A criação do Universo e da Terra

Autor: Nuno Neves, arqueólogo, membro da IASD de Coimbra, Portugal.



“No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Génesis 1:1); a que “princípio” se refere este versículo? O próprio verso nos dá a resposta logo de seguida: “criou Deus os céus e a terra”. Ou seja, “princípio” refere-se a uma época onde se inclui o momento em que a terra e os céus foram criados por Deus.

Porém, este termo surge por diversas vezes na Bíblia, em diferentes contextos. Há, no entanto, alguns textos bíblicos com o mesmo sentido e contexto específico do que é aqui mencionado, os quais nos poderão ajudar a confirmar definitivamente qual a época em causa:

1) “Tu, Senhor, no princípio fundaste a terra, e os céus são obra das Tuas mãos” (Hebreus 1:10). Mais uma vez é nos dito que a fundação da terra e dos céus foram um dos acontecimentos desta época designada “princípio”.

2) “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos do vosso pai: ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira” (João 8:44). Podemos entender aqui que “princípio” diz respeito ao período que decorria quando o mal surgiu em Lúcifer, pois antes desse facto não existia o mal nem homicidas. Nessa altura o diabo era um anjo celestial sem mácula. Tudo isto aconteceu antes da fundação do mundo, nos céus.

3) “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez” (João 1:1-3).

Sabemos que o “Verbo” aqui mencionado é Cristo:

.1) “E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus” (Apocalipse 19:13);

.2) “Pai, aqueles que Me deste, quero que, onde Eu estiver, também eles estejam Comigo, para que vejam a Minha glória que Me deste; porque Tu Me hás amado antes da fundação do mundo” (João 17:21);

.3) “E, agora, glorifica-Me Tu, ó Pai, junto de Ti mesmo, com aquela glória que tinha Contigo, antes que o mundo existisse” (João 17:5).

Constatamos que aqui “princípio” se refere à época anterior à fundação do mundo.

4) “Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo” (I João 3:8); refere-se à época durante a qual surgiu o mal, e por consequência o pecado. Sabemos que este acontecimento sucedeu nos céus, antes da criação do mundo.

Concluímos assim que este “princípio” foi um período, de duração desconhecida, que antecedeu a criação do mundo. Acontecimentos deste período (não podem ser datados, por isso não há aqui ordem cronológica, mas sim uma ordem da sucessão dos fatos):

- os céus foram criados;
- surge o mal, em Lúcifer;
- rebelião de Satanás contra Deus;
- batalha de Jesus e Satanás no céu;
- criação da terra “sem forma e vazia”; este acontecimento teria de ser obrigatoriamente anterior à expulsão de Satanás;
- Satanás e os seus anjos foram expulsos para a terra.

Outra questão que se levanta é: a que céus se refere Génesis 1:1?

Mais uma vez, a Palavra de Deus não nos deixa desamparados e esclarece-nos, se analisarmos alguns textos:

1) “Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo espírito da sua boca” (Salmos 33:6).

Que exércitos são estes? São os exércitos dos céus,tal como o próprio verso indica . Mas por quem é constituído esse exército dos céus? Sabemos que a Bíblia chama de exército aos anjos de Deus, que O servem, conforme podemos observar nestes versículos:

2) “E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo...” (Lucas 2:13);

3) “Mas Deus se afastou, e os abandonou a que servissem ao exército do céu, como está escrito no livro dos profetas: porventura me oferecestes vítimas e sacrifícios no deserto, por quarenta anos, ó casa de Israel?” (Atos 7:42);

4) “E como antes disse Isaías: se o Senhor dos Exércitos nos não deixara descendência, teríamos sido feitos como Sodoma, e seríamos semelhantes a Gomorra” (Romanos 9:29);

5) “E seguiam-no os exércitos no céu, em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro” (Apocalipse 19:14);

6) “Eis que o jornal dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras, que por vós foi diminuído, clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos Exércitos” (Tiago 5:4);

7) “Assim, os céus, e a terra, e todo o seu exército foram acabados” (Génesis 2:1).

A expressão “Senhor dos exércitos”, repetida inúmeras vezes em toda a Bíblia, é clara, trata-se dos exércitos do Senhor, os anjos celestiais.

No entanto, Génesis 2:1 acaba com esta dúvida de vez, indicando-nos precisamente o mesmo contexto de Salmos 33:6 “os céus, e a terra, e todo o seu exército”, ou seja, o exército dos céus e o exército da terra, isto é, tudo o que os céus contém, e tudo o que a terra contém. Podemos assim concluir que este exército é constituído não apenas pelos anjos celestiais, mas também por todo o universo e seus planetas, bem como pelos seres não caídos.

1) “Quando vejo os Teus céus, obra dos Teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste...” (Salmos 8:3); trata-se dos céus que contém a lua e as estrelas.

2) “Ele fez a terra com o Seu poder, e ordenou o mundo com a Sua sabedoria, e estendeu os céus com o Seu entendimento” (Jeremias 51.15).

3) “Ele é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para Ele como gafanhotos: Ele é o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda para neles habitar” (Isaías 40:22); se Deus está assentado sobre o globo da terra estes “céus” apenas se podem referir ao espaço sideral, isto é, todo o espaço para além da atmosfera terrestre, onde estão localizadas as estrelas e todos os outros planetas.

4) “Ele fez a terra pelo Seu poder; Ele estabeleceu o mundo por Sua sabedoria, e com a Sua inteligência estendeu os céus” (Jeremias 10:12).

Se isto ainda não bastasse, há ainda um aspeto que nos permite afirmar, com certeza, o fato de que estes “céus” correspondem ao espaço sideral.

A própria Bíblia (pelo menos na tradução da edição revista e corrigida João Ferreira de Almeida) faz a distinção entre “céus” (espaço sideral) de Génesis 1:1 e “Céus” (atmosfera terrestre) de Génesis 1:8.

De destacar que esta distinção surge única e exclusivamente nestes versículos, ao longo de toda a Bíblia. E mesmo assim a distinção apenas está presente desde o versículo 1 até ao versículo 8, pois no versículo 9, e a partir daí, no resto da Bíblia, quando se fala da atmosfera terrestre o termo utilizado é “céus”, como podemos observar nos versos 14, 17, 20 e em diante (nestes, porém, a distinção continua mesmo assim a ser efetuada, quando se está a falar da atmosfera terrestre, não pelas letras minúsculas ou maiúsculas, mas através do termo “expansão dos céus”. Mas, a partir daí desaparece totalmente).

Esta diferenciação, feita pela própria maneira como os termos estão escritos, é natural se tivermos em conta que no versículo 8 se trata de um nome próprio, que aliás, estava a ser utilizado pela primeira vez para designar algo, neste caso a atmosfera terrestre. Para além disso, o termo “céus” de Génesis 1:1 nunca poderia ser no sentido de atmosfera terrestre, pois esta só foi criada posteriormente, no versículo 8.

Ainda em Génesis 1:1, outra questão se coloca: a que “terra” se refere este verso?

a) A uma “terra” sem forma e vazia, sem qualquer tipo de luz, coberta de água. “E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas” (Génesis 1:2); “observei a terra, e eis que estava assolada e vazia; e os céus, e não tinham a sua luz” (Jeremias 4.23). Apesar do contexto aqui ser diferente e de ter passado muito tempo depois de Génesis 1:1, 2, Jeremias, como que tendo uma visão, faz uma descrição do estado desta “terra”, descrição essa que até mesmo nos termos é praticamente igual à de Génesis 1:2.

b) Esta “terra” representa o estado primordial do planeta, antes de Deus iniciar o seu processo de ordenamento e renovação, processo esse iniciado apenas a partir do verso 3, pois no verso 2 Deus estava presente mas ainda não tinha comçado a agir: “o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”. Trata-se de uma terra que existiria provavelmente sob a forma de matéria, talvez um “planeta morto”; “envias o teu Espírito, e são criados, e assim renovas a face da terra” (Salmos 104:30).

c) De fato, esta “terra” de Génesis 1:1 apenas se poderia referir a este “esboço” do planeta, pois a Terra (continente) propriamente dita só foi criada posteriormente, nos versículos 9 e 10: “... e apareça a porção seca. E assim foi. E chamou Deus à porção seca Terra...”

E mais uma vez, à semelhança do que aconteceu com a questão dos “céus”, a distinção entre “terra” (“esboço”) de Génesis 1:1 e “Terra” (continente) de Génesis 1:10 é feita também pela própria maneira dos termos estarem escritos, sendo que no verso 10 surge com maiúscula (na tradução João Ferreira de Almeida, edição revista e corrigida) pois é um nome próprio, uma designação que estava a ser dada a algo novo e que estava a surgir pela primeira vez. Esta distinção, tal como aconteceu com a questão dos “céus”, surge unicamente entre Génesis 1:1 e Génesis 1:10 (logo de seguida, no versículo 11 e em diante, já aparece “terra”, com minúscula e não maiuscúla) não estando presente em mais lado nenhum em toda a Bíblia.

Levantam-se assim algumas questões pertinentes: qual o motivo de surgir esta distinção na forma como os termos, “céus” e “terra”, foram escritos? Por que razão não surge esta diferenciação em lado algum na Bíblia, e apenas nestes versículos? Por três razões possíveis, algumas delas já enunciadas:

a) Os termos com maiúsculas são nomes próprios, dados a algo novo que surgia pela primeira vez;

b) Esta distinção surge apenas neste capítulo e nestes versos específicos provavelmente porque era justamente aqui que era necessário ela ser feita;

c) Depois dos termos “Céus” e “Terra” aparecerem não voltam a surgir, pois depois de atribuídos pela primeira vez seria desnecessário estar sempre a repetir e a própria distinção também seria desnecessária.

Conclusões

a) Foi para o “esboço” do planeta terra que Satanás foi precipitado, juntamente com os anjos que aderiram à sua causa (isso aconteceu no período designado “princípio”, de Génesis 1:1), pois a criação da Terra (continente) e do ser humano foram posteriores (Génesis 1:9, 10). A ação de criação e renovação deste “esboço” só foi iniciada no versículo 3.

b) A Terra propriamente dita, que consistia num único continente (a chamada “Pangea”, que ficou dividida posteriormente com o Dilúvio) só foi criada já no terceiro dia: “...e chamou Deus à porção seca Terra... E foi a tarde e a manhã o dia terceiro” (Génesis 1:10, 13); "eles voluntariamente ignoram isto: que, pela palavra de Deus, já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste" (II Pedro 3:5).

c) O planeta irá, de certa forma, regressar ao seu estado inicial (o “esboço”), depois da segunda vinda de Cristo, quando Satanás ficar cá sozinho durante o milénio, enquanto os filhos de Deus estarão no céu com Cristo. Podemos constatar isso pela descrição que é feita na Bíblia do estado em que o planeta ficará e estabelecendo os paralelismos:

.1) “Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há se queimarão” (II Pedro 3:10);

.2) “Eis que o dia do Senhor vem, horrendo, com furor e ira ardente, para pôr a terra em assolação, e destruir os pecadores dela. Porque as estrelas dos céus e os astros não deixarão brilhar a sua luz; o sol se escurecerá ao nascer, e a lua não fará resplandecer a sua luz... Pelo que, farei estremecer os céus, e a terra se moverá do seu lugar, por causa do furor do Senhor dos Exércitos, e por causa do dia da sua ardente ira” (Isaías 13:9, 10, 13);

.3) “Ai daqueles que desejam o dia do Senhor! para que quereis vós este dia do Senhor? trevas será, e não luz... Não será, pois, o dia do Senhor trevas e não luz? Não será completa escuridade, sem nenhum resplandor?” (Amós 5.18, 20);

.4) “Tocai a buzina em Sião, e clamai em alta voz, no monte da Minha santidade: perturbem-se todos os moradores da terra, porque o dia do Senhor vem, ele está perto: Dia de trevas e de tristeza; dia de nuvens e de trevas espessas, como a alva espalhada sobre os montes, povo grande e poderoso, qual desde o tempo antigo nunca houve, nem depois dele haverá pelos anos adiante, de geração em geração. Diante dele, um fogo consome; e atrás dele, uma chama abrasa: a terra diante dele é como o jardim do Éden, mas atrás dele, um desolado deserto; sim, nada lhe escapará...Como o estrondo de carros sobre os cumes dos montes, irão eles saltando; como o ruído da chama de fogo que consome a pragana, como um povo poderoso, ordenado para o combate... Diante dele, tremerá a terra” (Joel 2:1, 2, 3, 5, 10);

.5) “O grande dia do Senhor está perto, está perto, e se apressa muito a voz do dia do Senhor: amargamente clamará, ali, o homem poderoso. Aquele dia é um dia de indignação, dia de angústia e de ânsia, dia de alvoroço e de desolação, dia de trevas e de escuridão, dia de nuvens e de densas trevas...” (Sofonias 1:14, 15);

.6) “E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas, e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas” (Lucas 21:25);

.7) “E, havendo aberto o sexto selo, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra” (Apocalipse 6:12);

.8) “E, naquela mesma hora, houve um grande terramoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terramoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu” (Apoca. 11.13);

.9) “E houve vozes, e trovões, e relâmpagos, e um grande terramoto, como nunca tinha havido desde que há homens sobre a terra; tal foi este tão grande terramoto. E a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e da grande Babilónia se lembrou Deus, para lhe dar o cálix do vinho da indignação da sua ira. E toda a ilha fugiu; e os montes não se acharam” (Apocalipse 16:18, 19, 20).

Pormenores que se destacam: a terra ficará em trevas, desolada, vazia, como um deserto (Jeremias 4:23-28); as águas invadirão a terra (se bem que não permanecerão “e vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe” (Apocalipse 21:1); um tremor de terra gigantesco altera a geografia e topografia dos continentes, ficando a forma da terra alterada por consequência. O paralelismo com o “esboço” da terra de Génesis 1:1 é flagrante, as características são as mesmas (com a exceção de que o planeta não ficará totalmente coberto com águas).

Destaque também para Apocalipse 20:1-3: “e vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão... Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos; E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que mais não engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois, importa que seja solto por um pouco de tempo.E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que mais não engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois, importa que seja solto por um pouco de tempo.”

O lugar onde Satanás é lançado é descrito como um “abismo”, que é precisamente o mesmo termo utilizado em Génesis 1:2 para descrever o “esboço” da terra. O Pr. Mark Finley confirma este fato; no livro “Examinai Tudo”, pág.70, a respeito deste aspecto diz também “Apocalipse 20:1,2 acrescenta que Satanás está amarrado por uma cadeia de circunstâncias nesse “poço sem fundo”, ou abismo. A palavra grega “abussos” é a mesma palavra usada na tradução grega do hebraico do Velho Testamento para a frase “sem forma e vazia”. Em Génesis 1:2, quando Deus chamou o mundo à existência, ele era sem forma e vazio, isto é, um mundo desolado, envolto em trevas, um abismo onde nada existia, até que Deus separou a parte seca e criou então um novo mundo, cheio de vida. A terra será, de novo, reduzida ao nada. O pecado será destruído. Desse abismo do velho mundo, Deus criará uma nova terra de extraordinária beleza (II Pedro 3:13; Apoc. 21.1-5). "

O ciclo da Criação voltará assim a repetir-se. Em Génesis 1 o “esboço” da terra foi criado e depois Deus iniciou o processo de organização e renovação, surgindo o território retirado das águas. Da mesma forma, durante o milénio Satanás estará num planeta Terra muito semelhante ao “esboço” que existia em Génesis 1, mas depois disso, com a descida da Nova Jerusalém, tudo voltará a ser renovado e reorganizado (o que é confirmado, como se viu, pelo texto acima mencionado do Pr. Mark Finley).

A luz presente em Génesis 1:3 não era proveniente do Sol nem da Lua, pois estes só foram criados posteriormente em Gén. 1:14-18, no quarto dia da criação/remodelação da Terra. Mas esta iluminação era proveniente da glória de Deus; “porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo” (II Coríntios 4:6), tal como voltará a suceder na Nova Jerusalém: “e a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada. E as nações andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra. E as suas portas não se fecharão de dia, porque ali não haverá noite” (Apocalipse 21:23, 24, 25).

Da mesma forma, assim como na Nova Jerusalém o Sol e a Lua não serão necessários, também no “esboço” da terra de Génesis 1 não eram necessários porque Deus a iluminava, pois “o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas...” (Génesis 1:2), sendo como “lâmpada... e luz...” (Salmos 119:105).

Os criacionistas, de uma forma geral, atribuem uma idade de cerca de 6.000 anos à Terra: não se sabe, porém, quanto tempo teve o período designado “princípio” (Génesis 1:1), nem se sabe durante quanto tempo existiu o “esboço” da terra (Génesis 1:2).


FILIPE REIS - www.nistocremos.net

Sermão Dia Mundial Desbravadores 2009

Sabemos que dificilmente postamos algum material para o Clube de Desbravadores, mas amanhã é o dia Mundial deles! Parabéns a cada desbravador, conselheiro e diretores pela dedicação e amor ao clube!

Postamos o sermão sugestivo para ser pregado amanhã junto com um excelente power point que foi preparado pelo Edilson Vieira que é Líder Master.


ADRA patrocina seminário apresentado em comissão da ONU sobre mulheres

Vítimas de violência machista contaram suas histórias mediante apresentações de vídeo junto à Comissão das Nações Unidas Sobre Condição da Mulher no mês passado.

O seminário de relato de histórias, patricinado pela Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais [ADRA] apresentou mini-documentários como uma forma de informar as comunidades a respeito de violência machista. Muitos projetos da ADRA pelo mundo propiciam a mulheres oportunidades de se tornarem auto-suficientes, e patrocinar essa narrativa de suas histórias é um passo nesse rumo, afirmou um porta-voz da ADRA.

“Por apoiar métodos de comunicação que permita às mulheres falar candidamente sobre seus desafios e aspirações pessoais, estamos lhes concedendo uma voz que contribuirá por fim para transformar suas próprias comunidades para melhor”, declarou Hearly Mayr, dirigente da ADRA para conscientização pública.

Essas curtas producões expressam as muitas e variadas experiências e desafios que as mulheres por todo o mundo defrontam numa base diária”, disse John Torres, gerente titular de relações públicas da ADRA.

Os vídeos contam relatos de mulheres em relacionamentos abusivos, e empregam fotos e vídeos que as próprias mulheres editam.

Os projetos de relato de histórias foram organizados pelo Centro Digital Para Relato de Histórias em Berkeley, Califórnia, EUA. A representante do Cento, Amy Hill, apresentou os relatos digitais a pedido da ADRA durante a convenção da ONU.

Hill, dirigente de O Silêncio Fala/Projetos Especiais do Centro Digital Para Relato de Histórias apresentou vídeos preparados por mulheres da África do Sul, Uganda e Estados Unidos.

A comissão da ONU, realizada no mês passado em Nova York, foi originalmente criada em 1946 para avaliar o progresso no rumo da igualdade entre os sexos, identificar desafios que ainda restam, estabelecer padrões globais e criar políticas para o progresso das mulheres.

Para maiores informações visite www.adra.org .
Silver Spring, Maryland, United States
Nadia McGill/ANN Staff

Batismo não é o fim da jornada, diz dirigente da Igreja Adventista

Embora seja mais conhecido entre colegar por apresentar anúncios nas reuniões administrativas com bom-humor, G.T. Ng tem uma mensagem sobre crescimento de Igreja que não poderia ser mais séria.

Durante suas viagens ao redor do mundo, Ng, secretário-associado para a Igreja Adventista do Sétimo Dia, tem uma apresentação particular que ele gosta de cumprir. O primeiro slide diz, “Infanticídio: Destino dos Recém Nascidos”. Uma foto de uma mãe sorridente segurando um bebê aparece sobre a tela do salão de conferências. “Antes do batismo prodigalizamos os candidatos [para batismo] com amor e atenção”, Ng lê. “Depois do batismo, muitos novos bebês em Cristo são deixados a afundar ou nadar”.

Para alguém como Ng, os que afundam e nadam são surpreendentemente óbvios. As responsabilidades de seu trabalho incluem a análise de membresia da Igreja e dados sobre dízimo para várias das regiões mundiais e compartilhar as suas descobertas.

Por exemplo, ele mostra os registros de membros dos anos de 2001 a 2005. Ele não revela de onde são os registros, mas é uma subseção da Igreja Mundial que opera com fundos propiciados pela Igreja, ou uma “união missão”. Áreas auto-sustentáveis são referidas como “uniões conferências” [na terminologia em inglês]. Em 2002, os números de membros para a região dispararam. Em 2003, contudo, a mesma área perdeu mais de 13.000 membros.

“Se percebo quedas ou aumentos drásticos, pergunto-me por quê”, diz Ng. Nesse caso citado, a união missão “limpou os livros” no ano anterior — removendo membros que se transferiram, que pediram que seus nomes fossem removidos, ou não mais praticam a fé adventista.

O procedimento de atualizar os livros está finalmente tomando forma na Igreja Adventista do Século 21. O Paquistão foi a primeira área da Igreja Mundial a realizar uma auditoria de membros desde o início dos anos da década de 1900, declara Bert Haloviak, diretor do Escritório de Arquivos e Estatísticas para a Igreja Adventista.

A auditoria inicial no Paquistão teve lugar em 1998, com áreas por todo o mundo seguindo-se logo depois, disse Haloviak. A maioria das regiões eclesiásticas completou auditorias nos últimos dez anos, inclusive a maior parte da Ásia, África, América do Sul e Europa.

A Índia é o único país que nunca realizou uma auditoria de membros, declara Ng. E a Índia é o seu próximo destino. Durante sua viagem em junho, ele educará dirigentes da Igreja local de três uniões sobre a importância de limpar os registros de membros, bem como ensinar os melhores métodos para realizar isso.

“A maior parte das áreas percebe isso como a coisa certa a fazer”, declara Ng. Ele diz que espera ver todas as regiões eclesiásticas participando. Pedir auditorias de membros é um assunto delicado, admite Ng.

“Muitos encaram a perda de membros como uma perda de imagem”, comenta ele, mas acrescenta que encarar a realidade é mais importante. Seja por apatia ou por deliberada negligência, os membros da Igreja têm causado a morte espiritual de muitos novos crentes, e uma auditoria de membros revela claramente quantos membros se foram.

Como as apresentações de Ng mostram, a perda de membros pode ser elevada. O sub-secretário para a Igreja a nível mundial, Larry Evans, declara que dar enfoque exagerado a um único aspecto do crescimento, como o aumento de membros, tem desempenhado uma parte na perda de novos membros. No atual modelo administrativo, os pastores e administradores somente recebem crédito por novos membros acrescentados.

“Creio que precisamos perguntar não só quantos estamos batizando, mas quantos estamos restaurando”, opina Evan. “Estamos apenas falando sobre um aspecto, somente tratando sobre evangelismo”.

Ao final de todas as suas apresentações, Ng conclui com este pensamento: Jesus não tinha a intenção de que o batismo fosse o fim de nossos esforços evangelísticos.

Muitos membros da Igreja confundem o acréscimo de novos membros com fazer discípulos — o processo de nutrir e desenvolver que deve perdurar após uma pessoa vir para a igreja, declara Ng. “Ir, batizar e ensinar contribuem para o cumprimento da comissão, e não são um fim em si mesmos”.

Comentário da Lição - Lição 4 - Gilson Nery

Lição 04. Segundo trimestre. 18 a 25 / 04 / 009
Comentários de Gilson Nery
Esc. Sabatina.

V i d a

“Eu Sou” a Vida, disse Jesus, e, para os que perderam a vida ou o sentido da vida, Ele diz: “Eu Sou” a Ressurreição. João 14:6; 11:25; sem Cristo não existe vida e nem ressurreição, em nenhum aspecto da existência de seres vivos em nenhuma parte do Universo, Ele é o Alfa e o Ômega da nossa vida, a Sua presença significa vida e ressurreição, a Sua ausência significa, vida curta sem sentido e morte sem ressurreição; para os que perderam a vida dos seus queridos Cristo diz: “Eu abrirei as suas sepulturas e os tirarei de lá com vida abundante e eterna. ( Ezq. 37:12-13; João 5:28-29;Dan. 12:2. Amém, ora vem Senhor Jesus! O sentido etimológico da palavra vida, pode ser, o inverso de morte, e, o seu sentido teológico é, Jesus Cristo, o Príncipe da Vida. A Bíblia diz que Deus é Fortaleza e o Manancial da nossa vida ( Sl. 27:1;36:9 ) e, que a Sua graça é melhor que a vida ( Sl. 63:3 )e, isso é assim, porque é em Cristo através de Sua graça, que nós temos vida, vida em todos os seus aspectos. Durante milênios a humanidade tem procurado a fonte da juventude eterna, mas, a grande maioria a tem procurado em lugares errados; como citado acima, a única Fonte da juventude eterna é o Criador da vida, Ele é o Manancial da vida, mas, como diz o Próprio Deus: “O Meu povo fez duas maldades: Amim Me deixaram, o Manancial de águas Vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas que não retém as águas.” Jr. 2:13. Procurar a Fonte da juventude eterna em sistemas e teorias filosóficas, ou mesmo que seja no aspecto teórico e teológico em si, das verdades eternas e, mesmo que seja “respeito” do Próprio Cristo, Deus o Pai Celestial e o Espírito Santo, não é suficiente, o Pai Celestial Teórico e Filosófico, o Filho de Deus, o Espírito Santo e Sua Palavra, apenas teórico e filosófico e até mesmo teológico em um sentido acadêmico simplesmente, não se constitui, em si mesmo, a Fonte da juventude eterna, estes sistemas, muito importantes e vitais, são como meios indicativos Desta Fonte da vida eterna e, não são, em si mesmo, esta Fonte, Deus não é uma teologia, não é uma Filosofia, não é uma teoria e nem um sistema, Deus é uma Pessoa Real, Física e palpável e, que habita em uma parte do Universo, também, real, literal, físico e palpável e, que, em Espírito e no Seu espírito, habita, também, com o contrito e o abatido de espírito. Isa. 57:15. Permitir que Deus habite conosco e ocupe o trono da nossa vida como o Único Soberano e Senhor nosso, significa possuir a Fonte da juventude eterna, vida eterna já no presente e, que esta se inicia em nós desde os primeiros goles de água Desta Fonte e Manancial. Veja João 4:13-14; 3:36; 5:24;6:47 e I João 5:12-13.

Verso para memorizar: É quando Deus ocupa o trono do nosso coração, que somos vivificados por Sua presença e temos vida em abundância e nos iniciamos na vida eterna aqui e agora, Este Deus desceu do Seu alto e sublime Trono na eternidade ( Isa. 57:15;6:1-3 ), Se tornou Humano, viveu, morreu e ressuscitou para que pudéssemos possuir vida abundante e eterna, portando, esta vida abundante mencionada por Cristo, nos pertence por direito Seu e mérito Seu, já e agora, não é uma promessa apenas para o futuro, ela abrange cada minuto da nossa vida presente e nos impele para a vida futura na Cidade Eterna, quando não haverá nenhuma interrupção de vida. Amém!

Parte de domingo. O dom da vida.
Admitir ao acaso, a origem de aparelhos de altíssima complexidade, como computadores e relógios da alta precisão, é equivalente a uma loucura, uma imbecilidade e coisas de mentecaptos, dirá qualquer ser inteligente e equilibrado; o mesmo raciocínio deveria prevalecer, e, com muitíssima mais razão e lógica, para a origem do Universo e dos seres viventes, que são de muitíssima mais complexidade do que qualquer aparelho criado pelo homem, quer sejam racionais ou irracionais.
Perg. 01 – A origem da vida está Naquele que possui vida inerente e, é a Vida em Si Mesmo; é o dogma ( não ciência ) da evolução da espécie, que admite que é possível que toda esta avalanche de tecnologia avançada e de alta complexidade e precisão, tenha vindo por um mero acaso de uma explosão dos elementos que são formados. A revelação aponta o Criador da vida, um Ser Inteligente e Pessoal, e, isto é lógico e racional, para seres racionais, é Claro, mas não para os irracionais, naturalmente.
Perg. 02 – O maravilhoso milagre da formação da vida humana pela ação de um Ser Pessoal, Inteligente e Todo Poderoso, o texto afirma que sem Ele nada do que foi feito se fez.

Parte de segunda feira. A vida física.

Perg. 03 – Jesus Cristo procurava restaurar a saúde das pessoas; 2.000 porcos foram sacrificados e, um ser humano foi curado; os porcos não foram sacrificados por ato de Cristo, mas por permissão à título precário e para que possamos nos conscientizar do valor que Cristo dá ao ser humano, mas isto significa uma insignificância absoluta, comparada ao sacrifício de dimensões infinitas, que a Divindade fez ao sacrificar o Seu Próprio Filho, arriscando perdê-Lo para sempre e toda a eternidade, para pagar o preço da nossa salvação eterna.
b – Recreação aprovada por Cristo, mas, que diferença das nossas recreações de hoje em dia! Se os jovens Adventistas de hoje, estivessem naquelas recreações orientadas por Cristo, ficariam desapontados e inquietos por não encontrarem ali os seus sistemas recreativos modernos como jogos e outras frivolidades e chocarrices, que já existiam naquela época mas que não foram aprovadas por Cristo.
c- Foram, aproximadamente, umas 15.000 pessoas que foram alimentadas com apenas cinco pães e dois peixes, que era o lanche daquele jovem previdente. Quando os nossos parcos e limitados recursos passam pelas mãos de Cristo e recebem a Sua bênção, estes se multiplicam e, se multiplicam mais ainda a medida que procuramos distribuir as multidões a medida que recebemos das mãos de Cristo. Este histórico nos fala sobre o interesse que Cristo sempre teve em nossa vida secular, Ele não está interessado apenas no nosso futuro eterno, mas, também, em nossa vida presente, mas, precisamos colocar em Suas mãos todos os nossos reduzidos recursos para que sejam abençoados e, acima de tudo o nosso coração precisa ser colocado em Suas mãos para que seja curado e abençoado.
d – Deus nos deu o Seu Sábado originário da Sua semana padrão da Sua criação, para que nos conscientizássemos sempre de que Ele é nosso Descanso, o nosso Refrigério e a origem da nossa vida e, como um antídoto contra a imbecilidade de teorias evolucionistas que O excluem das nossas verdadeiras origens. Deus gosta imensamente de Se encontrar conosco em tempo integral e para isso designou o Dia específico e sétimo da Sua semana, a semana da criação, da nossa criação; todos os dias podem ser consagrados a Deus para adoração por escolha nossa, mas Deus escolheu este dia especial de origem da Sua semana criada por Ele, para um encontro especial de 24 horas em tempo integral e, este dia, segundo o Seu plano e propósito, deve ser o sinal entre Ele e o Seu povo para toda a eternidade.
d – Resp. Quando Cristo disse que até mesmo os fios de cabelo da nossa cabeça estão todos contados por Deus, ( Mt. 10:30 )significa que os mínimos detalhes de nossa vida terrestre são de Seu interesse e, que, nós deveríamos conversar com Ele sobre estes mínimos e aparentemente insignificantes detalhes. Note, conversar e não rezar palavras repetidas no sistema de gravação ou na base dos papagaios, Deus quer conversar conosco como um amigo conversa com o seu amigo. Sl.(Salmo)62:8; em algumas traduções, existe uma diferença de um capítulo, é só verificar.

Parte de terça feira. Vida espiritual.

Perg. 05 – Como podemos ser “novas criaturas” em Jesus? Resp. nascendo de novo pelo poder do Espírito Santo; pela ordem os processos divinos do novo nascimento:
1 – Ato de Deus planejado desde a eternidade passada, obviamente, sem a participação humana. Reis, 16:25;Ef.1:4,5;I Pd. 1:19-20;Apc. 13:8; Etc;
2 – Conscientização e ponto de atração, Cristo exercendo atração no ser humano; operação divina sem a participação do homem.
3 – Inicio da gestação da fé; ato de Deus sem a participação humana, dom de Deus. Rom. 12:3;At.3:16; Jd.3; este dom é concedido e comunicado a todo o ser humano.
4 – O nascimento da fé, ( obviamente, depois da gestação vem o nascimento ), ato de Deus, através do Evangelho. Rom. 10:17; Jd. 3.
5 – Operação no homem ( não por ele, mas nele ), para que creia. Ato de Deus ajudando-o a crê. Mc. 9:24.
6 – A crença. Ato do homem operado pelos atos de Deus mencionados acima, ajudando-o a crer. Fil. 2:13 e o verso 12; note esta seqüência de frases deste texto: “Operai a vossa salvação...” “porque” Deus é que opera “em” vos...” Etc. Nesta altura dos atos de Deus mencionados acima, o homem está de posse de possibilidades de operar, ainda ajudado por Deus, a sua salvação.
07 – Entrega completa e sem reservas ( ou não entrega, Deus não elimina a capacidade do livre arbítrio )a Cristo. Ato do homem que foi atraído pelo poder e virtude de Cristo. II Cr. 19:9;Mt. 21:42.
08 – Arrependimento; ato de Deus; o homem recebe ( ou não recebe, ele pode rejeitar se quiser ), o dom do arrependimento, o verdadeiro arrependimento, ao contemplar o grande e profundo amor da Divindade em arriscar-Se, em Cristo, a perder a Sua eternidade, vindo ao mundo como Homem, viver uma vida de violentas tentações e morrer morte sem esperanças, ou seja, a natureza da segunda morte, para salvá-lo.
09 – Canonização ( justificação por imputação da justiça de Cristo em apenas alguns segundos ); ato de Deus sem as obras do homem ao crer ele em Cristo como o seu Substituto que morreu a natureza da segunda morte em seu lugar aceitando este supremo sacrifício como o ÚNICO E ABSOLUTO mérito para a sua salvação; crente e arrependido, é justificado, e perante a lei aparece como completamente inocentado e sem nenhuma condenação, está vestido com as vestes reais da justiça e nobreza Daquele que é a Justiça Nossa.
10 - Confissão, justificação da Pessoa de Deus. Este homem justificado e salvo, agora justifica a Pessoa de Deus confessando perante todo o Universo, os seus pecados; não se trata de uma confissão no sentido de historiar os seus pecados perante Deus, mas de uma confissão que reconhece no mais profundo da sua alma, que Deus não é absolutamente e em nenhum aspecto, responsável pelos pecados que cometeu, e, com este testemunho precioso, tira a Pessoa de Deus do banco dos réus que dentro do grande contexto do conflito dos séculos, aí foi Colocado pelo pecado e seu autor e originador. Esta preciosa alma, torna-se uma testemunha de Deus perante todo o Universo. Isa. 43:10.
11 – Perdão. Ato de Deus. É uma ação judicial da parte de Deus que cumunica ao perdoado o livramento da condição de escravo do pecado, colocando-o em situação de um ser livre para escolher com poder de decisão própria para continuar ou não na situação de perdoado, justificado e salvo. Ficou livre da condenação do pecado e naquele momento se iniciou na vida de cidadão livre no reino da graça de Cristo. Nasceu de novo, é uma nova criatura nascida na família do Segundo Adão.
12 – Conversão. Ato de um homem já justificado, perdoado e salvo, mudança de rumo, retomada de posição, prática das primeiras obras motivadas pela fé, amor e pelo poder da graça de Cristo associadas ao esforço humano.
13 – Santificação, ou seja, adaptação ao Céu. Conservação da bênção da justificação. Ato do homem em associação com Cristo. O homem fazendo o seu melhor, não para se salvar, mas porque já foi salvo, e, Cristo associando e impregnando todas as obras do homem, desde as suas orações, cânticos de louvor e, em todos os seus esforços, lutas e batalhas contra o pecado, com o “incenso” da Sua justiça, que empiricamente e na pratica ( agora não somente judicialmente e em sentido forense ), o homem vai adquirindo a justiça que lhe é comunicada por Cristo. O homem agora está fazendo o seu melhor e Cristo complementando com a Sua Graça aquilo que falta, não em sentido de mérito para a salvação, não, absolutamente não, mas sim, em sentido de adaptação ao Céu, trata-se de uma pessoa já salva que se encontra se adaptando a vida futura, esta pessoa já salva, agora se encontra lutando para não parar de crescer até a estatura completa de Seus Salvador, como Homem, naturalmente; agora ele já está correndo a carreira proposta, olhando para Jesus; está andando sobre as águas, ( Heb.12:1 e 2;Mt.14:29;I Pd. 2:2;Dt. 8:3;Ef.4:13. Note bem, estar andando, não sendo carregado por Cristo sobre as águas.
14 – Glorificação. Ato de Deus sem a nossa participação, em um momento de um abrir e fechar de olhos, o nosso corpo mortal será revestido de imortalidade e será, também revestido de glória. I Cor. 15:51-53.
15 – Trasladação. Ato de Deus sem a participação humana. Em Sua vinda, Cristo não virá, propriamente dito, salvar o Seus povo, mas virá buscar um povo já salvo e glorificado, faltando apenas ser levado para as Mansões Celestiais onde nos esperam os luxuosos palácios de marfim. Sl. 45:8.
Perg. 06 – Aceitar a Divindade no trono dos nossos corações significa a criação, em nós, de uma nova índole e motivações nobres e santificadas para cada dia morrermos e ressuscitarmos com Cristo ( I Cor. 15:31;Rom.6:6 ), embora ainda tenhamos que conviver com a nossa velha natureza pecaminosa que deve ser mantida em sujeição pelo poder da graça de Cristo até a glorificação, quando será eliminada totalmente e para sempre.

Parte de quarta feira. Vida social.

Perg. 07 – Precisamos, na medida do possível fazer amizade com todos, mas não devemos nos esquecer que o evangelismo mundial não pode depender de fazermos amizade com todos para a seguir pregarmos este Evangelho, porque, neste caso, teríamos que ficar por aqui mais alguns milhares de anos tentando o impossível e, não devemos nos esquecer, também, que Cristo nos diz que “ai de nós quando todos disserem bem de nós;” Lc. 6:26 e, também, que a Bíblia diz que todos que quiserem viver piamente em Cristo Jesus, padecerão perseguições e, o Próprio Cristo disse que não veio trazer paz a terra e, isso é assim porque a humanidade não aceita os princípios do reino de Deus contidos no Evangelho de Cristo. A amizade tem o seu lugar, mas está muito longe de ser uma meta atingida com todos antes de pregarmos o Evangelho, também não devemos nos esquecer dos perigos da amizade com o mundo de que fala a Bíblia Sagrada, Tiago 4:4, especialmente a juventude precisa ser muito advertida sobre isso. Sl.1.

Parte de quinta feira. Plenitude de vida.

Componentes de uma vida plena.
1 – Uma vida cheia de possibilidades com o Deus que pode realizar até mesmo o impossível.
2 – Uma vida com propósitos e motivações santificados.
3 – É uma vida plena de paz interior embora e, muitas vezes, não tenhamos paz exterior.
4 – É uma vida com missão, não existe cristão não missionário.

Perg. 08 – Passar pela vida suportando um jugo desigual, por exemplo, é a pior de todas as maldições; casar com um cônjuge feminista ou machista, é outra maldição que não devemos desejar nem mesmo para os nossos piores inimigos; riquezas em demasia e pobreza e miserabilidade sem Deus, é “ o fim da picada,” não existe nada pior. Veja e compare com, Prv. 30:8;21:9,19; 25:24;27:15;II Cor. 6:14-15.
Pág. 51 - , em vida abundante. Na realidade, a luz nunca foi criada, ela foi projetada aqui neste rincão do nosso sistema solar, esta sempre existiu com Deus, e, esta foi a luz que brilhou por aqui antes da função da nossa estrela, o sol.


Que em todos os aspectos da nossa vida Cristo seja o nosso Astro Rei iluminando todos recantos do nosso sistema solar pessoal. Amém!

Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.
E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.
Estado de S. Paulo.Brasil.
Classe Universitários
www.oestadio.com/escola.shtml

Jesus é um deus menor? Mateus 24:36

Se Deus o Pai, Jesus e o Espírito Santo são um só, por que Deus - e só Ele - sabe a hora da volta de Jesus? R.B, por e-mail.

Obrigado por assistir o programa “Na Mira da Verdade”!

Realmente, a Bíblia afirma em diversos textos que Deus o Pai, o Filho e o Espírito Santo – a Três Pessoas – são um Deus no sentido de UNIDADE e não de personalidade. Dois dos muitos textos que distinguem as Pessoas da Divindade e as igualam na essência Divina são Mateus 28:19 e Judas 1:20,21:

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome [no grego onoma – nome - este termo está igualando as Três Pessoas!] do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”

“Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna.”

Apenas esses dois textos já seriam suficientes para provar que a Divindade é composta por Três Pessoas iguais em poder, caráter e propósito. Mas, com personalidades distintas.

O CONHECIMENTO DE JESUS E A SALVAÇÃO ETERNA

Nossa salvação depende do correto conhecimento que temos de Deus (João 17:3), o que torna sua pergunta muito importante. A pessoa que acredita que Quem morreu na cruz no seu lugar foi Deus mesmo, dá outro valor à salvação, diferente daquele que acredita ser Jesus uma criatura. Por isso, vamos analisar Mateus 24:36 e entender o porquê de Jesus não saber o dia da volta dEle se Cristo também é Deus.

NA BÍBLIA EXISTEM DOIS TIPOS DE TEXTOS SOBRE JESUS

A mesma Bíblia que diz que Jesus “é menor que o Pai” (João 14:28) afirma que Cristo é o “Pai da Eternidade” (Isaías 9:6). Isso prova que há nas Escrituras pelo menos dois tipos de textos referentes à Pessoa de Jesus (o que não significa uma contradição):

1) Aqueles que colocam o Salvador numa posição de inferioridade em relação ao Pai (e que se referem à Sua condição de encarnado);

2) Aqueles que colocam a Jesus numa posição de igualdade em relação ao Pai (e se referem à condição Divina dEle).

Portanto, para chegarmos à conclusão honesta a respeito da pessoa de Jesus precisamos considerar os dois tipos de textos.

A subordinação de Cristo em relação ao Pai é apenas funcional devido à encarnação dEle. Na redenção, cada Pessoa da Divindade assumiu uma função diferente. 1 Coríntios 15:24-28, por exemplo, trata da subordinação funcional de Cristo durante a eternidade, pois Ele continuará para sempre com a natureza divino-humana. A questão aqui abordada não é que a natureza de Cristo é inferior à do Pai. Isso por pelo menos dois motivos:

1) O próprio Paulo diz em Romanos 9:5 que Jesus é Deus Bendito;

2) Apocalipse 22:1 e 3 mostra que Jesus, mesmo estando subordinado ao Pai (na função) por causa de Sua encarnação, estará no comando do universo.

Cristo não poderia ser inferior ao Pai na essência divina porque aí teríamos que admitir o politeísmo, que ensina que há um “Deus maior” e outro “deus menor”.

AGORA PODEMOS ENTENDER MATEUS 24:36!

Depois dessas considerações, não fica difícil entendermos Mateus 24:36 que afirma: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai.” Basta fazermos uma pergunta, com base nos textos bíblicos mais fáceis (esse é o método correto de se interpretar as Escrituras):

Esse texto se refere ao Jesus Divino, igual ao Pai em Divindade (Colossenses 2:8, 9) ou ao Cristo encarnado (João 1:14), que limitou o conhecimento dEle em Sua humanidade (Mateus 24:36) e que assumiu uma função diferente no plano de salvação?

Para ajudar na resposta a tal pergunta podemos ler Marcos 2:5-8 e ver que, mesmo em Sua humanidade, houve ocasiões em que Jesus manifestou qualidades Divinas ao (1) perdoar pecados (algo que só Deus pode fazer!) e (2) ler os pensamentos das pessoas (outra coisa que só Deus pode realizar, como afirma 1 Reis 8:39!).

CONCLUSÃO

Sendo que Cristo é tanto Divino quanto humano, não há dúvidas de que Mateus 24:36 se refere a Cristo na condição dEle de encarnado, enquanto que Colossenses 2:8, 9 ao Cristo Divino e igual ao Pai.

Hoje, depois de entronizado no Céu (Hebreus 1:1-3) e ter reassumido a Sua posição original, com certeza Cristo já sabe o dia e a hora da volta dEle.

Há outros textos usados contra a Divindade de Cristo que não foram abordados na presente resposta. Se quiser um material para que possa estudá-los poderá escrever para o programa “Na Mira da Verdade”. Rede Novo Tempo, Caixa Postal 7. CEP: 12300-970. Jacareí, SP. E-mail: namiradaverdade@novotempo.org.br

Um abraço e fique com Deus,

Leandro Quadros
Jornalista

www.novotempo.org.br/namiradaverdade

O que é o Jugo Desigual?


divorce2Aqueles que trabalham com aconselhamento para jovens e adolescentes já perceberam que existem algumas temáticas que estão ficando cada vez mais frequentes: estilos de música, depressão, masturbação, bebidas alcoólicas, divertimentos, sexo antes do casamento, entre outros.
Um desses “outros” temas muito discutido e, infelizmente, presente em grande parte de nossas congregações é oJUGO DESIGUAL, ou seja, o namoro, noivado ou casamento de um Adventista com um não-Adventista, apesar dos frequentes apelos e orientações enviadas às igrejas, através dos livros, revistas, lições e demais publicações voltadas ao público jovem. Parece que, em matéria de “coração”, não damos muita atenção ao “Assim diz o Senhor”.
É comum ouvirmos expressões do tipo:
“Na igreja não há bons rapazes para se namorar”.
“As meninas são muito inconstantes”.
“Meu(minha) namorado(a) não é Adventista, mas é mais cristão(ã) do que muitos Adventistas que conheço”.
“Já procurei mas não encontrei ninguém que me atraia na igreja”.
“Ele(a) é super compreensivo, e não me impede de viver a minha fé”.
“Eu tenho certeza que ele(a) se converterá futuramente”.
“Eu conheço um casal que casou em jugo desigual, mas depois ele(a) se converteu e hoje vivem felizes na igreja”.
E por ai vai…
Este tema é muito importante, pois é uma das maiores causas de apostasia entre os jovens Adventistas da atualidade. Portanto, é necessário que ele seja amplamente debatido e os jovens recebam o devido aconselhamento para que tenham relacionamentos saudáveis, duradouros e fundamentados na Palavra de Deus - nossa FONTE de fé e prática. Não basta apenas “disciplinar” (o que, aliás, não me parece correto pelo Manual da Igreja, como já escrevi aqui anteriormente).
Em 2003, quando realizei um trabalho evangelístico na cidade de Maceió-AL, conheci uma jovem senhora que, na época, já fazia 22 anos que estava casada, e me falou que NUNCA havia sido feliz em seu casamento. O motivo? Jugo desigual…
Ela era uma jovem atuante na igreja, nascida em lar Adventista, mas que se deixou influenciar por uma “paixão” da adolescência, que transformou-se em namoro, noivado e… casamento. Seu esposo, desde o início, demonstrou que não era um “bom partido”, mas ela me disse que parecia estar “cega” aos sinais que Deus lhe enviava constantemente. O resultado? Uma vida inteira de infelicidade e declínio na fé, e agora com os filhos…
Devido ao fato de o número de mulheres ser bem superior ao de homens em nossas congregações, parece que as jovens estão mais sujeitas a enveredarem pelos caminhos tortuosos e perigosos do jugo desigual. Por isso, os líderes (pastores, anciãos, diretores de jovens, etc.) precisam atentar para uma “lacuna” que existe em alguns lugares, no sentido de que não são promovidos encontros, seminários, eventos, etc., que permitam aos jovens Adventistas conhecerem outros solteiros dentro dos nossos “arraiais”. A Internet tem ajudado para encurtar distâncias, mas, como eu disse recentemente a uma jovem que me procurou para aconselhamentos neste sentido, todo homem na Internet é rico, bonito, inteligente, romântico, respeitador, etc… Portanto, queridas jovens, cuidado! rsrs
1. O Jugo Desigual
A Bíblia contém amplos conselhos que orientam a uma boa escolha do parceiro para a vida. Em2Co 6:14 encontra-se um excelente e clássico exemplo: “não vos prendais ao jugo desigual com os incrédulos”.
Já na época de Abraão, havia preocupação por parte dos pais religiosos sobre este assunto (Gên. 24:3). O Comentário Adventista diz que “a demora em fazer planos para o casamento de Isaque, provavelmente se devia ao desejo de Abraão, em evitar que seu filho tomasse por esposa uma Cananéia”. Semelhantemente, Isaque pediu a Jacó para não tomar “esposa de entre as filhas de Canaã” (Gên. 28:1) pois, “ele não as via com bons olhos” (Gên. 28:8). Posteriormente, após o êxodo, Deus proíbe Seus filhos de contraírem matrimônio com as filhas das outras nações (Deut. 7:3), porque, “não pode haver felicidade nem segurança nas alianças feitas com os que não amam nem servem a Deus. As trágicas experiências de Esaú (Gên. 26:34, 35) e Sansão (Jz 14:1) são testemunho eloqüente em favor da admoestação divina de manter-se separados dos incrédulos” (CBASD).
Avançando ao Novo Testamento, observar-se-á que Paulo também coloca a impossibilidade de ligação entre o santuário de Deus e os ídolos, por isso, um acordo ou uma aliança entre crentes e incrédulos é igualmente inconcebível. Pois, “quando se trata de uma relação tão estreita como o matrimonio, o cristão que verdadeiramente ama ao Senhor, em nenhuma circunstância se unirá com um incrédulo, mesmo que tenha a nobre esperança de ganhá-lo para Cristo, o que em outras circunstancias seria digno de elogio” (CBASD).
É bom lembrar que “jugo desigual” significa uma “diferença” entre o casal, ou seja, também entre dois Adventistas ele pode ocorrer: idades muito diferentes, nível social muito diferente, escolaridade muito diferente, ideais de vida muito diferentes, etc.
2. Vitimas do Jugo Desigual
Ellen White também afirma que “o corpo deve ser o servo da mente, não a mente a serva do corpo” (Patriarcas e Profetas, pág. 562). Esse principio é fundamental na escolha de um(a) namorado(a), pois “houvesse Sansão obedecido às ordens divinas tão fielmente como fizeram seus pais, e seu destino teria sido mais nobre e mais feliz” , no entanto “uma jovem que habitava na cidade filistéia de Timna, conquistou as afeições de Sansão e ele decidiu fazer dela sua esposa. A seus pais tementes a Deus, que se esforçavam por dissuadi-lo de seu propósito, sua única resposta era: ela agrada os meus olhos. os pais finalmente aderiram aos seus desejos, e realizou-se o casamento” (Idem).
Em sua festa nupcial foi levado sansão à associação familiar com os que odiavam a Deus. Quem quer que voluntariamente entre para uma relação tal, sentirá a necessidade de se conformar até certo ponto com os hábitos e costumes de seus companheiros… Quantas vezes se efetuam casamentos entre os que são tementes a Deus e os ímpios, porque a inclinação governa a escolha de marido e mulher!” (Idem, pág. 563).
Se o namoro em jugo desigual evolui para um casamento, como os filhos serão criados? Tomarão café ou cevada? Irão à escola dominical, sabatina ou à catequese? Comerão feijoada (mistura de “feijão” com “porcaiada”)? Acreditarão em fantasmas ou no sono da morte? No por-do-sol da sexta estarão no culto da família ou assistindo Malhação? No sábado à tarde estarão na classe bíblica do juvenis ou na “pelada” com o papai? Etc… Etc… Etc…
3. O que diz o Espírito de Profecia?
De acordo com Ellen White, “seja todo passo em direção da aliança matrimonial caracterizado pela modéstia, simplicidade, e sincero propósito de agradar e honrar a Deus. O casamento afeta a vida futura tanto neste mundo como no vindouro. O cristão sincero não fará planos que Deus não possa aprovar” (Ciência do Bom Viver, pág. 359).
É indispensável observar esses pontos, pois “é da hora de seu enlace matrimonial que muitos homens e mulheres datam seu êxito ou fracasso nessa vida, e suas esperanças de existência futura” (O Lar Adventista, pág. 43). Lembra-se do exemplo da irmão lá de Maceió?!
Procure para lhe ficar ao lado, aquela [jovem] que esteja habilitada a assumir a devida parte dos encargos da vida, cuja influencia o enobreça e refine, fazendo o feliz com seu amor” (Idem, pág. 45-46).
Trará aquela a quem desposais, felicidade ao vosso lar? É econômica, ou há de quando casada, gastar não somente todos os seus rendimentos, mas todos os vossos, para satisfazer a vaidade, o amor da aparência? São seus princípios corretos nesse sentido?” (Idem, pág. 46).
Receba a jovem como companheiro vitalício tão-somente ao que possua traços de caráter puros e varonis, que seja diligente, honesto e tenha aspirações, que ame e tema a Deus” (CBV, pág. 359).
Evitai aquele que ama a ociosidade; evitai o que for zombador das coisa sagradas”, [pois] “Deus não dá Sua sanção a uniões que Ele proibiu expressamente” (cf. Lar Adventista, pág. 47 e 61).
4. O Namoro que Deus Aprova
O namoro é um passo importante na escolha, desde que seja seguido corretamente, pois “o modo secreto pelos quais se fazem namoros e casamentos é a causa de grande quantidade de miséria, da qual só Deus conhece a completa extensão” (Fund. Educação Cristã, pág. 103) .
O jovem que anda em companhia de uma jovem e capta a sua amizade sem o conhecimento dos pais dela, não desempenha um nobre papel cristão para com a moça e seus pais… casamentos contratados sob tais influências não estão de acordo com a palavra de Deus” (Mens. Jovens, pág. 57-58).
Os namoros e casamentos imprudentes, profanos não podem deixar de dar em resultado disputas, contendas, condescendência com irrefreadas paixões, na infidelidade de maridos e esposas, na indisposição para refrear os desejos voluntários desordenados, e na indiferença para com as coisas de interesse eterno” (Lar Adventista, pág. 53).
[No namoro] os filhos de Deus não devem nunca se aventurar a pisar terreno proibido. O casamento entre crentes e incrédulos é proibido por Deus. Mas muitas das vezes o coração não convertido segue seus próprios desejos, e formam-se casamentos não sancionados por Deus. Por causa disso muitos homens e mulheres estão sem esperança e sem Deus no mundo” (Fund. Ed. Cristã, pág. 500).
Adaptado de materiais de autoria desconhecida
Conclusão
Se você já casou em jugo desigual, então “carregue sua cruz” e ore para que o Espírito Santo abrande o coração não-convertido do seu cônjuge.
Se ainda não casou, não endureça os ouvidos à voz do Espírito, e não trilhe caminhos que outros já trilharam e FRACASSARAM. Não se iluda! O(a) namorado(a) compreensivo(a) e tolerante acabará se tornando um(a) marido(esposa) incompreensivo e intolerante, que já não permitirá que você viva sua fé com alegria e liberdade.
“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? (2Cor. 6:14-15).
Lembre-se que “incrédulos” não são, apenas, aqueles que não crêem em Deus, mas também aqueles que crêem de uma forma deturpada, que acreditam em doutrinas fundamentadas em tradições humanas (por exemplo: santidade do domingo e imortalidade da alma), e que desprezam as advertências que o Senhor concedeu ao Seu povo nestes últimos dias.
Prof.Gilson Medeiros
http://prgilsonmedeiros.blogspot.com/

O Espírito Santo e as manifestações carismáticas


“Boa noite. Na renovação carismática se diz que quando a pessoa repousa no Espírito, ela fica num estado que parece que estar dormindo. Isso é realmente possível? E quem não consegue isso, significa que o Espírito não está com ele? Por favor: esta é a minha grande dúvida”. A.D, por e-mail.
 
Muitas igrejas têm afirmado que certos fenômenos físicos acompanham todas as pessoas que estão sobre a influência do Espírito Santo (a Terceira Pessoa da Trindade). Eis alguns deles: sono, êxtase, transe, arrebatamento de sentidos, queda (a pessoa cai no chão depois de o pastor colocar a mão sobre a cabeça dela), gritos, etc.

Entretanto, a Bíblia apresenta um quadro diferente daqueles que estão sob a sagrada influência Divina:
Gálatas 5:22, 23: “Mas o Espírito de Deus produz o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade, a humildade e o domínio próprio. E contra essas coisas não existe lei.” (Nova Tradução Na Linguagem de Hoje)

Perceba que o fruto do Espírito, que se revela em nove qualidades de caráter, nada tem a ver com as manifestações carismáticas atuais. Pelo contrário: a presença do Espírito Santo, entre outras coisas que lemos, dá à pessoa paz e domínio próprio.

Efésios 4:30, 31: “E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia.”
Perceba: o Espírito fica triste quando há no meio do povo de Deus amargura, raiva, ira e gritara (entre outras coisas).

Podemos concluir que, se o Espírito Santo produz nove qualidades de caráter que são pacíficas em si; e se Ele se entristecesse com gritos, as manifestações espirituais que não estão em harmonia com Gálatas 5:22, 23 e Efésios 4:30, 31 não vêm de Deus, por mais sinceras e amadas que tais pessoas sejam.

Um abraço,

Leandro Quadros
Jornalista
www.novotempo.org.br/namiradaverdade

Educação Adventista é vencedora do Prêmio Top Of Mind

Salvador, BA …[ASN] A Educação Adventista foi a vencedora da 14a. edição do Prêmio Top Of Mind, na categoria Escola/Colégio Particular, como a marca educacional mais lembrada pelo consumidor da Bahia.

O prêmio foi entregue em evento que aconteceu na quarta (15), à noite, e contou com a presença das principais marcas do país. O Top of Mind Bahia constitui-se na mais importante premiação de marcas do mercado baiano. As empresas ganhadoras são eleitas por quem consome os produtos e serviços mais lembrados.

O Prêmio certificou as 37 empresas mais lembradas do mercado baiano. Os segmentos foram indicados pelas agências de propaganda, referendados pelo Conselho Superior do Top, sendo submetidos a uma pesquisa de campo realizada na região Metropolitana de Salvador.

Tradição e Modernidade – Na Bahia, o Sistema Adventista de Educação conta com 10 escolas e cerca de seis mil alunos. O jornal A Tarde, o diário mais importante do Estado, fez um caderno especial sobre cada uma das marcas vencedoras. Sobre a Educação Adventista, o periódico creditou a vitória a três fatores: investimento em tecnologia, estratégia de comunicação e a tradição da marca. “O reforço das ações de comunicação, junto com a força que a marca já possui, resulta no mais alto índice de lembrança da Escola Adventista no segmento ‘Colégios’ do Prêmio Top Of Mind deste ano”, diz trecho da reportagem. “Um reconhecimento que destaca todo um trabalho de imagem da instituição de ensino”, enfatiza.

Para o pastor Valdiael Melo, diretor das Escolas Adventistas para a região Metropolitana de Salvador, o prêmio sinaliza a importância da tradição e dos valores da educação adventista. “Pais buscam qualidade de ensino, mas querem também que seus filhos recebam valores e estejam em segurança”, disse.

Nos últimos anos, as escolas adventistas na Bahia têm investido também em recursos tecnológicos. Em algumas unidades de ensino, as aulas são dadas em lousas digitais. Há também laboratórios de informática e de ciências.

O anúncio do Prêmio Top Of Mind para a Educação Adventista foi comemorado em todo o Nordeste. O pastor Enildo Nascimento, líder das Escolas Adventistas para a região, celebrou o resultado junto com todos os professores, administradores e demais profissionais do sistema. “Fidelidade gera prosperidade, e graças à fidelidade de todos aqueles que trabalham e apoiam a Educação Adventista, temos prosperado”, declarou. [Equipe ASN - Heron Santana]

Rimoldi designado novo assessor da ONU para a Igreja Adventista

O especialista em relações Igreja-Estado, Tiziano Rimoldi, servirá como representante da Igreja Adventista junto à Organização das Nações Unidas, oficiais denominacionais decidiram esta semana. Espera-se que Rimoldi amplie a influência da Igreja em questões de liberdade religiosa junto à ONU. [Foto de cortesia da PARL]
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A Comissão Executiva da Igreja Adventista designou um especialista em relações Estado-Igreja esta semana para atuar como o assessor da denominação a nível mundial junto à Organização das Nações Unidas.
 
Nessa nova posição, o professor e autor Tiziano Rimoldi trabalhará em ligação com o Departamento de Relações Públicas e Liberdade Religiosa.
 
“É animador saber que estou unindo-me a um departamento de colegas e especialistas de grande comprometimento”, declarou Rimoldi ao saber de sua nomeação em 6 de abril.
 
Rimoldi, atualmente professor de religião, direitos e sociedade no Instituto Avventista di Cultura Biblica, tem um mestrado em Direito pela Universidade de Bologna, onde se especializou em relações Igreja-Estado. Ele também obteve um doutorado em Lei Canônica/Eclesiástica da Universidade de Perugia.
 
Rimoldi toma o lugar de Jonathan Gallagher, que ocupou o posto por oito anos.
 
Anteriormente, Rimoldi serviu como contabilista titular para a União Italiana da Igreja Adventista e atuava junto ao escritório de advocacia Longobardi, em Roma.
 
Rimoldi é cidadão italiano de 42 anos de idade, e fala italiano, sendo ainda fluente em inglês e francês e compreende o espanhol. Ele tem grande número de contribuições em publicações acadêmicas nas áreas de lei e liberdade religiosa. Atualmente, está realizando pesquisas sobre financiamento da religião pelo Estado na Irlanda e o desenvolvimento de uma missão adventista nos Camarões.
 
“Com esta forte base em lei internacional e relações Igreja-Estado, Rimoldi explorará novas oportunidades para a Igreja Adventista junto à ONU”, comentou John Graz, diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista a nível mundial. “Suas habilidades em formar coalizões e analisar resoluções serão um trunfo para a obra da Igreja no campo da liberdade religiosa”.
 
Rimoldi, que atualmente vive em Florença, deve mudar-se para Silver Spring, na área de Maryland — onde está localizada a sede mundial da Igreja — quando conseguir ter o seu visto aprovado. Nesse entretempo, Rimoldi assumirá a maior parte das responsabilidades de seu novo posto, inclusive participando da próxima reunião da ONU, disse Graz.
 
Como assessor da ONU para a Igreja, os deveres de  Rimoldi incluirão participar do Concílio de Direitos Humanos em Genebra, reunir-se com delegações governamentais junto à sede da ONU na cidade de Nova York, trabalhar com outras organizações não-governamentais e dirigir coalizões segundo pauta de temas relativos à liberdade religiosa.
 

Igreja Adventista estabelece 24 de outubro como ‘Sábado da Criação’

Nikolaus Satelmajer, editor da revista “Ministry”, conduziu um esforço em apoio de um “Sábado da Criação” especial para a Igreja Adventista a nível mundial. Votado pela Comissão Executiva da Igreja na semana passada, esse dia especial de ênfase está programado para 24 de outubro. [Foto de arquivo de cortesia da revista "Ministry"]
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Nikolaus Satelmajer desenvolveu a ideia após ter notícia de que centenas de igrejas e sinagogas celebraram o ‘Fim de Semana da Evolução’ ao longo dos três últimos anos.
Satelmajer, editor da revista “Ministry” [original do "Ministério Adventista], publicação da IASD, pensou, “Por que não temos um dia para dar destaque à criação?”
Na semana passada, os dirigentes mundiais da denominação “compraram” a ideia votando pela aprovação do “Sábado da Criação”, um dia para destacar a Deus como o Criador. O dia de ênfase para tanto foi estabelecido como o sábado, 24 de outubro.
“Isto não visa a entrar num debate sobre evolução versus criação, mas destacar a Deus como nosso criador”, Satelmajer disse aos delegados reunidos na sede denominacional mundial em Silver Spring, Maryland, EUA.
O Fim de Semana da Evolução é realizado cada ano na época mais próxima do nascimento do cientista Charles Darwin, autor de “A Origem das Espécies”. Centenas de congregações participantes apoiam uma criação combinada com evolução, segundo a entidade que a organização patrocinadora do evento, chamada Clergy Letter Project.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia ensina a criação do mundo em sete dias literais.
“A influência dominante da obra de Darwin foi separar a Deus do mundo”, declarou James Gibson, diretor do Instituto de Pesquisa de Geociência em Loma Linda, Califórnia. “Nossa mensagem de criação é unir a Deus e o mundo na mente das pessoas”.
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Na reunião da Comissão Executiva na semana passada na sede mundial da denominação em Silver Spring, Maryland os delegados aprovaram o Sábado da Criação para celebrar a Deus como Criador. [Foto: Rajmund Dabrowski]
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Gibson diz que uma das crenças fundamentais da teologia adventista, a Mensagem dos Três Anjos, de Apocalipse, tem a crença na criação como algo bem arraigado.
“Parece-me que quando celebramos a Mensagem dos Três Anjos estamos realmente celebrando também a criação”, ele disse, referindo-se à mensagem  do primeiro anjo de adoração a Cristo, o Criador.
“Às vezes penso que se gasta muito tempo levantando questões e debatendo quando devemos realmente estar dizendo, ‘Exploremos o significado de Deus como nosso Criador”.
Os dirigentes da Igreja disseram que mais informação sobre o Sábado da Criação estará disponível em julho.

Os adventistas participam de esforços de socorro das vítima de terremoto na Itália

Membros da Igreja Adventista de Scafa em Abruzzo prepara macarrão para dezenas de pessoas desabrigadas, hospedadas em hotéis próximos. Os adventistas na Itália estão providenciando refeições e fundos para as vítimas do terremoto de 6 de abril que matou quase 300 pessoas. [Foto de cortesia da União Italiana]
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Membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia estão entre as organizações de assistência que socorrem as vítimas de um terremoto que devastou a região central da Itália na semana passada.
 
Oficiais da Agência de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) disseram que ofereceriam auxílio de longo prazo durante o processo de recuperação e reconstrução. Membros locais da Igreja Adventista estão propiciando refeições e levantando fundos para ajudar nos projetos de reedificação.
 
O terremoto de 6 de abril matou quase 300 pessoas e foi o pior em 30 anos, segundo a agência noticiosa Reuters. L’Aquila, onde muitas das vítimas vivem, localiza-se a aproximadamente 110 km a leste de Roma.
 
“A ADRA está comprometida a ajudar aqueles que estão sofrendo nessa tragédia que perdura”, declarou Joerg Fehr, diretor-executivo do escritório regional da ADRA para a região Euro-África, localizado na Suíça. “Ao prosseguirem os esforços de socorro, lembremo-nos de manter aqueles afetados por este desastre em nossas orações”.
 
Voluntários locais da ADRA da Igreja Adventista Scafa, em Abruzzo, estão providenciando refeições para dezenas de pessoas desabrigadas de  L`Aquila que estão hospedadas em hotéis das proximidades.
Grupos locais de jovens adventistas também planejam propiciar entretenimento às pessoas desabrigadas em acampamentos e abrigos, assim alcançando a população majoritariamente católica de Abruzzo.
 
Para maiores informações, visite adra.org.
 

Comentário da Lição - Lição 03 - Gilson Nery

Lição 03. Segundo trimestre. 11 / 04 a 18 / 04 / 009
Comentários de Gilson Nery
Esc. Sabatina.

E s p e r a n ç a

Aguardar por longo tempo, a bem-aventurada esperança do aparecimento do Grande Deus e Salvador Jesus Cristo, significa possuir uma esperança demorada que fortalece os nossos corações, é o inverso de Prv. 13:12, que diz: “A esperança demorada enfraquece o coração;”e, isso é assim porque a fé é o firme fundamento desta esperança, e esta fé genuína, quanto mais tempo cultivada, mais forte se torna e, quanto mais forte esta fé se torna, mais forte, também, fica o coração do nosso corpo e da nossa alma e espírito. A Bíblia fala da fortaleza dos presos de esperança ( Zac. 9:12 ) e, apela para que estejamos nesta fortaleza, e a Bíblia, também, nos diz que Deus é o nosso Refugio e Fortaleza ( Sl.46:1 ), Esconderijo do Altíssimo ( Sl. 91:1 ), e, que, em Seu nome encontraremos o Castelo Forte e Abrigo de segurança máxima para todos. Prv. 18:10;Sl. 31:2. Nós somos os presos de esperança de Zac. 9:12, mas, apesar de presos pelas circunstâncias, o nosso ser vibra com esta esperança porque habitamos no esconderijo do Altíssimo, o nosso Refugio, Fortaleza e o nosso Castelo Forte e Todo Poderoso, e, nenhuma esperança, por mais demorada que seja, pode enfraquecer o coração dos que estão abrigados Neste Castelo Forte e Todo Poderoso, e , isto, também, é assim porque esta bendita esperança quando cultivada a partir deste Esconderijo do Altíssimo, nos purifica e transforma as nossas fraquezas em forças e, assim sendo, quanto mais tempo esperamos mais fortes e mais puros seremos. Se estamos ficando fracos na fé pela demora do cumprimento da promessa, é porque não estamos esperando abrigados Neste Castelo Forte e esconderijo do Altíssimo, e, é por isto que em Zac. 9:12, existe o apelo divino: Voltai à Fortaleza, ó presos de esperança.” Nós temos diante de nós uma eternidade para vivermos nela e, não vai ser uma insignificância de alguns 100, 500 ou 2000 anos ou mais, que na proporção da eternidade, significam apenas alguns segundos de tempo, que vai enfraquecer o nosso coração e a nossa fé, desde que estejamos habitando, desde já, agora e sempre, no esconderijo do Altíssimo o nosso Castelo Forte e Fortaleza Eterna. Esta, portanto, é a nossa esperança “demorada” que fortalece os nossos corações e a nossa fé.

Verso para memorizar: Estar preparados para responder sobre a razão da nossa fé e esperança, não significa apenas possuir um conhecimento teórico da verdade, mas sim, possuir um conhecimento Pessoal com a Verdade Personificada que é Jesus Cristo, na Pessoa do Seu Substituto e representante único aqui na terra, ou seja, o Espírito Santo; o aspecto teórico da verdade é muito importante, mas, sem este relacionamento pessoal, nossas respostas aos que pedem a razão da nossa esperança, são como o metal que soa e o sino que retine; note: metal destemperado e sino trincado, ou rachado, e sem a dosagem de ouro suficiente para um som de qualidade.
Somente a todo aquele que pede a razão da nossa esperança? Não somente aos que pedem, mas, também, aos que não pedem, devemos estimular perguntas com o nosso testemunho pessoal perante a sociedade, a nossa vida precisa ser um convite permanente a todos que nos cercam para que se interessem pela razão da nossa esperança. Comp.c/ II Tim. 4:2.

Parte de domingo. Esperança neste mundo.
Perg. 01 – Note: homens desmaiando de terror do nosso texto, também, pode significar terrorismo praticado no mundo. As Nações estão angustiadas porque não tem paz, e, não tem paz porque não permitiram ainda que o Príncipe da paz ocupe o trono dos seus corações, alguns abriram a porta dos seus corações a Este Príncipe, mas não permitiram ainda, que Ele ocupe o trono, até permitiram que Ele ocupe a sala deste trono, mas não o trono; vivemos no mundo da desesperança e do desespero, mas, em meio a este caos, podemos ter esperança no Autor e Consumador desta esperança e fé, quando esta esperança e fé está fundamentada Neste Fundamento Vivo, seremos inabaláveis. Rom. 8:33-39, nada, nem mesmo as demoras, nos desanimarão, porque esta não nos separará do amor de Cristo nunca. Cristo é a nossa Esperança Personificada, Ele é a nossa certeza de fé, Ele é o Fundamento da nossa fé e esperança enquanto estivermos neste deserto caminhando em demanda da Cidade Eterna, Ele é o Alfa e o Ômega, o Principio e o Fim da nossa esperança e da nossa fé, sem Ele nada do que foi feito se fez ou se fará em se tratando de esperança, fé e certezas, com Ele, a esperança, a fé e a certeza são realidades vivas em todas as áreas da vida.
Perg. 02 – Uma expiação no sentido de preço pago, foi realizada no passado, na Cruz de Cristo, outra espécie de expiação está em curso, agora em Seu Santuário Celestial e, uma espécie de redenção ainda deverá ser realizada no futuro em Sua vinda nas nuvens do Céu, esta é a redenção próxima mencionada neste texto, por Jesus, em meio ao tumulto e o terror do mundo, esta é a luz no fim do túnel e que projeta luz, também, em todo o percurso deste túnel.

Parte de segunda feira. Esperança aqui e agora.

A Luz no túnel do cristão não está limitada apenas no fim deste, esta Luz acompanha o cristão durante todo o seu percurso, Cristo é a Luz deste túnel, desde o seu inicio até o seu fim.
Perg. 03 – Passar da morte para a vida eterna aqui e agora; embora muitos tenham que passar por um breve cochilo nesta vida eterna aqui e agora.
Perg. 04 – Vida abundante, isto é, muitos anos de vida ( com exceções )e muita vida nestes anos, viver intensamente o presente, se possível, em todos os aspectos desta vida; na proporção da eternidade, esta vida presente é menos que alguns segundos, e, portanto, é mais que compensador, viver estes segundos à Luz da presença Daquele que é a Luz do mundo.

Parte de terça feira. Esperança além da sepultura.

Perg. 05 – A nossa viva esperança é que, muito em breve a morte será, eliminada do meio povo de Deus, para toda a eternidade e, em algum tempo, mais tarde, de todos os recantos do Universo, nenhum vestígio haverá deste inimigo que tanto nos fez sofrer e nos angustiou aqui em nossa jornada por este deserto; seremos imortais e incorruptíveis em todos os aspectos da vida. O primeiro Adão nos transmitiu morte e corrupção, o Segundo Adão, Jesus Cristo, nos trouxe vida abundante e eterna e incorruptibilidade absoluta.
Perg. 06 – Na realidade verdadeira, a quase totalidade dos cristãos e não cristãos, não crêem na ressurreição dos mortos, pregam esta verdade, mas negam a sua realidade, quando afirmam que na morte os crentes, ou o espírito ( suposta entidade pessoal que sai do homem na morte ), vai para o paraíso, e, os espíritos dos descrentes, vão para o inferno ou purgatório, e, nestes casos, para que a ressurreição do corpo, nos final dos tempos? Para os salvos seria uma brincadeira do mais péssimo gosto, ter que voltar a ser um ser carnal depois de já ter passado por esta triste experiência; para os “infernados” do suposto inferno, seria uma forma de infernar mais ainda as suas vidas de sofrimento eterno, já estariam queimando como espíritos, ou almas, agora vão queimar um pouco como pessoas físicas, para que isto? Para os “purgatorianos,” para que voltar a serem mudados do estado de espíritos para o estado de pessoas físicas, para sentirem mais a dor das queimaduras do fogo purgatoriano? Por que já não teriam ido direto para o fogo em carne e ossos, este último processo não aceleraria os processos de purificação visto que sentiriam mais dor do que em seu estado de espíritos? Existe, também, a classe que ensina que os ressuscitados não serão, propriamente dito, ressuscitados, mas sim substituídos por outras pessoas, ou seja, outros seres criados para substituírem aqueles que morreram e, neste caso, não passarão por uma ressurreição, mas sim, por uma substituição de corpos criados para substituírem estas pessoas, isto teria que ser assim, porque ressuscitar alguém é trazer de volta a mesma pessoa que morreu e, não criar outra pessoa.
Ressurreição ou criação de novos seres humanos ?

A inspiração nos informa que trata-se de ressurreição do corpo, ou da pessoa que morreu e não de outra pessoa. Deus fez, manualmente, as 60 trilhões de células do nosso corpo em apenas 24 horas, usando o pó da terra, criado por Ele mesmo; estas 60 trilhões de células voltam ao pó, como era antes, por ocasião da morte e, na ressurreição, Deus nos disse que vai trazer o Seu povo do pó da terra, para onde foram por ocasião do seu sepultamento. Ver Isa. 26:19; em Ezequiel 37:12-13, Deus nos diz que abrirá as sepulturas do Seu povo e, o fará sair delas; Daniel em seu livro, nos informa que, os que dorme no pó da terra ressurgirão ( Dan. 12:2 ), e Jesus Cristo confirma esta doutrina dizendo: “...Os que estão nos sepulcros...sairão, ( João 5:28 ), sairão da onde? Dos sepulcros, é claríssimo; Jô, falando de sua futura ressurreição, nos diz: “Eu sei que o meu Redentor vive, e, consumida a minha pele, EM MINHA CARNE verei a Deus; Vê-lo-ei POR MIM MESMO COM OS MEUS PRÓPRIOS OLHOS, EU E NÃO OUTROS... .” Jô 19:25-27. As substâncias materiais e as 60 trilhões de células, não serão as mesmas, mas apenas em um sentido de não serem estes elementos em seu estado contaminados pela contaminação do pecado, mas, será que o Criador destas 60 trilhões de células do nosso corpo, não é tão Poderoso para reuni-las, purificá-las e recriar, com elas, o mesmo ser anterior? Afinal, haverá transformação do que é corruptível ou não? A Bíblia é clara em afirmar que haverá transformação e não substituição, daquilo que é corruptível para incorruptível, disso que é mortal para imortal e não substituição. I Cor. 15:53-54. Note estas declarações da Palavra de Deus: ISTO QUE É CORRUPTIVEL, ISTO QUE É MORTAL, ETC. Em Ezequiel 37, vemos que os ossos se juntaram cada osso ao seu osso ( V. 07) e que estes ossos estavam sequíssimos indicando serem os mesmos ossos e não outros e, o mesmo texto menciona as sepulturas do povo de Deus. ( Vs. 12-13; é verdade que estes textos tem, em parte, um sentido figurado, mas são figuras que indicam, também, a ressurreição dos mortos no final dos tempos ensinada em toda a Bíblia Sagrada.

Parte de quarta feira. Esperança eterna.

Perg. 07 – Diferença ou contraste? Não existirá um átomo sequer, ou partes dele, contaminado; as semelhanças consistem em que o mundo novo será a restauração do Paraíso original anterior à história do pecado, e, seremos pessoas, também, restauradas, transformadas, reformadas e revestidas de imortalidade e incorruptibilidade e, não outras pessoas, ou outros corpos, teremos outros corpos, mas apenas no sentido em que haverá uma transformação DESTE corpo abatido para ser um corpo glorioso; note bem: transformação do que é corruptível para incorruptível, do que é mortal para imortal, mas será este corpo e não outro. Ver, Fil. 3:20-21;ICor. 15:53-54, Al.At. Note: ESTE CORPO; ISTO QUE É MORTAL;ISTO QUE É CORRUPTIVEL. ETC.
Nota: Não apenas na forma e aparência! Não, absolutamente não!

Parte de quinta feira. Cristo, nossa esperança

O Cristo Pessoal, Atual e presente ocupando o trono dos nossos corações, é a esperança que, embora demorada, em seus aspectos escatológicos, fortalece os nossos corações.
Perg. 08 – Existe uma bem-aventurança em aguardar a vinda de Cristo nas nuvens do céu, esta esperança e este aguardo precisa vibrar o nosso ser e, assim teremos muito mais vida em nossa vida atual, até mesmo a nossa velhice será uma velhice vibrante, e, naquele dia, diremos: Este é o nosso Deus A Quem aguardávamos.” Isa. 25:9. Este é o auge da nossa esperança, como é possível está estressado vibrando? O estressado não vibra e quem vibra não pode sofrer de estresse. Quem possui, verdadeiramente, esta esperança, vibra. Comp.c/ I João 3:3.
Perg. 09 – Note o seguinte: Existem sinais em todos os tempos da história humana, mas, existiriam sinais específicos e característicos do último tempo do fim; por exemplo: Nós estamos vivendo no período da sétima igreja, do sexto selo e da sétima trombeta e, existiram apenas duas guerras mundiais em nossa história e, um desenvolvimento científico e tecnológico sem precedente em nossa história, sem falar aumento sem igual do conhecimento das profecias de Daniel. Dan. 12:4. Estes são apenas um resumo desta matéria.
Pág. 35, em resps sugestivas, perg. 09. Note, Deus fala em nossa linguagem e em nosso tempo e não em Sua linguagem e em Seu tempo.
Pág. 36, em esboço do aprendizado, item III; a melhor resposta a esta pergunta é I João 3:3.


Que a esperança demorada, mesmo que demore muito, faça vibrar o nosso ser e fortaleça mais e mais o nossos corações e a nossa fé. Amém!

Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.
E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.
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