus.
Todas as coisas vieram à existência por intermédio dele, e à parte dele nem mesmo uma só coisa veio à existência” (João 1:1-3).Fonte: Site Oficial da Torre de Vigia
É uma interpretação estranha para um grupo que é radicalmente contra a Trindade (aliás, muitos dos argumentos dos antitrinitarianos “adventistas” são extraídos das publicações dos TJs), por alegar que esta é uma crença politeísta (mais um equívoco da parte deles). Dizer que Jesus é “um deus” menor que o Pai, isso sim, é politeísmo explícito!
A Bíblia é muito clara em dizer que Jesus é tanto Deus quanto o Pai e o Espírito. E o mais “curioso” é que a Bíblia coloca sobre Jesus o cumprimento das profecias e declarações veterotestamentárias sobre o próprio YHWH (”Jeová”). Vejamos…
O fato de Jesus ser mais do que humano é indicado ainda pelos títulos que Lhe foram atribuídos: “Senhor” (Atos 2:36); “Deus” (Jo. 20:28); “Eu Sou” (Jo. 8:58, conf. Êx. 3:14). Agrega-se a isso o fato de haver, na Bíblia, inúmeras referências à Sua preexistência (Jo. 8:58; Col. 1:16; Heb. 1:2; etc.), pressuposta pela própria realidade da encarnação. E, se Jesus não tivesse poder divino, jamais poderia ter dito “Eu sou a ressurreição e a vida” (Jo. 11:25); “Eu tenho autoridade para dar a minha vida, e a autoridade para tornar a tomá-la” (10:18); ou, então, “Quem me vê, vê o Pai” (14:9).
A divindade de Jesus pode ainda ser atestada nos seguintes aspectos:• Sua autoridade - Mat. 7:28-29; Jo. 5:16-18;• A adoração que recebeu - Mat. 26:16-20; Jo. 9:35-38;• Seus requerimentos - Jo. 10:27; 11:25; 14:1;• Sua unidade com o Pai - Jo. 10:30;• Seu poder de ler o coração dos homens - Mar. 2:6; Jo. 2:23-25.
Outras Declarações Impressionantes:
Isa. 9:6 (O Messias seria o Deus Forte) - Jesus foi o Messias.Jo 5:18 (Jesus assumia ser igual a Deus)Jo 20:28 (Tomé reconhece Jesus como Senhor e Deus)At 2:36 (Deus fez de Jesus, Senhor Cristo)At 3:15 (Jesus é o Autor da vida) - E sabemos que Deus é este Autor.Rm 9:1, 5 (Jesus é o Deus bendito)Fp 2:5-7 (Jesus tinha a forma de Deus) - o termo usado é MORPHE - uma cópia “exata.Col. 2:9 (toda a plenitude da Divindade estava com Ele)Tt 2:13 (grande Deus e Salvador)2Pe 1:1-2 (Pedro reconhece Jesus como Deus e Salvador)1Jo 5:20 (Jesus é o verdadeiro Deus)
“Curiosidades”
A Bíblia diz que a “voz que clamava no deserto” viria preparar o caminho de “Jeová” (Is 40:3).E o caminho de Quem João Batista preparou? (Mt 3:3)Portanto, JEOVÁ = JESUS
As Escrituras dizem claramente que “Deus” seria vendido por 30 moedas (Zc 11:13).E na vida de Quem isso se cumpriu? (Mt 26:15; 27:9)Portanto, DEUS = JESUS

Conclusão
O título do folheto que recebi indagava: “Quem é Jeová?”.Pois bem, a resposta é uma só:JESUS É JEOVÁ!
“Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida” (1João 5:12).






Pr.Gilson Medeiros
http://prgilsonmedeiros.blogspot.com

Comentário da Lição - Gilson Nery - Lição 7 - 02/09

Lição 07. Primeiro trimestre. 07 a 14 / 02 / 009
Comentários de Gilson Nery
Esc. Sabatina.

O trabalho dos profetas

O Espírito Santo, também, designa e administra as várias funções e as várias categorias de profetas; existiram classes diferentes de profetas, citarei aqui as principais delas:
1 – Profetas efetivos. Profetas efetivos são aqueles que pertencem à classe que exerce funções proféticas em regime de tempo integral, não estão sujeitos à funções profissionais seculares.
2 – Profetas ocasionais. A classe de profetas ocasionais é aquela em que além de exercerem funções proféticas, exercem, também, funções e profissões seculares e, entre estes, estão: o rei Davi; o profeta Daniel; Abraão; um profeta não identificado em Juizes; Balaão, (apostatou depois);. Ver Gen. 20:6; Num. 24:4,3,17; Dan. 1:17;2:48,49; as filhas de Filipe (?); At. 21:8 e 9.;etc.
3 – Profetas momentâneos. Num. 11:25;I Sam. 10:10-12;Mt. 27:19.
4 – “Profetas”evangelistas;” estes são todos aqueles que apresentam e explicam as profecias canônicas da Bíblia,” isto é, pregam sobre a bendita esperança do aparecimento do Grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Tito 2:13; comp.c/ Exd. 4:16;7:1; Apc. 10:11; a simbologia deste último texto indica toda a igreja pregando a todas Nações e povos, neste aspecto, todo membro da igreja verdadeira que anuncia a vinda de Cristo, é um profeta, ou seja, um “profeta” não profeta.

Note mais estes elementos e itens sobre a identificação de um profeta:

1 – Ser chamado diretamente por Deus. Num. 12:6;Am. 7:14-15.
2 – Dar provas concretas deste chamado. Comp.c/ ISam. 3:20.
3 – Confirmação geral em nível mundial, pela igreja em associação geral. I Sam. 3:20
4 – Possuir uma mentalidade de perfeita harmonia com a lei de Deus, os Dez mandamentos e estatutos morais não cerimoniais, e, com o testemunho dos profetas canônicos e, se for o caso, com os profetas não canônicos também. Isa. 8:20.
5 – Situação sobre-natural em visão, por exemplo: ausência completa de respiração por horas; completa inconsciência do que se passa ao redor de si; etc.
6 – Perda e recuperação da força física.
7 – Permanece de olhos abertos durante a visão.
8 – Vida pessoal santificada.
9 – Adverte contra erros pessoais de forma coletiva, sem publicar estes nomes em público apontando os errantes sem mencioná-los pessoalmente.
10 – Recebe de Deus visão sobre pessoas em particulares e suas vidas irregulares e pecados pessoais de conhecimento restrito a estas pessoas e Deus, sem publicá-los e guardando completo sigilo, comunicando-se apenas e exclusivamente com estas pessoas.
11 – Exalta a Bíblia Sagrada como a única e exclusiva regra de fé e norma de conduta.
12 – Centraliza, em tudo e em todos os aspectos, a Pessoa de Jesus Cristo.
13 – Destaca, confessa e professa a plena humanidade de Cristo conforme ensinado pelas Escrituras Sagradas, como já citado neste comentário. I João 4:1-3.
14 – Destaca a Plena divindade de Cristo, não diminuindo nem um til ou jota desta Sua divindade e como Divindade.
15 – Nenhuma pretensão à infalibilidade pessoal.
É somente quando o pretenso profeta mensageiro do Senhor, preenche satisfatoriamente estes requisitos, que ele estará aprovado para exercer funções ministeriais proféticas na igreja.

Verso para memorizar: Note que foi o Senhor Deus que tirou o Seu povo do Egito e o guardou em todas as suas jornadas, o profeta foi apenas o instrumento usado para esta missão. Exd. 20:1;19:4;Sl. 105:26-45; esta ênfase precisa ser dada para que Deus seja sempre o Centro da nossa fé, confiança, convicção e crença, e nunca o ser humano; este verso começa com a frase: “O Senhor usou,” em outra tradução consta: “O Senhor fez subir;” o Senhor tirou o Seu povo... .” Etc. Bíblia Viva e Al. Ed. Contemp.; O destaque e o toque de trombeta precisa ser sempre o Senhor, e Ele precisa “crescer” em nosso meio e nunca os Seus mensageiros; ( João 3:30 ), estes precisam diminuir sempre diante do Senhor.

Parte de domingo. Pregando o Evangelho.

Perg. 01 – Fora o histórico da Nação e vida pessoal dos servos de Deus, tudo o mais é Evangelho no Velho Testamento.
Perg. 02 – As formas e os sistemas são diferentes, o conteúdo é igual, este gira em torno da Pessoa do Senhor Jesus o Messias das profecias..

Parte de segunda feira. Guiando o povo de Deus.

Setor administrativo da igreja como a instituição do diaconato; o aspecto disciplina na igreja; relacionamentos conjugais e seus problemas, particularmente em se tratando de membros recém-convertidos e seus problemas de adaptação ao novo sistema evangélico quando um dos cônjuges não aceitou o Evangelho; a instituição do presbitério e dados para identificação dos falsos profetas. Etc.

Parte de terça feira. Reprovando o pecado.

Perg. 05 – Note: Pecados particulares e secretos e que tem ver somente com a pessoa e Deus, o profeta verdadeiro não publica, fica, também, entre ele a pessoa e Deus, caso contrario, ele fica caracterizado como falso profeta. Prv. 17:9, isso não é a mesma coisa em se tratando de pecados públicos, nestes casos, os profetas que não denunciam estes pecados, são considerados como cães mudos que não ladram mais, por não darem o seu testemunho contra estes pecados. Ver Isa. 56:10 e, porque profetizam paz quando não há paz. Jr. 6:14;8:11.

Parte de quarta feira. Comunicando a vontade de Deus.

Perg. 06 – Em suas mensagens o profeta verdadeiro não tem vontade própria, prevalece apenas a vontade de Deus, neste aspecto podemos afirmar que não é o profeta que guia o povo de Deus mas sim as profecias dadas a ele por Deus, assim é, que, quando lemos na Bíblia a frase: “Espírito de profecia,” ou “Testemunho de Jesus,” o destaque precisa ser sempre a Pessoa do Espírito Santo e Suas mensagens à igreja e nunca a pessoa do profeta, este deve aparecer o mínimo possível, e, o Espírito Santo deve aparecer o máximo possível e, partindo desta premissa e contexto, precisamos nos lembrar que os escritores do Novo Testamento falam o mínimo possível de Maria, mãe de Jesus e, no entanto ela foi a mãe do Filho de Deus, nosso Salvador.

Parte de quinta feira. Predizendo o futuro.

Perg. 07 – O difícil é saber quais as profecias da Bíblia que não se cumpriram; note estes exemplos de profecias cumpridas:
1 – A sucessão dos reinos conforme profetizada e apresentada em Dan. 2; 99%?
2 – A sucessão destes mesmos reinos, incluso as façanhas do Anticristo, conforme Dan. 7.
3 – A sucessão dos reinos partindo da Medo Pérsia e Roma em suas duas fazes, pagã e papal, conforme apresentada e profetizada em Dan. 8.
4 – Os 1260 anos de Dan. 7:25;12:7;Apc.12:14;13:5.
5 – Os 1290 anos de Dan. 12:11.
6 – Os 1335 anos de Dan. 12:12.
7 – Os 391 anos e 15 dias, de Apc. 9:15 ( 11/08/1840 ).
8 – As setenta semanas, de Dan. 9.
9 – Os 2300 anos de Dan. 8:13-14.
10 – As sete igrejas de Apc. 2 a 3.Estamos no período da sétima igreja, no fim deste período.
11 – Os sete selos de Apc. 6:1-17;8:1. ( Vivemos no sexto selo e Cristo vem neste selo ).
12 – As sete trombetas de Apc. 8:6-9 e 11:15-18. (Vivemos no período da sétima trombeta.
13 – A primeira e a segunda Besta de Apc. 13:13:1-10 e verso 11.
14 – A imagem da Besta de Apc. 13:14, já formada, só falta falar como o dragão e a Besta.
15 – O sinal da Besta de Apc. 13:16. (Quase formado, agindo na sombra).
16 – O numero da Besta de Apc. 13:17.( Já existe a muito tempo).
17 – A primeira e a segunda guerras mundiais. Mt. 24:7. Note: Reino contra Reino e Nação contra Nação é indicativo de guerras mundiais,e, na história da humanidade, apenas estão registradas duas guerras mundiais, 1914 a 1919 e 1939 a 1945, d.C.
18 – As profecias Messiânicas em seus mínimos detalhes. Conferir.

Estamos com 99% de profecias cumpridas ou será que é mais? Em certo sentido, a Bíblia não é mais um livro de profecias, mas, sim de História, porque as suas profecias já se tornaram historia.

Pág. 88 – Esboço, em predizendo o futuro, item b. Quais os benefícios do uso das profecias? Resp. Evangelho sem profecia não existe, sem elas não teríamos como crer no Messias o Salvador do mundo. Ver Lc. 24:27,44; João 5:46-47 e 5:39. Quanto aos riscos, devemos deixar por conta do Autor das profecias, desde que não ultrapassemos o que está escrito e definido na própria profecia e na história; A profecia é a história contada antecipadamente e a história é a profecia cumprida.
Pág. 89 – O profeta e a pregação do Evangelho, em pense nisto. A mensagem a respeito do Cordeiro de Deus foi dada em primeiro plano, para a Nação judaica, mensagem esta que esta Nação, como Nação, nunca quis e não quer ouvir.
Pág. 90, em pense nisto, item 04 – A organização é uma bênção de Deus porque Deus é Deus de ordem, mas, o excesso de organização é uma maldição que entrava a obra de Deus.
Pág. 91 – A igreja aberta a discussão. Desde que não seja nada pessoal e que não envolva os pilares fundamentais da nossa fé e crença, a igreja não somente deve está aberta a discussão, como, também, reconhecer erros que porventura esteja cometendo; Os fundamentos das nossas doutrinas, podem serem ampliados e esclarecidos com mais luz e no sentido de fortalecer estes fundamentos e nunca de removê-los.
Que Deus ajude a Sua igreja a reconhecer sempre o trabalho do verdadeiro profeta, sem, no entanto, centralizá-lo em nossas mensagens e, que o Centro de nossas mensagens seja sempre o Autor destas mensagens, o Espírito Santo. Amém!


“OEstadio.com”
Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.

O Uso da Calça Comprida para Mulheres

No final da década de 50 a mulher não usava calça comprida, nem botas e outros acessórios de vestuário feminino comuns hoje. Este costume foi mudado na década de 60, onde a calça comprida também passou a fazer parte do vestuário das mulheres.
Com essa mudança surgiu uma questão: seria correto a mulher usar calça comprida que até então era um costume somente dos homens?

O texto mais citado por aqueles que proíbem o uso de calça para as mulheres é Deut. 22:5: "A mulher não usará roupa de homem, nem o homem veste peculiar à mulher; porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao Senhor, teu Deus."

Este texto se refere, segundo seu contexto histórico, à roupas íntimas, pois na época o vestuário era praticamente o mesmo para ambos os sexos (geralmente a túnica). A idéia do texto é proibir o homossexualismo, e não proibir calça comprida para as mulheres ou qualquer tipo de vestuário específico. A verdade é que nesta época nem havia calça comprida como as de hoje, então, como dizer que esse verso as proíbe?

Deus não está preocupado com formas, mas com princípios. Não importa se um pedaço de pano é usado como saia ou calça, o que interessa é se é modesto, econômico, saudável e descente – esses são os princípios que a Bíblia e o Espírito de Profecia defendem.

A calça comprida não é proibida pela Palavra de Deus ou pelo Espírito de Profecia, mas segundo os princípios cristãos, não deve ser muito apertada a ponto de mostrar as formas do corpo e comprometer a saúde. Ela deve ser confortável e apropriada a cada sexo.

Em muitos casos, ela é indispensável, principalmente em esportes ou atividades físicas e sociais, mas deve se observar essas questões.

A verdade é que as calças femininas hoje não são, na sua maioria, apropriadas, pois são muito justas e sensuais. Porém há calças descentes, modestas e sociais, ou seja, em conformidade com os princípios da Bíblia e do Espírito de Profecia.

Hoje existem saias que são transparentes ou curtas demais. Mas nem por isso podemos generalizar e proibir o uso de saias. Assim também devemos ter sabedoria para distinguir uma calça apropriada e uma que não seja, e não proibi-la enfaticamente.

Até um tempo atrás poderíamos dizer que a calça comprida para mulheres era um vestuário de estilo não social, por isso seu uso era desaconselhado em atividades sociais. Hoje porém a calça já foi inserida nos trajes sociais finos e executivos. É comum ver uma mulher com calça social e blazer desempenhando atividades executivas e administrativas, onde o vestuário usado por homens na mesma função é o terno e gravata.

A Igreja Adventista faz uso, em vários níveis da organização, de calças compridas femininas (de acordo com os princípios que ela defende para qualquer vestuário) para usos específicos como colportagem e educação (alunos e professores).

Sobre a posição bíblica e do Espírito de Profecia acerca deste tema, temos um excelente artigo de Roberto Olsen, que pode de forma clara e objetiva, definir qual tem sido a posição da Igreja Adventista no tocante ao uso de calça para as mulheres (Roberto Olsen, Pode Uma Dama Cristã Usar Calça? Colégio da União do Pacífico. 6 de março de 1974).

Citaremos suas conclusões:

1 - Sobre o texto de Deut. 22:5: “O texto em questão simplesmente adverte que os homens não deveriam vestir igual às mulheres. O mesmo nada diz acerca de calças e dificilmente pode ser usado como uma ordem absoluta contra o uso de tais peças de vestimentas para ambos os sexos. Nos tempos bíblicos nem os homens nem as mulheres usavam alguma coisa que se pareça com as calças modernas”.

2 – Sobre os textos do Espírito de Profecia, depois de analisar as principais citações de Ellen White sobre o vestuário, a conclusão foi a seguinte: “Não, Ellen White não proibiu o uso de calças compridas por parte das mulheres. O que ela objetou foi ‘eliminar a distinção na vestimenta de homens e mulheres’ (I Testemunhos, 460)”.

“Dificilmente é justificável a conclusão que os escritos de Ellen White se opõem ao uso de calças por parte das mulheres. Não obstante, se Ellen White vivesse hoje, faria uma exceção em relação do uso por parte das mulheres de roupas justas de qualquer tipo, ainda que fossem calças, jaquetas ou saias. Igualmente, teria algo desfavorável que dizer acerca do uso de mini saias. Mas, de acordo com a opinião de muitos, não protestaria contra o uso de calças ou trajes modestos que possibilitam a quem os usem conservar uma aparência feminina distintiva”.

Como fiéis devemos buscar seguir a risca os princípios do vestuário cristão, mas não devemos legislar sobre formas das vestimentas que estão dentro desses princípios. Se uma calça não é modesta ou descente, deve ser excluída do vestuário, assim como uma saia ou vestido que não seguem os parâmetros cristãos.

Por outro lado, se ela é descente, modesta e feminina, não há porque proibi-la. Vivemos numa cultura onde não é considerada homossexual uma mulher que usa calça, por isso, a distinção entre os sexos não é comprometida por esse tipo de vestimenta.

Se uma mulher não quer usar calça, não é pecado, desde que sua saúde e decência não sejam comprometidas (ex. Uma mulher usar saia em condições de frio extremo, não protegendo suas pernas; uma operária feminina usar saia para trocar lâmpadas de postes).

Note esta declaração do Espírito de Profecia:

“Seja qual for o comprimento do vestido, devem as mulheres vestir seus membros tão cabalmente como os homens. Isso se pode fazer usando calças forradas, terminadas num cadarço preso aos tornozelos, ou calças amplas, estreitando para os pés; e estas devem ser bastante compridas para ir até aos sapatos.” (E.White, Testemunhos para a Igreja, v. 1, p. 461)

Procure cuidar bem do seu vestuário, e não do vestuário do próximo. A salvação é individual e ninguém deve achar na condição de modelo ou juiz nesta questão.

PR. YURI RAVEM

www.nistocremos.net

O Uso da Calça Comprida para Mulheres

No final da década de 50 a mulher não usava calça comprida, nem botas e outros acessórios de vestuário feminino comuns hoje. Este costume foi mudado na década de 60, onde a calça comprida também passou a fazer parte do vestuário das mulheres.
Com essa mudança surgiu uma questão: seria correto a mulher usar calça comprida que até então era um costume somente dos homens?

O texto mais citado por aqueles que proíbem o uso de calça para as mulheres é Deut. 22:5: "A mulher não usará roupa de homem, nem o homem veste peculiar à mulher; porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao Senhor, teu Deus."

Este texto se refere, segundo seu contexto histórico, à roupas íntimas, pois na época o vestuário era praticamente o mesmo para ambos os sexos (geralmente a túnica). A idéia do texto é proibir o homossexualismo, e não proibir calça comprida para as mulheres ou qualquer tipo de vestuário específico. A verdade é que nesta época nem havia calça comprida como as de hoje, então, como dizer que esse verso as proíbe?

Deus não está preocupado com formas, mas com princípios. Não importa se um pedaço de pano é usado como saia ou calça, o que interessa é se é modesto, econômico, saudável e descente – esses são os princípios que a Bíblia e o Espírito de Profecia defendem.

A calça comprida não é proibida pela Palavra de Deus ou pelo Espírito de Profecia, mas segundo os princípios cristãos, não deve ser muito apertada a ponto de mostrar as formas do corpo e comprometer a saúde. Ela deve ser confortável e apropriada a cada sexo.

Em muitos casos, ela é indispensável, principalmente em esportes ou atividades físicas e sociais, mas deve se observar essas questões.

A verdade é que as calças femininas hoje não são, na sua maioria, apropriadas, pois são muito justas e sensuais. Porém há calças descentes, modestas e sociais, ou seja, em conformidade com os princípios da Bíblia e do Espírito de Profecia.

Hoje existem saias que são transparentes ou curtas demais. Mas nem por isso podemos generalizar e proibir o uso de saias. Assim também devemos ter sabedoria para distinguir uma calça apropriada e uma que não seja, e não proibi-la enfaticamente.

Até um tempo atrás poderíamos dizer que a calça comprida para mulheres era um vestuário de estilo não social, por isso seu uso era desaconselhado em atividades sociais. Hoje porém a calça já foi inserida nos trajes sociais finos e executivos. É comum ver uma mulher com calça social e blazer desempenhando atividades executivas e administrativas, onde o vestuário usado por homens na mesma função é o terno e gravata.

A Igreja Adventista faz uso, em vários níveis da organização, de calças compridas femininas (de acordo com os princípios que ela defende para qualquer vestuário) para usos específicos como colportagem e educação (alunos e professores).

Sobre a posição bíblica e do Espírito de Profecia acerca deste tema, temos um excelente artigo de Roberto Olsen, que pode de forma clara e objetiva, definir qual tem sido a posição da Igreja Adventista no tocante ao uso de calça para as mulheres (Roberto Olsen, Pode Uma Dama Cristã Usar Calça? Colégio da União do Pacífico. 6 de março de 1974).

Citaremos suas conclusões:

1 - Sobre o texto de Deut. 22:5: “O texto em questão simplesmente adverte que os homens não deveriam vestir igual às mulheres. O mesmo nada diz acerca de calças e dificilmente pode ser usado como uma ordem absoluta contra o uso de tais peças de vestimentas para ambos os sexos. Nos tempos bíblicos nem os homens nem as mulheres usavam alguma coisa que se pareça com as calças modernas”.

2 – Sobre os textos do Espírito de Profecia, depois de analisar as principais citações de Ellen White sobre o vestuário, a conclusão foi a seguinte: “Não, Ellen White não proibiu o uso de calças compridas por parte das mulheres. O que ela objetou foi ‘eliminar a distinção na vestimenta de homens e mulheres’ (I Testemunhos, 460)”.

“Dificilmente é justificável a conclusão que os escritos de Ellen White se opõem ao uso de calças por parte das mulheres. Não obstante, se Ellen White vivesse hoje, faria uma exceção em relação do uso por parte das mulheres de roupas justas de qualquer tipo, ainda que fossem calças, jaquetas ou saias. Igualmente, teria algo desfavorável que dizer acerca do uso de mini saias. Mas, de acordo com a opinião de muitos, não protestaria contra o uso de calças ou trajes modestos que possibilitam a quem os usem conservar uma aparência feminina distintiva”.

Como fiéis devemos buscar seguir a risca os princípios do vestuário cristão, mas não devemos legislar sobre formas das vestimentas que estão dentro desses princípios. Se uma calça não é modesta ou descente, deve ser excluída do vestuário, assim como uma saia ou vestido que não seguem os parâmetros cristãos.

Por outro lado, se ela é descente, modesta e feminina, não há porque proibi-la. Vivemos numa cultura onde não é considerada homossexual uma mulher que usa calça, por isso, a distinção entre os sexos não é comprometida por esse tipo de vestimenta.

Se uma mulher não quer usar calça, não é pecado, desde que sua saúde e decência não sejam comprometidas (ex. Uma mulher usar saia em condições de frio extremo, não protegendo suas pernas; uma operária feminina usar saia para trocar lâmpadas de postes).

Note esta declaração do Espírito de Profecia:

“Seja qual for o comprimento do vestido, devem as mulheres vestir seus membros tão cabalmente como os homens. Isso se pode fazer usando calças forradas, terminadas num cadarço preso aos tornozelos, ou calças amplas, estreitando para os pés; e estas devem ser bastante compridas para ir até aos sapatos.” (E.White, Testemunhos para a Igreja, v. 1, p. 461)

Procure cuidar bem do seu vestuário, e não do vestuário do próximo. A salvação é individual e ninguém deve achar na condição de modelo ou juiz nesta questão.

PR. YURI RAVEM

Sexo na Hora certa

Explosivo e excitante, o sexo é uma força que mexe com a cabeça de quase todo mundo. Os sentimentos das pessoas sobre ele podem ser diferentes, mas não deixam de ser fortes. Prova disso é que, quando se menciona a palavra sexo, uns se envergonham, outros dão risadinhas ou reagem de outro jeito, mas todos ligam as antenas. Quem é normal gosta de sexo. Nada de errado com isso.

Agora, se você acha que pode manter relações sexuais em qualquer momento, porque é saudável, e com todo mundo, porque não é pecado, lembre-se: o mesmo Deus que criou o sexo criou o casamento. É diferente do que se diz por aí, casar virgem, não é nada careta. Ao contrário, está mais na moda do que nunca.

Esperar a hora certa, é mais seguro! Além disso, não é uma membrana tão pequena como o hímem, que vai determinar a quantidade de amor que há entre um casal. O amor é muito mais complexo. Quando existe amor entre um homem e uma mulher, o respeito, carinho e atenção falam mais alto do que prazer físico.

Há muitos incentivos para prática do sexo antes do casamento, mas felizmente os jovens estão aprendendo a tomar suas próprias decisões e desenvolvendo forças para dizer “não”. Em 1994, a Associação Cristã de Moços de Saint John realizou um concurso, no Canadá, com a participação de centenas de garotas. A ACM premiaria a resposta mais criativa à cantada “Se você me ama vamos fazer sexo”.

A frase vencedora foi: “Não vamos”. Infelizmente, sempre que Deus faz alguma coisa Satanás se esforça para destruir. Ele tem um arsenal de recursos para despertar a curiosidade humana para a prática do sexo antes do casamento, quando esse é um item exclusivo dentro da santidade do casamento.

Ele leva os jovens a procurar o sexo, principalmente quando: Sentem insegurança com a sua aparência, e no fundo, desejam provar quem são. Tem facilidade para ser impulsivos do que pensativos. Tem pouco ou nenhum interesse nos valores espirituais. Vêm de famílias onde não tinham muita amizade com os pais.

Não se sentem amados em casa, e quando não percebem expressões de aprovação e apreciação entre os pais e irmãos. Não pensam com cuidado acerca de si mesmos, e a respeito do sexo antes do casamento. Quando estão com a auto-estima baixa e não reconhecem o seu valor.

Isto significa que quando estiverem de cara com a tentação, vão seguir seus próprios impulsos, sem ligar para as conseqüências nem para o princípio que podem estar quebrando. MOTIVOS PARA DEIXAR O SEXO COMO UM PRESENTE DE CASAMENTO Existem muitos motivos para confirmar que Deus está certo ao apresentar o sexo como o Seu presente de casamento para um casal. Confira:

Ele diz claramente que você deve esperar até o casamento. Só no casamento os dois devem se tornar “uma só carne”(Gên. 2:24) Prejudica a amizade com Ele. Você se sente distante de Deus quando segue um caminho diferente do que Ele recomendou. Compensa? Prejudica a reputação. Fica a fama de fácil. As pessoas gostam de se aproveitar dos fáceis, mas preferem relacionamentos sérios com os fiéis.

Interfere na comunicação do casal. Quando o sexo surge no namoro ele vira prioridade no relacionamento. A atração e a aventura dão um tempero diferente. Todo o tempo que passam juntos é aproveitado para o envolvimento sexual, ou para criar um “clima”. O bate-papo tão importante para que os dois se conheçam e vivam felizes por toda a vida, passa a ser secundário.

Deixando o sexo para o casamento, há mais possibilidades do desenvolvimento de uma forte amizade entre o casal. O diálogo faz com que os dois se aceitem, se entendam, se ajudem, e isso é amizade. O sexo dentro do casamento vai ser o presente. O desejo sexual se torna mais forte do que o sentimento do amor.

O relacionamento passa a ser mantido mais pela beleza e pela atração dos corpos, do que pelo amor. Leva a dependência de vícios sexuais. Como não há comprometimento, buscam-se “novas” maneiras de tornar o sexo um prazer. Surgem aí os vícios sexuais que acompanham uma pessoa por toda a vida.

Tira o brilho da relação sexual dentro do casamento. Sexo proibido, aventura,tem outro sabor. Quando o casamento chegar, e tudo se tornar normal e permitido, o brilho diminui consideravelmente. Pode surgir ressentimento entre os dois por saber que um já perdeu a virgindade. Com quem foi? Como foi? Por que não foi comigo? Foi tão fácil?

São perguntas que vão arranhar o relacionamento depois do casamento. Fica o modelo das comparações, no casamento. Se ele ou ela já experimentaram o sexo com outros, como foi? Será que comigo está sendo tão bom? Durante a relação sexual, surgirá também, o risco de lembranças de experiências anteriores. Pode provocar, mais tarde, experiências extra-conjugais.

Depois que você se libera antes do casamento, é muito mais difícil voltar atrás. O risco de contrair DST (doenças sexualmente transmissíveis) e AIDS é muito grande. O prazer começa a falar mais alto do que a razão, e aí tudo pode acontecer. O risco de gravidez e aborto está sempre presente. Basta ver a quantidade de pais e mães solteiros hoje e o número de abortos.

Abala o relacionamento com os pais. Os pais proíbem, os filhos forçam, e se cria uma confusão. Tudo por causa de uma relação que pode ser passageira. Compensa arranhar o relacionamento com os pais, companheiros de toda a vida, por vontades próprias ou momentos de prazer? Pode provocar prejuízo no comportamento dos filhos.

Dificilmente os filhos serão melhores do que seus pais. Eles poderão dizer, amanhã, quando você for orientá-los: “Não se preocupe, não vou fazer com meu namorado nada mais do que vocês faziam quando namoravam.” É isso que você quer? O fim de um namoro onde houve sexo é muito doloroso. Os corpos criaram compromisso e intimidade e isso fica difícil de quebrar quando se descobre que um não foi feito para o outro.

Quando você espera até o casamento está demonstrando amor. Quem ama respeita! A espera tem a bênção de Deus. Deus e seus secretários: a vida e o tempo, se encarregam de recompensar a obediência. (Motivos apresentados por Jaime Kemp em “Sexo aqui e agora?!”) Avalie estes motivos! Pense na sua felicidade e também na felicidade de quem você ama. A melhor escolha é deixar o sexo para a hora certa.

É possível resistir confira

Se você está lutando para se manter puro, ou para mudar seus hábitos sexuais, e assim voltar ao plano original de Deus, é importante seguir alguns conselhos, confiando que em Deus podemos todas as coisas (Filip. 4:13). Confira estas dicas, elas podem ajudar-lhe: Aprenda a dizer não. Crie medidas preventivas para evitar a tentação. Evite assistir programas e filmes picantes com apelos eróticos. Mantenha um diálogo aberto com o(a) namorado(a) sobre seus sentimentos acerca do momento certo para o sexo.

Tenha um super amigo para quem você possa contar suas lutas e buscar apoio. Relacione-se com pessoas que tenham os mesmos objetivos que você. Planeje bem seus encontros, criando sempre atividades diferentes. A rotina abre as portas para o prazer, e para a tentação.

Estabeleça seus limites no início do namoro, e mantenha-os. Controle as carícias, controlando seu próprio corpo. Evite ficar sozinho com o(a) namorado(a) por muito tempo. Gaste tempo meditando nas coisas de Deus para ser “transformado pela renovação da mente” (Rom. 12:2). Bons pensamentos geram boas atitudes.

Pense nos benefícios que você tem ao deixar o sexo para a hora certa. Não se julgue forte e capaz para vencer sozinho as tentações sexuais. Dependa de Deus, pois Ele é quem conhece seu “funcionamento”. Insista em seguir os planos de Deus. Confie em Seu poder. A oração traz transformação. Faça um compromisso com você mesmo e com Deus. Ele não falha.

Deus compreende como é difícil para os solteiros se manterem “intactos” até o casamento. Ele sabe que, às vezes, os impulsos falam bem mais alto, e está disposto a ajudar. Vale a pena confiar nEle. É bom sempre recordar, que o namoro é um período de conhecimento sadio.

Nele é preciso cuidar, estabelecer limites e contar com a ajuda de Deus, porque um relacionamento mal dirigido entre duas pessoas de sexo oposto, em vez de lucros pode trazer prejuízo e produzir conseqüências desastrosas para o futuro. Por isso, deixe o sexo para a hora certa!

Vinícius A. Miranda - www.nistocremos.net

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Autores:

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