Comentário da Lição - Lição 5 - Bruce Cameron

Lição 05 - Andando na Luz – Renunciando ao Mundanismo (I João 2)

Introdução: Como estou morando perto do oceano, isso quer dizer que tenho passado mais tempo na praia do que já pude passar anteriormente. De vez em quando vejo mulheres muçulmanas na praia. O contraste entre elas e as pessoas comuns na praia é obvio. Isto me lembra de quando eu era garoto e membros da minha igreja apareciam aos Sábados nas praias próximas do Lago Michigan. Os membros da igreja freqüentemente estariam usando ternos e roupas de igreja, enquanto que as pessoas que estavam tomando banjo de sol estariam usando algo muito diferente. Nossa lição desta semana é sobre “mundanismo”. Esses são dois exemplos de rejeitar o “mundanismo”? Será que aparecermos como um dedão machucado é o objetivo de Deus para nós? Ou será que o objetivo é fazer uma declaração ao mundo? Vamos pular para dentro do nosso estudo da Bíblia e ver o que João tem a nos ensinar sobre o mundanismo!

I. Filhos, Jovens e Pais

A. Leia I João 2:12-13. João diz que está escrevendo aos filhos, aos pais e aos jovens. É por isso que temos três epístolas: I, II e III João?

1. Em caso afirmativo, por que João está mencionando os outros grupos em I João? (João não tem uma epístola separada para cada grupo.)

2. Será que João tem uma mensagem diferente, dependendo do grupo ao qual ele está se dirigindo?

3. Por que as mulheres foram deixadas de fora da mensagem? Elas já são santas?

B. Vamos olhar primeiro os filhos. O texto diz que eles já tiveram os pecados perdoados e que conhecem o pai. Isto também não seria verdade para todos os três grupos? (Penso que João está falando para novos crentes, não para crianças reais. Um novo crente não teria um conhecimento aprofundado do evangelho. Porém, um novo crente que fosse um judeu converso conheceria “o Pai”, significando o Deus do Antigo Testamento. Um novo crente estaria no estágio de compreender que Jesus era o “novo” sacrifício pelos pecados. A razão pela qual João não menciona as mulheres é que ele está escrevendo sobre maturidade espiritual, e não gênero.)

C. Que mensagem temos para os pais – os cristãos mais maduros? (“Vocês conhecem aquele que é desde o princípio.”)

1. O que você acha que isto quer dizer? (Como vimos antes, esta é uma referência a Jesus (João 1 e I João 1). Estes são cristãos que possuem uma compreensão de Jesus.)

D. Que mensagem temos para os “jovens”? (Que eles venceram o maligno.)

1. Como podemos dizer que algum ser humano “venceu o maligno”? (Estes são cristãos que estão crescendo. Eles compreendem que Jesus perdoou os seus pecados, mas que tem uma caminhada espiritual em direção à santificação. Eles estabelecem um objetivo diário de obediência.)

E. Leia I João 2:14. O que mais aprendemos a respeito dos “jovens”? (A palavra de Deus permanece neles. Eles lêem a palavra de Deus. Eles confiam no Espírito Santo.)

F. Vamos fazer uma revisão: João escreve a crentes de todos os diversos níveis de maturidade cristã. Ele elogia cada grupo pelo progresso que fizeram até agora. Em seguida, nos voltamos para a sua mensagem para todos eles.

II. Amando o Mundo

A. Leia I João 2:15. Tudo o que eu conheço, toco e experimento está “no mundo”. Como posso não amá-lo?

1. Uma vez que o texto nos diz que amar o mundo é oposto a amar a Deus, o que você acha que quer dizer “o mundo” e “o que há no mundo”?

B. Leia I João 2:16. O que encontramos “no mundo”? (Cobiça, luxúria e ostentação.)

1. Essas “coisas” estão “no mundo”? (Não. Essas são atitudes acerca das coisas.)

2. Vamos parar e considerar isso por um momento. Se João está falando sobre o mundanismo, ele está nos ensinando que o mundanismo é uma atitude ou uma aparência?

a. Se este é o caso, que ligações há entre como um cristão se veste e a atitude do cristão?

(1) O que este texto diz a respeito das “roupas de praia” que eu mencionei na introdução? Cobrir-se, ou usar roupas diferentes é uma rejeição do mundanismo?

3. Se a cobiça, luxúria e ostentação são atitudes acerca das coisas, isso quer dizer que pessoas sem as coisas (os pobres) podem ser mundanos? (A ironia é que aqueles que não possuem coisas podem ter mais problemas com isto do que aqueles que tem coisas e decidiram que ter “bens” não é tão importante.)

C. Releia I João 2:16. A expressão “cobiça da carne” é traduzida em outras versões por “concupiscência da carne”. Como isto nos ajuda a compreender o que isto quer dizer? (Uma pessoa que tem esses desejos (esta “cobiça”) que se concentra nas coisas terrenas.)

1. E você? Concentra-se nas coisas terrenas? Deseja ardentemente certas coisas? Anela ter certas coisas?

D. Indo para a igreja na semana passada, minha esposa e eu estávamos conversando sobre o futuro. Temos planos de vender a nossa casa atual e estávamos discutindo sobre o lugar ideal para morar. O lugar perfeito para mim é esta casa (que atualmente está à venda), próximo à praia, com uma vista da Baía de Chesapeake e do oceano Atlântico. O preço? 1,3 milhão de dólares. Minha esposa gostaria de morar nas montanhas Blue Ridge – cerca de 3 horas de distância da praia. Eu disse, “Se tivéssemos mais uns dois milhões de dólares, estaríamos resolvidos” – querendo dizer que poderíamos comprar a casa na praia e a casa nas montanhas Blue Ridge. Isto é a “cobiça da carne” ou a “concupiscência da carne”? (Sim! Pelo menos se isto chega ao ponto de desejarmos e anelarmos isto, em vez de simplesmente considerarmos que essas coisas não são possíveis.)

E. O que I João 2:16 quer dizer quando se refere à “cobiça dos olhos”? (Você deseja o que vê.)

1. Por que isto é errado? (As coisas espirituais geralmente não são vistas. Geralmente as coisas espirituais são relacionamentos. Portanto você está desejando as coisas erradas na vida.)

F. A que I João 2:6 se refere quando fala de “ostentação dos bens”? (Esta é uma seta direto no meu coração. Sempre amei ser um advogado. Gosto muito de dizer que sou professor de uma faculdade de Direito porque isto sugere que não sou apenas um advogado, mas um advogado esperto. Isto parece ser precisamente o que João está condenando como sendo mundano. Se alguém quer me salvar, sugerindo outra interpretação, estou aberto para ouvir! Neste momento, estou me arrependendo.)

III. A Visão a Longo Prazo

A. Leia I João 2:17. O que há de errado com este tipo de desejos? Seu mundanismo?

1. João está dizendo que concentrar-se no que é terreno, ser apaixonado por possuir “coisas”, é pecado? Ou meramente uma preocupação tola?

2. Se uma pessoa não ama a Deus, isto não é uma indicação de “pecado”? (Tudo isso é muito lógico para mim. Se estamos preocupados em adquirir bens, então não estaremos preocupados com conhecer a Deus. Mateus 6:24 diz que o dinheiro é um senhor. Não podemos amar e servir tanto a Deus quanto ao dinheiro.)

3. Você já ouviu a expressão “foi bom enquanto durou”? Isto se aplica aqui – à declaração de I João 2:17?

4. O que Deus oferece que é tão melhor? (A vida eterna! Coisas eternas. Penso que João está colocando um argumento prático. O que você tem e o que voe é agora, tudo isso é temporário. Quando você morrer, quem vai se lembrar ou ligar para isso? O teu dinheiro vai para outra pessoa. Como pode fazer qualquer sentido ficar preocupado com algo que você certamente vai perder? Por outro lado, Deus nos oferece bens e uma reputação eternos.)

B. Quanto você sabe a respeito dos teus bisavós? Quanto você sabe a respeito dos teus avós? (Conforme estou escrevendo este comentário, minha esposa descobriu e me enviou alguns recortes de jornal acerca do afastamento de meu pai de seu último cargo. O artigo tinha uma grande manchete e uma fotografia, mostrando que meu pai era um homem muito bonito. Mas não diz quase nada sobre o seu trabalho e suas realizações. Em vez disso, diz que ele teve um ataque cardíaco, disse quanto ele ganhava e que estavam procurando por um substituto. O que temos e o que fazemos é tudo tão temporário!)

C. Amigo, e você? Está concentrado nas coisas eternas ou nas coisas deste mundo? Por que não decidir hoje concentrar-se nas coisas que perdurarão? O que acha de tornar-se “celestial”, em vez de “mundano”?

IV. Próxima Semana: Andando na Luz – Rejeitando os Anticristos

Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. As frases entre chaves { } foram acrescentadas pelo tradutor e não constam no original.

Este comentário, bem como os anteriores, poderá ser encontrado, em vários idiomas, nos seguintes endereços:
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Estes comentários referem-se às Lições da Escola Sabatina, publicadas em Português pela Casa Publicadora Brasileira, cujo original pode ser encontrado semanalmente em: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2009.html

Tradução: Levi de Paula Tavares

Comentário da Lição - Lição 4 - Gilson Nery

Lição 04. Terceiro trimestre. 18 a 25 / 07 / 007
Comentários de Gilson Nery
Esc. Sabatina.


Andando na Luz – Guardando Seus mandamentos

“Eu Sou” a Luz do mundo; quem Me segue não andará em trevas, mas terá a Luz da vida.” João 8:12. Seguir a Cristo significa andar na luz, e, andar na luz, é viver em harmonia com esta luz, acompanhado-a, a medida que ela vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito, conforme Prv. 4:18; é, quando paramos de acompanhar este progresso da luz em nossa vida, que, as penumbras das trevas começam a eclipsar os nossos caminhos, e, se persistirmos estacionados, certamente, as trevas da noite do pecado substituirão a luz e passamos a andar “tropicando” às escuras destas trevas; e, não esquecer que as trevas, também são “progressivas,” elas vão escurecendo, escurecendo, até se tornarem “densas trevas,”ou seja, trevas impenetráveis, as quais nenhuma luz as poderão penetrar. Comp.c/ Sof. 1:14-18; mesmo por uma questão de conveniência e inteligência, é preferível acompanhar o progresso da luz do que o “progresso”=regresso das trevas. A Bíblia diz: “Levantai-vos e andai, porque não é aqui o vosso descanso; por causa da corrupção que destrói, sim que destrói grandemente.” Miq. 2:10. Al. Rev. Corg. 1969. A única situação aceitável para os que estão na luz, é não parar de andar, é quando paramos de andar que as trevas do pecado acenam para nós para que regressemos de nossa caminhada na luz; Cristo nos diz: “Quem Me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. Logo no inicio da nossa história, Deus apareceu no caos do nosso mundo e disse: “Haja luz,” e, é, também, no inicio da nossa vida espiritual que o Senhor Deus Unigênito apareceu em nossos corações como a Estrela da alva, preparando-nos para os Seus ofuscantes raios de luz como o Sol da justiça; é o calor Deste Sol que nos impele a andar em Sua luz; a maioria fica estacionada na luz da aurora e não se aquece no calor Deste Astro Rei e parados esfriam e começam a andar para trás, e, esta é a pior situação para os caminhantes que estão na luz, porque as trevas os apanharão e andarão nas trevas das incertezas e do pecado; andar na luz, portanto, é dá as costas para o pecado, e, andar nas trevas é equivalente a dá as costas para a luz, abandonar o pecado é igual a andar na luz e, abandonar a luz é igual a dá as costas para a luz, ficando sem o calor do Sol da Justiça e, conseqüentemente, sem forças para guardar os Seus mandamentos, sem este calor, toda tentativa neste sentido será um fracasso. O amanhã da salvação eterna se aproxima rapidamente, assim como também, o anoitecer eterno ( Isa. 21:11-12 ), se estacionarmos em nossa caminhada para a Canaã Celestial, as trevas nos apanharão e adentraremos a noite eterna; se continuarmos andando na luz, o amanhã que já desponta no horizonte da eternidade nos acolherá e viveremos no dia eterno cujo Sol jamais se porá; Não compensa parar de andar na luz!

Verso para memorizar: O conhecimento teórico, filosófico, acadêmico e intelectual a respeito de Deus é muito importante, quando alicerçado na Bíblia Sagrada em seu Espírito de vida e não apenas na sua letra, este conhecimento apenas teórico e intelectual, mesmo que seja bíblico, não nos dará poder para guardarmos os Seus mandamentos. É o conhecimento pessoal e experimental íntimo com Este Deus, através do Espírito Santo e Jesus Cristo, que significa força para andarmos na luz guardando os Seus mandamentos, e, isso , por sua vez, significa tirar tempo para está a sós com o Espírito Santo, orando, meditando e “tagarelando” com Ele, e, também, em comunhão com a Sua igreja; este é processo indicado por Deus para Se fazer conhecido Pessoalmente e para comunicar a Sua força aos Seus filhos, note estas Suas Palavras: “...Que se apodere da Minha força, e faça paz Comigo; sim, que faça paz Comigo.” Isa. 27:5. Al. Rev. Corg. 1969. Apoderar-se da força de Deus, significa permitir que o poder Deste Deus se apodere de nós e, esta permissão, por sua vez, significa ter mais tempo, ou, oficializar tempo, para a oração em particular a sós com Esta Fonte de força e vida, carregando as baterias da nossa alma, comendo e digerindo as Palavras que saíram da boca de Deus, ou seja, orando e meditando em particular, sintonizando e conectando a nossa mente com a mente de Deus, nossos pensamentos com os Seus pensamentos, resultado: Conhecimento pessoal com a Divindade e vida de obediência aos Seus mandamentos, sejam quais forem as circunstâncias.

Parte de domingo. O que conhecemos? ( I João 2:3-5 ).

“O que” ou “Quem,”conhecemos? Segundo o que ensina o panteísmo e suas subtilezas, existentes até mesmo dentro do cristianismo, e , até mesmo dentro da igreja remanescente, seria “O que,” mas, segundo o que ensina a Bíblia Sagrada, terá que ser: “Quem,” porque o Deus da Bíblia Sagrada, é um Deus Pessoal, Literal e Físico, e não uma energia cósmica que permeia a matéria em todo o Universo, assumindo diversas formas aqui e ali, para se comunicar com pessoas, sendo a encarnação do Verbo, uma destas formas de comunicação, o que não é verdade.

Perg. 01 – O conhecimento não é dado para aqueles que rejeitam este conhecimento, ou para aqueles que querem conhecer, mas não dão o máximo dos seus esforços para adquirirem este conhecimento. Veja e comp. c/ Os. 4:6; Prv. 2:3-5;Tiago 1:5.

Parte de segunda feira. Guardando os mandamentos.

Note isto: Antes de podermos guardar os mandamentos em obediência a Deus e Sua lei, precisamos guardar estes mandamentos em nossos corações e, seu Espírito e vida e, como sendo eles, a Palavra de Deus viva que pode gerar em nós elementos de vida e poder para guardá-los, por exemplo: Quando o mandamento diz: Não cobiçarás, Deus está prometendo a nós, poder e força para não cobiçarmos, esta ordem está no mesmo sentido da ordem de Cristo ao paralítico: Levanta-te e anda; o nosso problema tem sido que, não temos assimilado este espírito de vida da Palavra de Deus em Seus mandamentos e temos ficado quase que somente na letra destes mandamentos e em seus “nãos,” faça isso, faça aquilo; devemos urgentemente assimilar este Espírito de vida da Palavra de Deus em cada mandamento de Sua lei e, como sendo cada um deles, promessas de poder para guardá-los, lembrando-nos sempre que este poder está disponível a nós, unicamente pelos méritos do Senhor Deus Unigênito, Sua encarnação, Sua vivência na terra, Sua morte, Sua ressurreição e Sua intercessão Sacerdotal no Santuário Celestial; Note estas palavras do Salmista: “Escondi a Tua Palavra no meu coração para eu não pecar contra Ti.” Sl. 119:11 e o verso 9.
Perg. 02 – Note esta seqüência de palavras chaves de Jesus Cristo: “Se Me amardes guardareis ( João 14:15 ) e, se guardardes permanecereis.”( João 15:10 ); é preciso amá-Lo para guardar os Seus mandamentos, e, continuar guardando estes mandamentos, para permanecer neste Seu amor fazendo o que Lhe agrada e, é segundo este processo divino que nenhum mandamento de Deus é considerado pesado, mas sim, prazeroso; o outro ingrediente desta fórmula é a fé em Jesus e a Sua fé, este composto de elementos divinos é que nos dará forças para guardar os mandamentos da lei de Deus.
Perg. 03 – É quando A Divindade está no trono do nosso coração que poderemos guardar a Sua lei, na letra e no espírito, este é o relacionamento absolutamente necessário para se alcançar este objetivo. Não é suficiente ter Deus em nosso coração, precisamos Tê-Lo no trono do nosso coração.

Parte de terça feira. Que faria Jesus? ( I João 2:6-8 ).

Jesus opera em nós hoje, para que possamos fazer o que Ele fez, quando passou por aqui em nosso mundo, para que possamos fazer o que Ele fez como sendo o nosso Exemplo.

Perg. 04 – Note isto: Jesus não estabelecia condições para amar e curar as pessoas, Ele os amava e os curava e a seguir estipulava condições, dizia Ele: Vai e não peques mais.

Parte de quarta feira. O novo mandamento. ( I João 2:7,8 ).

Perg. 05 – A grande novidade sobre este novo mandamento de Cristo é que Ele nos ordenou que amássemos uns aos outros como Ele nos amou. Nunca houve amor tão grande em toda a história da humanidade, parece até que Cristo está pedindo o impossível, como amar tanto quanto Ele? Eu só posso entender isto, em termos de Sua Humanidade, como Divino e como Deus, jamais ninguém em todo o Universo, poderá amar com a mesma intensidade que Ele nos amou e nos ama e, mesmo como Homem o amor Dele é insuperável, mas, podemos imitá-Lo, se estivermos andando com Ele e tendo-O no trono do nosso coração.

Parte de quinta feira. Amando os outros ( I João 2:9-11 ).

Perg. 07 – Na gramática do cristão não deve existir a conjugação do verbo odiar, a não ser quando se refere ao ódio ao pecado; mesmo sendo odiados por todos, precisamos amar a todos embora tenhamos que não concordar com a maioria e tão pouco aceitar as suas práticas, a nossa discordância e as advertências não significa que os não amamos, pelo contrário, somos motivados por amor quando discordamos e os advertimos.
Perg. 06 – Amar ou odiar? Está na luz ou está nas trevas? Andar sem saber para onde está indo, eis as questões que João focaliza. Só existe uma forma sadia de andar sem saber para onde está indo, e esta é: quando Deus nos chama a fazer algo sem mostrar como fazê-lo e, quando não temos nenhuma possibilidade de fazer tal coisa, como ocorreu com Abraão. Heb. 11:8.

Parte de quinta feira. Amando os outros. ( I João 2:9-11 ).

Perg. 06 - ( Repetindo ), Este é o amor Ágape, o amor divino que somente é possível exercê-lo, se a Divindade estiver entronizada em nossos corações, somente assim poderemos amar como Cristo nos amou, e, não devemos nos esquecer que Ele “ainda” Se encontra a nossa porta batendo e chamando-nos pelos nossos nomes e esperando ouvir o barulho do ferrolho da nossa porta sendo puxado para entrar em nosso coração. ( a linguagem do ferrolho é do Espírito de Profecia ).
Perg. 07 – ( Repetindo ). Existe o ódio santo e de origem divina, e este é o ódio pelo pecado, o ódio contra o pecador não tem a sua origem em Deus; até mesmo quando Deus pune o pecador, Ele o faz motivado e movido por Amor ( Heb. 12:6 ), esta deve ser, também, a nossa índole, ou seja, nunca odiar o pecador mas sempre amar. O verbo odiar deve ser substituído em nossos corações, pelo verbo amar, e, isso somente é possível quando permitirmos que o Cirurgião Divino opere um transplante cardíaco em nós e por nós. Ezq. 11:19;Dt.30:6. Existem vários graus de ódio, as vezes ele nasce pequeno dentro de nós, mas o cultivo deste sentimento o transforma em ódio mortal, portanto, ele deve ser combatido, com a ajuda de Deus, logo em seus primeiros momentos de vida.
Última nota no rodapé. Preferências? Comp.c/ Rom. 9:13. Gl. 6:10.

Pág. 48, em respostas sugestivas, perg. 07 – Não amar ou amar menos. Considerar Lc. 7:42,47.
Pág. 49, em esboço do aprendizado, item C. Considerar João 17:3. É o Autor do conhecimento e da sabedoria, que, em Si Mesmo, é salvação.
Pág. 50, em comente e andar com Cristo: andar com Cristo e também, como Ele andou.
Pág. 50, em obedecer a Deus é amá-Lo e em pense nisto: O Santuário Celestial foi esquecido, como quase sempre o é!



Que a nossa experiência seja sempre a de estarmos sempre andando na luz guardando os mandamentos de Deus. Amém!

Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.
E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.
Estado de S. Paulo.Brasil.
Classe Universitários
www.oestadio.com/escola.shtml

Bíblia é manuscrita na Escócia


Num projeto que visa a aguçar a mensagem da Bíblia, os adventistas do sétimo dia da Escócia estão seguindo os passos — mais precisamente os impulsos de pena — de Mateus, Marcos, Lucas e João.
Os membros da Igreja do país submeteram passagens manuscritas das Escrituras ao seu escritório nacional na semana passada, onde compilaram o que tem sido chamado Bíblia Adventista Escocesa.
“Do mesmo modo como os estudantes escrevem suas notas de aula, a Bíblia manuscrita faz com que as passagens tenham novo significado para você”, declara Carole Peacock, que atua no escritório da Igreja local.
Os organizadores dizem que o projeto é uma resposta à iniciativa “Siga a Bíblia”, da Igreja a nível mundial, em que uma Bíblia em 66 idiomas está “viajando” por cada uma das 13 regiões eclesiásticas, até a conclusão na sessão mundial da Associação Geral em Atlanta, Georgia, EUA.
Para corresponder ao tema da iniciativa global, alguns participantes submeteram passagens bíblicas escritas no idioma nativo da Escócia. Escrever passagens do Novo Testamento “realmente deram-me um novo significado”, declarou Arthur Gall, que se uniu à Igreja Adventista em janeiro.
O presidente da Igreja local, Llew Edwards, disse que espera que o projeto ajude os membros da Igreja a apreciarem o seu valor prático e pessoal, não apenas o seu significado histórico.

“Haverá Gritos com Tambores…” Bateria?


"Haverá gritos com tambores, música e dança…”. Esta frase faz parte da citação mais usada nos comentários feitos pelos internautas que leram artigo de Michael Tomlinson: “Música Contemporânea Cristã é Música CRISTÔ. Foi escrita por Ellen White. E do jeito que está sendo colocada, faz surgir questionamentos assim: “Se a igreja usa instrumentos de percussão, ela está de acordo com a Bíblia? Caso a resposta seja ‘sim’, então Ellen White teria ido contra as Escrituras, com sua citação sobre tambores no texto de Mensagens Escolhidas, volume 2, página 36?”. É sobre isto que você vai ler aqui.
Começando do Começo
Foi Deus, o Criador da música, quem criou, também, os tambores. Ezequiel 28:13 (Almeida, Revista e Corrigida), comentando sobre a criação e o ministério celestial pré-queda de Lúcifer, diz: “Estavas no Éden, jardim de Deus; toda pedra preciosa era a tua cobertura: a sardônia, o topázio, o diamante, a turquesa, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo, a esmeralda e o ouro; a obra dos teus tambores e dos teus pífaros estava em ti; no dia em que foste criado, foram preparados.” Segundo Siegried J. Schwantes, em seu livro “Comentário Sobre o livro de Ezequiel” comentaristas cristãos, desde o início, viram nesta descrição do rei de Tiro uma descrição velada de Lúcifer. O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia (nas próximas vezes sempre citado como SDABC), apoiando-se no Espírito de Profecia, menciona que uma vez que aqui está falando de instrumentos musicais, “isto relaciona-se a Lúcifer, que foi o diretor dos corais no Céu”. E dentro do próprio texto de Ezequiel contra Tiro é possível identificar que ele está realmente reportando-se, também, a itens musicais (Ezequiel 26:13).
Para a palavra “tambores” que aparece em Ezequiel 28:13, no original hebraico a palavra é “toph”, que significa literalmente “pandeiro” ou “tamborim”. O SDABC explica que trata-se de um tamborzinho portátil. É a mesma palavra usada para designar o instrumento que Miriam usou no canto de louvor ao Senhor após a travessia do Mar Vermelho (Êxodo 15:20), os instrumentos usados pelos profetas de Deus por ocasião da unção e do batismo do Espírito Santo recebidos pelo primeiro rei de Israel (1Samuel 10:15), o instrumento que Davi usou perante o Senhor sem receber dEle reprovação nenhuma (2Samuel 6:5), o instrumento que os filhos de Asafe recomendam usar no louvor ao Senhor (Salmo 81:2) e também o que o salmista recomenda usar no louvor que acontece “na assembléia dos fiéis (Salmo 149:3 e 2)”.
Diante disso, como poderia Ellen White ter uma posição radical e condenatória em relação ao tambor, se esse instrumento musical foi criado num contexto sem pecado?
Responderemos aos questionamentos a respeito do texto do livro “Mensagens Escolhidas” analisando, primeiramente, alguns princípios importantes sobre a música. Assim o texto poderá ser mais bem compreendido, em seu contexto.
Alguns Conceitos de Ellen White sobre Música
1) Para ela, a música sempre teve um propósito santo: “Fazia-se com que a música servisse a um santo propósito, a fim de erguer os pensamentos àquilo que é puro, nobre e edificante, e despertar na alma devoção e gratidão para com Deus”. Patriarcas e Profetas, pág. 594.
2) Ellen White considerava a música tão importante quanto a oração: “Como parte do culto, o canto é um ato de adoração tanto como a oração. De fato, muitos hinos são orações…” Educação, pág. 168.
3) Tal autora gostava de qualidade: “… A música deve ter beleza, emoção e poder…” Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 457.
4) Segundo White afirma, o louvor só é aceito por Deus se a vida de quem canta é consagrada: “A música só é aceitável a Deus quando o coração é consagrado, e enternecido e santificado por sua docilidade. Muitos, porém, que se deleitam na música não sabem coisa alguma sobre produzir melodia ao Senhor, em seu coração. Estes foram ‘após seus ídolos (Ezequiel 6:9)’.” Carta 198, 1899. Ela também nos conta que a música fazia parte da vida de Jesus: “Jesus entretinha em cântico comunhão com o Céu”. O Desejado de Todas as Nações, pág. 73. A Bíblia confirma que Cristo gostava de cantar: “E, tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras.” Mateus 26:30.
5) A Sra. White era a favor do uso de instrumentos, sem classificá-los seletivamente: “Seja introduzido na obra o talento do canto. O emprego de instrumentos de música não é de modo algum objetável. Os mesmos eram usados nos cultos nos tempos antigos. Os adoradores louvavam a Deus com harpa e com címbalos, e a música deve ter seu lugar em nossos cultos. Isto acrescentará o interesse nos mesmos.” Evangelismo, pág. 150.
6) Ela dizia que os instrumentos não devem ser tocados de qualquer jeito: “Nas reuniões realizadas, escolha-se um grupo de pessoas para tomar parte no serviço de canto. E seja este acompanhado por instrumentos de música habilmente tocados.” Testimonies, vol. 9, págs. 143, 144; Citado no Manual da Igreja, ano 2000, pág. 72. Entretanto, a melodia da voz é mais valiosa que todos os instrumentos: “A voz humana que entoa a música de Deus vinda de um coração cheio de reconhecimento e ações de graças, é incomparavelmente mais aprazível a Ele do que a melodia de todos os instrumentos de música já inventados pelas mãos humanas”. Carta 2C, 1892.
7) A irmã White afirmou que há músicas que desagradam a Deus e profetizou que, nos últimos dias, a música será usada de maneira errada para nos afastar do Criador: “Exibição não é religião nem santificação. Coisa alguma há, mais ofensiva aos olhos de Deus, do que uma exibição de música instrumental, quando os que nela tomam parte não são consagrados, não estão fazendo em seu coração melodia para o Senhor. A mais aprazível oferta aos olhos de Deus, é um coração humilhado pela abnegação, pelo tomar a cruz e seguir a Jesus. Não temos tempo agora para gastar em buscar as coisas que agradam unicamente aos sentidos. É preciso íntimo esquadrinhar do coração. Necessitamos, com lágrimas e confissão partida de um coração quebrantado, aproximar-nos mais de Deus; e Ele Se aproximará de nós.” Review and Herald, 14 de novembro de 1899.
“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo.
“O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo. É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último, seria introduzida em nossas reuniões campais. A verdade para este tempo não necessita nada dessa espécie em sua obra de converter almas. Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças das instrumentalidades satânicas misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado de operação do Espírito Santo… Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual, devidamente dirigida, seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” Mensagens Escolhidas, vol. 2, págs. 36, 37.
E é da leitura da frase “Haverá gritos com TAMBORES, música e dança…”, no primeiro parágrafo deste último texto, que surge o questionamento sobre o uso de instrumentos de percussão.
Esse Texto foi Redigido Para Condenar a Bateria?
No texto supracitado (onde destacamos os tambores) ela estaria atacando a bateria, como pensam alguns? Se o estiver, está atacando os gritos, a bateria, a dança e A PRÓPRIA MÚSICA também, pois as quatro coisas estão no mesmo contexto!
Logo, chegamos a outra pergunta: Foi somente o uso do instrumento de percussão que Ellen White condenou sobre a adoração em Indiana, no final do século 19? A resposta é óbvia: Ela não estava fazendo um documento sobre um instrumento musical em si, nem mesmo sobre a música somente. Estava analisando o todo de um contexto de adoração, e nesta análise, na mesma frase, ela não condenou somente os tambores, mas também os gritos, as danças e a música. Portanto, para sermos coerentes, se fôssemos eliminar os tambores baseados somente nesta frase, deveríamos eliminar também até a própria música, pois “música” é um dos quatro itens da frase. Isso é um próprio argumento dela, no mesmo texto, quando escreveu: “é melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi apresentado em janeiro último…” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 36).
É importante ressaltar que ela está preocupada com a soma de todas essas coisas. Logo, se quando a bateria estiver sendo usada na sua igreja, estiverem também ocorrendo danças e gritos, tal adoração musical estará chegando perto da preocupação de Ellen White. Mas o problema é que a soma não era apenas desses quatro itens. Tem mais.
Olhando o texto como um todo, temos que ser honestos em admitir que Ellen está sendo contra os cultos BARULHENTOS com qualquer tipo de instrumento e danças (que não são relacionadas àquelas danças praticadas pelos hebreus). Precisamos ter cuidado para não fazermos Ellen White dizer o que queremos, e muito menos achar que a música é uma questão de pouca importância, pois o Diabo se aproveitará dela para levar muitos à perdição eterna!
O que White condenou foi um contexto litúrgico que, por sua ideologia, levava à maneira errada como a música foi usada. “Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma benção” (Idem). Veja como aquele culto era diferente do que têm sido os nossos cultos: “Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música…” (pág. 37). A preocupação deste texto vai ao sentido de que (antes de nos preocuparmos em julgar determinada música ou instrumento) a primeira análise é observar se está havendo algazarra e confusão na execução de tal adoração musical. Veja a continuação da mesma frase citada acima: “…tal música, a qual, se devidamente dirigida, seria um louvor e glória para Deus” (Idem). Logo, o problema não era a música, mas o modo de conduzir, não somente ela, mas todo o contexto de adoração. “Satanás fará da música um laço, pela maneira que é dirigida” (pág. 38), e não por que é acompanhada por instrumento de percussão.
Aquilo que poderia ser usado para o bem, passou a ser usado para o mal. O instrumento de percussão, que por si mesmo não tem nada de mal, só teve a infelicidade de estar fazendo parte do mesmo contexto onde se fazia presente uma lista enorme de coisas erradas. Leia o texto de forma mais ampla, no volume dois do “Mensagens Escolhidas”, páginas 31 a 39. Você verá que no problema da condenação também estavam as doutrinas falsas, o fanatismo, o espiritismo, a excitação (estase), o perfeccionismo (doutrina dos hereges pós-lapsarianos), a heresia doutrinária conhecida como “carne santa”, os pulos, os tumultos, as mentes desequilibradas, as loucuras, os falsos movimentos, etc. Nota: o pós-lapsariano crê que a natureza de Jesus era igual à de Adão após a queda. Logo, de acordo com tal crença distorcida, se Ele, um homem de natureza caída, viveu sem pecado, nós temos que viver absolutamente sem pecado também. Isto é contrário ao que a Bíblia ensina sobre santificação e salvação. E por incrível que pareça, os hereges pós-lapsarianos carregam consigo, até hoje, uma forte ênfase na preocupação com os assuntos musicais na adoração. E adoração misturada com heresia é um caso sério.
Na página 37, a autora diz que “nenhuma animação deve ser dada a tal espécie de culto”. E aqui cabe uma pergunta: Será que ela queria também eliminar os cultos da igreja? É aí que percebemos que um mesmo instrumento pode ser benéfico ou maléfico. Seria então justo aplicar tal condenação textual para o nosso contexto atual de cultos? Os nossos cultos são uma soma de gritos com tambores, dança, música, heresias doutrinárias, fanatismo, espiritismo, excitação, pulos, tumultos, presença de mentes desequilibradas, loucuras e falsos movimentos? Se sim, não devemos tirar só os tambores de tais cultos, mas sim sair correndo dos cultos, com tambores e tudo!
Alguém poderia dizer: “Bem, ainda não chegamos lá, mas o tambor é o primeiro item nesta direção, por isso devemos evitá-lo.” Se este argumento for válido, a coerência exige, então, que também digamos: “Ainda não chegamos lá, mas a música é o primeiro item nesta direção, por isso devemos evitá-la.”
Então, o que Este Texto Quer nos Dizer?
Precisamos dar o sonido certo à interpretação desse texto para não corrermos o risco de colocar Ellen White contra a própria Bíblia. Nesse verso, a preocupação da Sra. White é com a doutrina da “carne santa”. O movimento fanático chamado “carne santa” afirmava ser possível viver nesse mundo de pecado e nunca mais pecar. Sabemos que essa era a condenação do texto que Ellen White escreveu, pois se perguntássemos a ela: “Sra. White, é possível viver nesse mundo de pecado e nunca mais pecar?”, ela nos responderia que o ensino dado com relação ao que é denominado “carne santa” é um erro. Segundo ela, se esse aspecto de doutrina fosse levado um pouco mais longe, conduziria à pretensão de que seus defensores não podem pecar; de que uma vez que tenham a “carne santa”, suas ações são todas santas. Ainda segundo a autora, todos podem obter agora corações puros, mas não é correto pretender, nesta vida, possuir a carne santa. Ainda no livro Mensagens Escolhidas, neste mesmo capítulo, ela menciona que nossa confiança não está no que o homem pode fazer, mas sim, naquilo que Deus pode realizar pelo homem, por meio de Cristo. E comentando sobre o mesmo assunto, nos Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 114, ela deixa claro que a santificação não é obra de um momento, uma hora ou um dia. É um contínuo crescimento na graça. E enquanto Satanás reinar (até a volta de Jesus), precisaremos subjugar o próprio eu, teremos assaltos malignos a vencer e não haverá lugar de parada – nenhum ponto a que possamos chegar e dizer que atingimos plenitude (Filipenses 3:13-16).
E, quando nos desarmamos dos nossos pressupostos para receber a pura mensagem do sentido hermenêutico correto da interpretação deste texto de Ellen White, que está no livro Mensagens Escolhidas (onde ela cita os tambores), olhando para o texto como um todo, temos que admitir que ela não está discutindo música, e sim a doutrina da salvação e o espírito de adoração. Por isso, é lamentável ver como algumas pessoas que querem defender opiniões pessoais tiram um pedaço do texto do seu contexto e colocam na boca do profeta aquilo que ele não tinha em mente, de modo a expor a igreja como se ela estivesse numa grande confusão. Como diz o ditado: “um texto fora do contexto é um pretexto”.
Observação Etimológica
Muitos que tentam relacionar este texto de Ellen White com o moderno instrumento de percussão chamado “bateria”, recorrem ao uso da palavra inglesa “drum”. Pois, se para o que aparece como “tambores” no texto original em inglês é a mesma palavra inglesa – “drum” – para designar o instrumento que em português seria “bateria”, então Ellen White estaria falando especificamente do instrumento.
Acontece que, no contexto deste texto de Ellen White, “drum” jamais pode ser traduzido por “bateria”. Por quê? É simples: A coleção de instrumentos musicais de percussão agrupados para um só instrumentista (percussionista, baterista) executar, que hoje é conhecida como “bateria” (“drum” em inglês), demorou mais de duas décadas para ser inventada, depois que Ellen White escreveu seu texto. Sim, a invenção da bateria aconteceu após 1910.
Mas duas décadas antes, a palavra “drum” já existia, significando outra coisa. O “drum” daquela época é o que conhecemos hoje por “bumbo”. Esse tambor grande, usado em fanfarras militares, escolares, de desbravadores, escoteiros, etc. Era ao mau uso deste tambor grande que Ellen White estava se referindo, justamente pelo fato de ele sozinho e mal tocado produzir um som retumbante, que logicamente atrapalhava o bom andamento das reuniões em Indiana.
Discrição e Moderação
Percebemos que uma boa recomendação, no nosso contexto de igreja até o momento, é a de que, se desejada e necessária, a bateria seja usada, de forma adequada (sem tirar a atenção da letra, sem um volume excessivo que agrida os ouvidos, sem deixar que os sons da marcação rítmica sobressaltem-se à melodia ou à harmonia, sem despertar sentimentos exibicionistas, etc.), inclusive em playbacks. A Bíblia tanto aconselha, também, o uso de instrumentos de percussão (Salmo 150:3-5) quanto cita exemplos de que os mesmos eram usados no serviço de adoração da casa de Deus (1Crônicas 25; 2Crônicas 29:25). Cada uma das palavras “címbalos”, “liras” e “harpas” que aparecem em 2Crônicas 29:25 não se referem exatamente a um (ou, no caso da soma, três) instrumento, mas sim, a uma ordem, classe, de instrumentos. Portanto, uma boa tradução deste verso ficaria assim: “O rei posicionou os levitas no templo do Senhor com instrumentos de percussão, instrumentos de sopro e instrumentos de cordas… conforme ordenado pelo Senhor, por meio dos seus profetas”. Ellen White também diz que “não devemos opor ao uso de instrumentos musicais em nossa obra (Testimonies, vol. 9, págs. 143 e 144; citado no Manual da Igreja, edição revisada em 2000, pág. 72)”. Bateria é um instrumento musical.
É importante sermos conscientes que pode acontecer de, em determinados contextos sociais, a presença física e visível desse instrumento dentro da igreja ser negativa, na visão de alguns. Pode ser que a bateria esteja com sua imagem muito deturpada na mente de determinados crentes. Neste caso, talvez eles possam fazer uma associação mental com os shows mundanos, ao ponto de ter sua adoração atrapalhada. Se for assim, talvez seja melhor evitar a presença física de tal instrumento dentro do templo, apenas para que não haja um ruído de comunicação causado pelo visual. Isso ajudaria, didaticamente, a alguns destes irmãos mais fracos firmarem-se no sentimento de que preservamos nossa identidade e de que não desejamos causar escândalo entre a membresia. Esse princípio de evitar o escândalo está em Romanos 14:21, 22 e os filhos de Deus irão segui-lo: “É bom não comer carne, nem beber vinho, nem fazer qualquer outra coisa com que teu irmão venha a tropeçar [ou se ofender ou se enfraquecer]. A fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus. Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova.”
Também devemos considerar que sons percussivos (marcação do tempo da música) indefinidos (que não dão a marcação no tempo certo) podem não ser tão eficientes no que queremos comunicar numa adoração a Deus. Por isso, é bom que como igreja não tenhamos a intenção de usar instrumentos de percussão com “sons percussivos indefinidos”. O som da bateria precisa ser usado corretamente, pois os sons percussivos marcados no tempo correto, do jeito certo, não atrapalham em nada a adoração. Em todo e qualquer instrumento pode haver percussão! Aliás, todo e qualquer som é percussivo, mas “até no caso de coisas inanimadas que produzem sons, tais como a flauta ou a cítara, como alguém reconhecerá o que está sendo tocado, se os sons não forem distintos? (1Coríntios 14:7)”.
Amigo, se um dia Deus quiser que a presença física do instrumento faça parte da coleção de utensílios usados dentro da igreja que você frequenta, Ele o revelará. Enquanto isso, vale a prudência em respeitarmos a opinião de todos (sem escandalizar os demais – 1Coríntios 10:32, 33) tendo a consciência de que qualquer instrumento (bateria, violão, piano ou guitarra) pode ser uma bênção ou maldição. Dependerá do uso que faremos de tais instrumentos na adoração.
Avalie a música especialmente pelo que ela produz em você (em nível de sentimentos) e veja se os pensamentos que ela irá despertar em você são os de Filipenses 4:8: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.”
Pastor Valdeci Junior e Jornalista Leandro Quadros

Comentário da Lição - Lição 3 - Gilson Nery

Lição 03. Terceiro trimestre. 11 a 18 / 07 / 009
Comentários de Gilson Nery
Esc. Sabatina.

Andando na luz – Abandonando o pecado


“A vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.” Prv. 4:18. Nós vivíamos nas densas trevas da meia noite deste mundo ( Isa. 60:2 )e, os nossos olhos da fé não suportavam a luz do meio dia originaria do Sol da Justiça ( Ml.4:2 ), por isso, Cristo se apresentou a nós, inicialmente, não como o Sol Ofuscante e Brilhante de um dia completo, mas, com o brilho suave, poético e encantador da Estrela da Alva. Apc. 22:16; II Pd. 1:19. Ele aparece no escuro do firmamento da nossa vida como a Estrela da manhã, preparando-nos para recebermos os Seus brilhantes raios de luz como o Sol da Justiça, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito; o que acontece com a maioria, é que ficam encantados com a beleza poética e encantadora da Estrela da Alva e não prosseguem andando e acompanhando os raios de luz do Sol Nascente que se levanta no horizonte de suas vidas. Falando sobre este aspecto, disse o profeta Isaias: “Levanta-te, resplandece, pois já vem a tua Luz, e a Glória do Senhor vai nascendo sobre ti.” Isa. 60:1. É muito encantador e poético, contemplar, nas madrugadas de uma noite escura, o brilho da estrela da alva, mas, apenas isso não é suficiente, é preciso que nos levantemos de uma atitude de apenas uma contemplação poética, filosófica e acadêmica Desta Estrela ( Cristo ), como a Estrela da manhã, ou ainda, a Luz da aurora, e passemos a contemplá-Lo e acompanhá-Lo como o Sol Brilhante até que o dia seja perfeito. Cristo como a Estrela da Alva, é “como Se fosse,” uma luz menor que nos guia a Ele Próprio, como a Luz Maior que tem o poder de penetrar em todos os recantos do nosso ser, e, é Esta Luz que nos faz andar em Sua luz, como disse acima: o nosso problema tem sido que temos ficado parado na luz da aurora e não nos aquecemos com o calor do brilho do Sol para que possamos andar pelos caminhos do Eterno. Precisamos do calor de um batismo de fogo do Sol da Justiça, mediante a virtude do Espírito Santo para que possamos andar e, até correr a carreira que nos foi proposta; é quando estacionamos e paramos em nossa caminhada para fora de Sodoma e Gomorra, que somos transformados em estátua de sal. Lc. 17:32. A nossa segurança está na luz do Sol da Justiça, se recusarmos a andar nesta luz, que aquece as nossas almas, o frio das madrugadas se apoderarão de nós e, nos torna uma impossibilidade abandonar o pecado, é somente pelo calor Deste Sol, que temos a capacidade para abandonar o pecado e andar em Sua luz. Que muito em breve possamos está, não somente aquecidos pelo calor Deste Sol, mas, também, “incandescentes e brilhantes como as estrelas do firmamento. Amém! Dan. 12:13.

Verso para memorizar: Precisamos urgentemente entender o que significa confessar pecados; confessar pecados, legitimamente falando e em um sentido mais amplo da palavra confessar, não consiste em apenas contar a história do nosso pecado a Deus; é possível que passemos a vida toda historiando nos mínimos detalhes, os nosso pecados para Deus e, nunca termos confessados estes pecados. Confessar genuinamente. Pecados, significa reconhecer do mais profundo do nosso ser, que praticamos aqueles pecados, tendo recebido de Deus, possibilidades para não praticar estes pecados; enquanto existir dentro de nós algum resquício de justificação da espécie daquela que existiu em Adão, traduzido nas palavras: “A mulher que Tu me destes,” etc., é porque não existiu em nosso histórico do nosso pecado, confissão verdadeira. Nós precisamos ser convencidos dos nossos pecados e do nosso pecado e, isso é algo impossível para a nossa natureza pecaminosa, somente o Espírito Santo pode operar, com o nosso consentimento, este milagre por nós, e, segundo as Palavras de Cristo, É Ele, o Espírito Santo que está Encarregado desta missão; veja em João 16:7-8; peçamos, portanto, ao Espírito Santo que Ele nos convença dos nossos pecados e do nosso pecado, para que ao confessá-los, possamos, como testemunhas preciosas a favor de Deus no tribunal divino, declarar perante o Universo, que Ele não é responsável de nenhuma forma ou maneira, pelos nossos fracassos e pecados, situação esta, que “o” “pecado,” criou no contexto deste grande conflito. Em Sua longanimidade, amor e misericórdia, Deus “precisa” deste nosso testemunho; imaginem que fantástico privilégio o nosso! Note o seguinte: Os nossos pecados particulares que somente Deus e os anjos bons ou maus, ficaram sabendo, precisam ser confessados apenas com a mesma publicidade, nenhum ser humano deve ouvir esta confissão, não deve ser pública em geral, mas, também, não deve ser apenas em pensamentos, porque nenhum anjo, seja bom ou mal, pode ler os nossos pensamentos e, eles, precisam ouvir esta espécie de confissão porque presenciaram estes nossos delitos; por outro lado, apenas os pecados de conhecimento geral e de repercussão geral na sociedade humana, devem ser confessados em público e com a mesma publicidade, e, o pecado particular contra uma pessoa em particular,deve ser confessado àquela pessoa e também a Deus. Em resumo e pela ordem:
Pecados cometidos em pensamentos, ou que somente Deus ficou sabendo, somente a Deus devem ser confessados, somente Ele deve ouvir esta confissão e, deve ser feita apenas em pensamentos.
2 – Pecados contra Deus apenas, mas que os anjos ficaram sabendo, devem ser confessados em particular sem que nenhum ouvido humano ouça, mas em voz audível, o mais baixo possível.
3 – Pecados de repercussão na sociedade em geral, devem ser confessados com a mesma publicidade.
4 – Pecados entre pessoas e pessoas, em particular, deve ser confessados apenas entre estas pessoas.

Parte de domingo. A Luz. ( João 1:5 ).

Note o seguinte: Deus é Luz, mas a luz não é Deus.

Perg. 01 – Resumo dos Conceitos : Deus é Luz; Minha Luz; Tua luz; Grande luz; A Luz veio ao mundo; “Eu Sou” a Luz do mundo; Vim como a Luz; Habita na Luz; etc. Note isto: A Luz como tal, nunca foi criada.
Perg. 02 – O significado é: Deus não tem parceria com as trevas. II Cor. 6:14-16; Deus não predestinou a existência do pecado em nenhum aspecto.

Parte de segunda feira. O problema do pecado. ( I João 1:6,8,10 ).

Perg. 03 – Professar cristianismo e não praticar este cristianismo; o conceito do nenhum pecado; carne santa; engano fatal; mentira; etc.
Perg. 04 – As implicações são, que não precisaríamos mais do Sacerdócio de Cristo e a sermos os maiores mentirosos da história, além de declararmos que Deus é mentiroso como nós.
Note como hoje e entre nós, podemos, também, ser mentirosos em nossos testemunhos, e também, fazer de Deus um Mentiroso:
Quando afirmamos que Deus não morreu na Cruz verdadeiramente e de fato, também O chamamos de Mentiroso. Ver Apc. 1:18;João 10:17-18. Note bem o seguinte: Se o Verbo Eterno, o Senhor Deus Unigênito ( João 1: 1,14,18 ), Se fez Carne para poder morrer pela humanidade, e na hora da Sua morte, “desencarnou” e, após três dias encarnou outra vez para simular uma ressurreição e depois disso tudo, afirma que morreu; se ensinarmos isso estamos declarando-O o Maior Mentiroso da história do Universo; não devemos nos esquecer que, é verdade que Deus é Imortal, mas lembrar, também, que Ele é Todo Poderoso e Onipotente, isto é: Para Ele tudo é possível. Apenas uma coisa seria impossível para Deus, o que seria? Seria pagar um preço maior do que Ele já pagou pelo nosso resgate, isso Lhe seria impossível.

Parte de terça feira. Respostas para o problema do pecado ( João 1:7,9 e 2:2. ).

Perg. 05 – Ver a introdução deste comentário.

Parte de quarta feira. O alvo do cristão. ( João 2:1 ).

Perg. 06 – Este é o desejo de Deus expressado através de João; embora ainda sujeito a pecar, o nosso alvo é uma vida sem pecado; o cristão não vive prostrado no pecado sem nenhum interesse de abandoná-lo, esta espécie de pecado, o cristão não pratica, mas se acontecer que ele caia nesta situação, não precisa desanimar porque Jesus Cristo ainda é o seu Advogado e Juiz; lembra-se do caso de Davi e seu grande pecado voluntário, intencional e planejado?
Perg. 07 – Note, não há homem que não peque...; não há nenhum justo, não há um sequer; até mesmo o grande apóstolo Paulo se considerava o principal de todos os pecadores. Como entender isto, se a Bíblia menciona de ponta a ponta os justos e santos do Altíssimo, aqueles que guardam os Seus mandamentos e tem a fé de Jesus? O sentido é que sem Cristo a Nossa Justiça, não há nenhum justo, nenhum santo, todos são pecadores condenados a morte eterna; quando O aceitamos como a nossa Justiça, Substituto e Penhor, nos tornamos justos e santos e sem nenhuma condenação, embora ainda sejamos pecadores, injustos e pecaminosos. Esclarecimento: Esta situação de justificados, santos e sem nenhuma condenação sendo nós ainda pecadores, é uma situação da graça de Deus em nós para que possamos andar na Luz e nos tornarmos justos, santos e perfeitos em Cristo Jesus e não para nos acomodarmos em nossos pecados.

Parte de quinta feira. O Conforto dos cristãos. ( João 2:1,2 ).

Note a amplitude deste conforto:

Deus, o Pai Celestial é Amor e Ele nos ama, independentemente da intercessão de Cristo como nosso Advogado e Sacerdote.
O Senhor Deus Unigênito, o Verbo Eterno feito Carne, Jesus Cristo, é o nosso Sacerdote, Sumo Sacerdote, Advogado e nosso Juiz, lá nas Coortes Celestiais, no Terceiro Céu, no Santuário Celestial, junto ao Pai Celestial.
O Espírito Santo, em “Sua Plenitude,” é o nosso Intercessor, Consolador e, também nosso Paráklito ( Advogado ), aqui neste nosso planeta, Rom. 8:26; neste caso, o que sobrou para os pretensos “intercessores” humanos? Esta designação de “intercessor” aplicada para seres humanos, com todo este barulho de toque de trombetas, que tem sido apresentado ao mundo, é indevida; o erro está na grande ênfase que tem sido dada neste aspecto, não existe nenhum mérito em nossas orações por outras pessoas, devemos orar pelos outros, mas não como intercessores no sentido amplo da palavra, esta amplitude e todo este toque de trombetas, pertencem apenas ao Espírito Santo e a Jesus Cristo; devemos orar pelo outros sem esta pretensão, é o Espírito Santo que intercede junto a Cristo e Cristo junto ao Pai Celestial, ninguém mais; o nosso toque de trombetas precisa ser nesta direção; o assunto da intercessão do Espírito Santo junto a Cristo, é quase zero entre nós, são intercessores humanos que tem sido destacados e, isto é um erro.
Por que precisamos orar pelos outros e qual a importância disso? Resposta: Porque Deus anseia manter conversação conosco como acontece com grandes amigos íntimos, o teor das nossas orações pelos outros deveria ser mais para conversação a respeito destas pessoas do que de intercessão; como manter conversação com Deus se não tivermos assunto? Na verdade e na realidade dos fatos e, o verdadeiro sentido teológico da Palavra, Intercessor ou intercessão, tem que ver com apresentação de méritos para se conseguir bênçãos, Graça, perdão, libertação e outras coisas para alguém que não tem nenhum mérito para adquirir estas benesses. Nunca houve, em tempo algum, nenhum intercessor entre Deus e a humanidade, a não ser Jesus Cristo, o Verbo Eterno e o Espírito Santo e, posso afirmar, que todo aquele ritual letívitico sacerdotal que existiu no passado era apenas simbólico e não real.É verdade que antes da encarnação, vivência na terra, morte e ressurreição, o Verbo Eterno não poderia, legalmente falando, exercer funções sacerdotais, mas não devemos nos esquecer que este Verbo Eterno foi considerado morto, desde a fundação do mundo e, neste aspecto, Ele, também, já poderia ter sido considerado, até certo ponto, Sacerdote, sumo Sacerdote, Intercessor, Mediador e Advogado da humanidade, desde toda a história do pecado, antes e depois da Cruz. Cristo sempre foi o Único Intercessor e Mediador entre Deus e a humanidade, porque a Sua intercessão é a única que contem méritos; as nossas orações por nós mesmos e pelos outros, devem apresentar a Deus apenas o nosso desejo de adquirir bênçãos para nós e para os demais por quem estamos orando e, nunca, se constituírem intercessão para aquisição de bênçãos; somente as orações de Cristo possuem este direito e este mérito e, estes são os fatores que O Constituem O Único Mediador, Intercessor e Advogado entre Deus e a humanidade. Quando tocamos muito alto as nossas trombetas sobre os intercessores humanos, eclipsamos e descentralizamos a Pessoa do Espírito Santo e do Senhor Jesus Cristo o Único Intercessor de mérito e, fazemos das nossas orações, orações meritórias em conjunção com as orações de Cristo, embora tenhamos pronunciado nestas nossas orações a frase: Em nome de Jesus. Devemos orar e apresentar os nossos desejos a respeito de nós mesmos e dos outros, mas, sem a pretensão de sermos intercessores; foi por estes caminhos que a igreja de Roma caminhou ao criar o seu quadro vasto e imenso de santos intercessores.
Em tempo: Que ninguém se iluda pensando que a igreja romana aceita que exista outro Mediador a não ser Jesus Cristo, junto a Deus o Pai Celestial, é, segundo esta igreja, a partir de Jesus Cristo que esta igreja colocou os seus mediadores que intercedem junto a Jesus; será que não estamos balançando nesta mesma direção? Que assim não seja! Amém!


Que Deus nos segure nas Suas mãos para que possamos estar sempre andando na Luz desde a Sua aurora até o Seu brilho do meio dia. Amém!

Comentário da Lição - Lição 2 - Gilson Nery

Lição 02. Terceiro trimestre. 4 a 11 / 07 / 009
Comentários de Gilson Nery
Esc. Sabatina

Experimentando a Palavra da vida

Disse Jesus: “...As Palavras que Eu vos disse são espírito e vida.” João 6:63. O Senhor Deus Unigênito foi apresentado ao Universo, nos primórdios de sua história, como sendo Ele Próprio a Palavra, ou o Verbo Personificado, é Ele que torna audível os pensamentos de Deus, foi Ele que, pela primeira vez na pré-história do Universo, traduziu em palavras, estes pensamentos divinos, não fomos nós humanos, os que primeiro experimentamos a Palavra da vida; deveríamos seguir o exemplo do profeta Jeremias, este nos informa que experimentou a Palavra da vida imediatamente após tê-las encontrado, note as suas palavras: “Achando as Tuas Palavras, logo as comi, elas me foram gozo e alegria ao coração...”, ( Jr. 15:16 )e, através do profeta Ezequiel, contemporâneo de Jeremias, Deus nos ensina como experimentar e comer a Sua Palavra, veja as Suas Palavras: “Filho do homem..., come este rolo..., abri a boca...,dá de comer ao teu ventre, e enche as tuas entranhas deste rolo que Eu te dou..., mete no teu coração todas as Minhas Palavras..., ouve com os teus ouvidos, Etc.” Ezq. 3:1,3,10. Dá de comer ao ventre da alma e encher as entranhas da alma com as Palavras que saem e saíram da boca de Deus, não significa necessariamente, estudar teologia ou decorar as Palavras da Bíblia Sagrada, significa, em santa meditação, oração e comunhão com Deus e Sua Palavra, assimilar o poder desta Palavra em todo o nosso espírito, alma e corpo, conforme o significado de Heb. 4:12; significa está sempre em um estado de santa meditação nas Palavras de Deus, permitindo que estas penetrem até a divisão da alma e do espírito, juntas e medulas e que estas venham a discernir os nossos pensamentos e intenções dos nossos corações; jamais conseguiremos chegar a este objetivo, apenas estudando estas palavras ou decorando-as, é preciso assimilar o Espírito da Palavra, e , isso não se consegue sem tirarmos tempo para ouvir, a sós com Deus em oração, a voz do Espírito Santo falando a nossa alma através da Palavra de Deus, Este é o Espírito de vida da Palavra do Qual disse Jesus, vivifica ( João 6:63 ), mas, é preciso encher as nossas entranhas, o nosso ventre e o nosso coração com esta Energia que o Espírito Santo nos concede através da Palavra escrita da Bíblia Sagrada nestes momentos de comunhão e santa meditação e, e, isso significa, também, experimentar a Palavra da vida.

Verso para memorizar: Imaginemos uma Bíblia que tivesse sido escrita por inspiração divina do Espírito Santo, por pessoas que nunca tivessem visto nada da manifestação divina, assim como, também, nunca tivessem visto o Messias e os Seus feitos; este livro mereceria crédito? Resposta: Desde que tivesse sido recebido através da verdadeira fé, sim teria e mereceria o mesmo crédito, mas Deus, em Sua misericórdia, providenciou para que a nossa fé fosse muito bem estabelecida e robustecida com o testemunho de testemunhas oculares que escrevessem de suas experiências pessoais com o Messias e, além disso, inspiradas pelo Espírito Santo sobre a história da redenção profetizada pelos santos profetas os quais, também, foram inspirados por Este Mesmo Espírito, e, assim, temos em mãos, um documentário confirmado pela inspiração divina nestas testemunhas oculares para que pudéssemos, também, sermos testemunhas através desta mesma fé que nos foi entregue. Judas. 3.

Parte de domingo. Introdução á Primeira Epístola de João. ( I João 1:1-4 ).

Perg. 01 – Note que João inspirado pelo Espírito Santo afirma e confirma o seu testemunho de sua experiência pessoal com o Filho de Deus com as seguintes palavras chaves e documentais:
1 – Ouvimos.
2 – Vimos.
3 – Contemplamos.
4 – Tocamos.

Note o seguinte: Este contemplar e este tocar, não foram ocasionais, como ocorreu com muitos daqueles que viram e tocaram em Jesus, mas sim por espaço de anos em convivência diária com Ele, ali no dia a dia, comendo, bebendo e dormindo na mesma residência, eles contemplaram o Filho de Deus durante anos sem interrupção, antes e depois da sua morte e ressurreição, quando Este Mesmo Jesus, permaneceu com eles durante 40 dias; esta é a razão porque o apóstolo pôde dizer estas palavras:Contemplamos e tocamos, ou seja, durante anos antes da Sua morte e 40 dias depois dá Sua ressurreição. .
Perg. 02 – Note: Comunhão Universal e vida eterna; a nossa comunhão com o Pai Celeste através do Seu Filho, o Deus Unigênito e, esta experiência, automaticamente nos coloca em comunhão com todos os habitantes do Universo, com os santos anjos e toda a igreja verdadeira aqui em nosso Planeta.

Parte de segunda feira. I João 1 e João 1.

Perg. 03 – A pré-existência do Verbo Eterno; a definição Deste Verbo como sendo Deus, a Vida e a Luz dos homens.
Perg. 04 – A apresentação do Verbo como Deus Criador e que nada do que foi feito se fez sem Ele; Sem o Verbo, nada e nem ninguém! Note o seguinte: O Evangelho e as epístolas se complementam, é a Palavra de Deus interpretando a Palavra de Deus.

Parte de terça feira. A Palavra da vida. ( I João 1:1,2 ).

Perg. 05 – Significa que a Palavra ai mencionada é a Palavra que cria a vida, Ela é a origem da vida, Cristo é Esta Palavra Personificada, o Verbo Eterno, ou ainda, o Deus Unigênito que Se fez carne e habitou entre nós.
Perg. 06 – Veja o comentário de domingo e João 1:1;Apc. 19:11-13.
Note o seguinte: O Evangelho sem Jesus Cristo, não existe, Ele é o Evangelho Personificado.
Perg. 07 – Significa vida eterna, a vida nas mãos de Deus; Palavra que cura a alma, o corpo e o espírito; Nele estava a vida e Ele era e é a Vida em Si Mesmo; Ele possui vida inerente, não emprestada não derivada; Ele é a Luz dos homens; ele é a Luz do Universo; Nele nos movemos, existimos e vivemos, e isto, hoje, depois de Sua partida para o Santuário Celestial, é processado através do Seu Vigário, ou Substituto, o Espírito Santo.

Parte de quarta feira. Testemunhas oculares.

Perg. 08:

1 – Embora Israel não tenha visto a Deus Face a face e visivelmente, viu o que Deus fez por ele durante 40 anos deserto a fora e, neste aspecto, podiam ser testemunha oculares Deste Deus.
2 – Além de verem as grandes obras do Messias, os apóstolos, viram o Messias e conviveram com Ele.

3 – Mais de quinhentas pessoas viram o Messias ressuscitado assim como Tiago, Paulo e outros.

Nós podemos ser testemunhas oculares do poder de Cristo em nossa vida, embora não possamos ser da Sua Pessoa física e literal.

Parte de quinta feira. Comunhão dos santos.

Perg. 09. Ver neste comentário a parte de domingo. A nossa mente precisa está conectada e sintonizada com a mente de Deus o Pai, com o Deus Filho Unigênito e com a igreja Universal terrestre e a Celestial.
Perg. 10 – Unanimidade, fraternidade e socialismo cristãos; partilha voluntária e com amor, dos bens materiais; freqüência ao templo; louvor, alegria e singeleza de coração; era, realmente, uma comunhão de santos que formava a igreja apostólica.

Pág. 24, em discuta, primeiro parág. Formas atuais de tocar e ver Jesus: Ver com os olhos da fé e tocá-Lo com os nossos pensamentos e nossas palavras de louvor e testemunho oral; lembremo-nos que pensamentos, em certo sentido, são literalmente “coisas;” peçamos ao Espírito Santo que sintonize e conecte a nossa mente com a Mente de Jesus e que os nossos pensamentos O procurem sempre para tocá-Lo, para que possamos viver conectado, com Ele, com O Pai Celeste, com o Espírito Santo e a igreja Universal. Amém!
Pág. 24, em Cristo é Deus e, o tópico, comente: Nenhum ser criado, seja homem ou anjos, poderia pagar com a sua morte, o resgate de uma alma; o Cristo apenas humano, não seria suficiente para quitar esta quase impagável dívida; por outro lado, visto como Deus somente poderia ser tentado como homem assim como exercer ofícios sacerdotais, depois de passar pela experiência humana como Campeão Olímpico em todas as batalhas contra o pecado, se Ele se tornasse homem, assim é que, Deus Se tornou homem para passar por estas experiências, morrendo e ressuscitando para tornar possível o nosso resgate e o nosso futuro eterno na Cidade Eterna, mas, note: Ele morreu como Homem, mas foi a Pessoa de Deus que morreu, foi a Sua divindade atributos ( que não sabemos o que seja ), que não morreu, mas, Deus morreu de fato e realmente e ressuscitou pelo Seu Próprio Poder para exercer o Oficio Sacerdotal por cada um de nós e, morar conosco eternamente. Amém!

Que o Espírito Santo nos faça passar por uma experiência profunda e total com a Palavra da vida. Amém!

Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.
E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.
Estado de S. Paulo.Brasil.

Classe Universitários
www.oestadio.com/escola.shtml

Comentário da Lição - Lição 1 - Gilson Nery

Lição 01. Terceiro trimestre. 27 / 06 a 04 / 07 / 009
Comentários de Gilson Nery
Esc. Sabatina.

Jesus nas epístolas de João

“Eu, Jesus,” enviei o Meu anjo para vos testificar estas coisas às igrejas..., “Eu Sou,” a Resplandecente “Estrela” da Alva ( da manhã ), ( Apc. 22:16 ); “O que vês, escreve num livro e envia-o às...igrejas...; Escreve, pois, as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de acontecer.” Verso 19. ( Adaptação de Gilson Nery ).
Como em toda a Escritura do Cânon bíblico, por traz das epístolas ( cartas ) de João, se encontra a Pessoa do Deus Unigênito, o Senhor Jesus Cristo; é, deveras, emocionante, lermos Palavras como estas nas quais o Próprio Salvador do mundo Se apresenta com estas Palavras: “Eu Jesus,” “Eu Sou” a Resplandecente Estrela da Alva ( A Verdadeira ); “Eu Sou” O que Vivo; Fui morto, mas estou Vivo para todo o sempre! E tenho as chaves da morte e do inferno ( sepultura ) Etc. As vezes, ou, quase sempre, ficamos estacionados à sombra da Cruz de Cristo e lamentando com tristezas, nesta sombra, e, damos a entender ao mundo, que não sabemos para onde levaram o nosso Senhor que foi morto e sepultado, ( João 20:13 );é verdade que precisamos passar alguns momentos aos pés da Cruz ( João 12:32;3:14-15 ), mas, nunca estacionar à sua sombra e, sim, à sua Luz, que focaliza o Santuário Celestial onde se encontra Este Personagem que Se apresenta nos textos citados acima, e, que quer, ansiosamente, Se apresentar a cada ser humano deste nosso mundo; Este é o Legítimo Autor das epístolas de João; O que daríamos e o que faríamos nós, para receber uma correspondência escrita do Próprio Senhor Jesus! Quão preciosas não seriam, para nós, estas cartas!? Imaginem com quanta emoção e entusiasmo iríamos ler estas cartas e, com quanta emoção e fervor iríamos anunciá-las a todos! Mas, aí estão estas correspondências; onde está a nossa emoção, o nosso entusiasmo, o nosso fervor? Sabe onde estão? Estão estacionados à sombra da Cruz e da sepultura de Cristo; as nossas lágrimas, as nossas lamúrias e as nossas murmurações se encontram conosco impedindo-nos de vermos o Senhor Ressuscitado; Ele não está mais na Cruz ou na sepultura, Ele está, através do Seu Legítimo e Único Vigário, o Espírito Santo, aqui mesmo bem ao nosso lado dizendo-nos: “Por que choras? A quem procuras.” João 20:15. Que a nossa resposta não seja na base do “levaram o meu Senhor e não sei onde O puseram,” mas sim, na base do: “Eu Sou” O que Vivo, fui morto, mas Estou Vivo.” Que durante todo este trimestre, ao estudarmos as epístolas de João, possamos fazê-lo mentalizando estes fatos e estacionados na Luz que a Cruz de Cristo projeta para dentro do Santuário Celestial onde Jesus entrou por nós como O nosso Precursor. Amém!

Verso para memorizar: “Nós temos visto.” Etc. Existe uma tendência natural em nós, para crermos apenas por vista e, à diminuirmos a nós mesmos por não termos visto, ouvido e apalpado fisicamente a Pessoa do Salvador do mundo; mas, ao passo que aqueles que viram tenham sido bem-Aventurados ( Mt. 13:16 ), existe, também, uma bem-aventurança para os que não viram e creram ( João 20:29 ); e, foi, também, o Próprio Cristo que disse que, precisamos crer para ver e não ver para crer. João 11:11:40; e, a mentalidade apostólica se harmoniza com este pensamento, lemos em II Cor. 5:7;4:18: “Porque andamos por fé e não por vista”; devemos nos lembrar sempre do grande desastre nacional que ocorreu na história do povo judeu quando optaram por andar por vista e não pela fé, escolhendo um rei humano visível ( Saul ), como tinham todas as Nações ( I Sam. 8:4-7 ), e não crendo no Invisível que os tinha guiado e suprido as suas necessidades até aquele momento através de todas as suas jornadas, e, não foi isso mesmo que ocorreu, também, com o povo de Deus o cristianismo do segundo e terceiro século, quando escolheram, um representante visível da Pessoa do Espírito Santo, o Verdadeiro e Único Vigário Invisível da Pessoa do nosso Legítimo Rei e Sacerdote Jesus Cristo? E, não ocorreu o mesmo no que diz respeito a Pedra fundamental da igreja, quando criaram a doutrina da Pedra fundamental invisível da igreja, Jesus Cristo, e, da pedra visível e fundamental da igreja, Pedro o apóstolo? E, história está aí para mostrar o desastroso e catastrófico resultado desta funesta escolha! A igreja verdadeira, portanto, não anda por vista, mas por fé, crendo no Invisível. Heb. 11:27. Al. Rev. Antg. Nós teremos uma eternidade pela frente para vivermos por vista.! Amém!

Parte de domingo. Autor e destinatário.

Uma palavra da inspiração sobre João o discípulo do amor: “A vida de João foi uma vida de fervorosos esforços para conformar-se com a vontade de Deus; João era um professor de santidade prática.” Santit. 87:3 e parág. 2.
Perg. 01 – Ver introdução deste comentário. Se bem que seja importante saber quem são os autores dos Escritos Sagrados, para nós que os recebemos pela fé que estes foram dados por inspiração divina, não faz muita diferença esta identificação; as evidências favorecem que a autoria seja do apóstolo amor, o discípulo João.

Parte de segunda feira. O conteúdo da epístola.

O conteúdo, eis o essencial das epístolas, o resto são apenas detalhes de segunda importância; nós recebemos este conteúdo como sendo de origem divina, e, em segundo plano, aquilo que estiver disponível sobre a história e demais evidências.
Perg. 02:

1 – Os que conhecem a verdade; a graça, misericórdia, paz e o amor.
2- Alegria pelos que andam na verdade.
3 – O amor fraterno; andar segundo os mandamentos. Etc.
4 – Advertências sobre os enganadores, anticristos; olhar por nós mesmos; não receber em casa nem os saudeis, naturalmente, se esta saudação e este acolhimento signifique compromisso com as suas más obras.
5 – Muitos seriam levados e enganados por estes ensinadores de falsas doutrinas; note: não seriam poucos, mas muitos.

Parte de terça feira. O propósito das epístolas.

Este propósito é equivalente ao mesmo propósito para o qual foi escrito o seu Evangelho. Ver. João 20:30-31.
Perg. 03:
1 – Alegria completa. Esta alegria nem sempre é equivalente a barulho, gritos e êxtases desconexos, mas sempre significa paz interior, aquela paz que o mundo não pode dar mas que somente Cristo pode nos conceder.
2 – A sensação e a certeza do perdão de todos os nossos pecados, é o poderoso elemento de força para a vitória sobre o inimigo e, esta vitória pode ser mantida quando a Palavra de Deus permanece dentro de nós. Veja Sl. 119:11. Estes foram os motivos e o propósito pelos quais João escreveu as suas epístolas.

Parte de quarta feira. Jesus nas epístolas de João.

Perg. 04:
1 - = João 1:1,14.
2 – Vimos e ouvimos; Filho de Deus. Etc.
3 – O Advogado de causas perdidas, O Único.
4 – O Cristo = Messias = Ungido.
5 – O Salvador do mundo, o meu Salvador.

Quem é Ele? Ele é o Verbo Eterno, o Deus Unigênito que Se fez carne integralmente permanecendo ao mesmo tempo, Deus Todo Poderoso integralmente, morreu e ressuscitou e está vivo e oficiando como nosso Advogado, nosso Messias e Messias das profecias, o nosso Ungido e Salvador nosso.
Note o seguinte: O Jesus das epístolas e do Evangelho de João, não é o Mesmo Jesus apresentado por muitos dos cristãos da nossa época e pós época de João; O Jesus dos ensinos de João é Aquele que desde o princípio é Deus (João 1:1), o Verdadeiro Deus ( I João 5:20 ), Senhor nosso e Deus nosso ( João 20:28 ) e, o Grande “Eu Sou” das Escrituras Sagradas, ( João 8:58 ) e, que, Ele é Aquele que se não crermos Nele como Tal, ou seja, o Grande “Eu Sou,” morreremos em nossos pecados. Veja com muita atenção, João 8:24. Este é o Jesus das epístolas de João e de toda a Escritura, e, ou aceitamos Ele como Tal, ou estaremos perdidos em nossos pecados, segundo as Suas próprias Palavras, as Palavras de Jesus.

Parte de quinta feira. O ministério de Jesus nas epístolas de João.

Perg. 05 – 1 – Se andarmos na Luz; Esta luz é Jesus Cristo e, o andarmos Nesta luz, é equivalente a vivermos em Cristo a Luz do mundo e o viver em Cristo é permitir que Ele viva em nós, não por nós, mas em nós e, quando Ele vive em nós, o Seu sangue nos purifica de todo o pecado.
Purgatório bíblico: Quando nos perguntarem se existe um purgatório, devemos responder que sim, existe, não um purgatório mas sim o purgatório, ou seja, o sangue de Jesus Cristo que nos “purga” de todo o pecado; este purgatório bíblico não é constituído de fogo, mas sim do sangue de Cristo. Note o seguinte: O sangue de Cristo não nos purifica de “QUASE’ todo pecado, mas sim de “TODO” pecado. Amém!
Um pensamento de vital importância: Na Cruz, Jesus fez, no Santuário Celestial, Cristo está fazendo.
2 – Em Sua Cruz, Cristo lançou as bases para que o pecado seja erradicado do Universo; no Santuário Celestial, Ele está destruindo e processando a eliminação do pecado, obra esta que culminará com a obra final de purificação de todo o vestígio do pecado após o juízo milenar quando os Céus e a terra serão purificados pelo fogo que desce do Céu.
3 – Preste bem atenção a esta pergunta: Deus deu a Sua vida, morrendo pelo homem, ou Ele quase deu a Sua vida? Houve morte real ou houve desencarnação do Verbo?
4 – Não peca, ou seja, não vive pecando, ou ainda, não premedita, não planeja, não tem prazer no pecado, não tem intenção de ficar prostrado no pecado, vive em luta contra o pecado. Etc.

Pág. 09, em perguntas para considerações, item 01. Desafios teológicos de hoje: Que o Deus Unigênito veio para morrer pelo homem e apenas desencarnou não morrendo de fato, é um destes desafios e, talvez o ensinamento mais pernicioso do que os que estavam penetrando na igreja na época de João.
Pág. 11, primeiro parág. Áreas cinzentas ? Só existe uma área cinzenta em se tratando dos caminhos de Deus, e esta é a que se refere a Sua misericórdia que Ele associou a Sua justiça em Seu plano de salvação e, esta cor cinza se tornou vermelha quando Ele derramou o Seu sangue para nos tornar brancos como a neve.
Pág. 12 – Sobre a base da certeza de nossa fé, sem sermos testemunhas oculares dos fatos, história e vida do Salvador do mundo. Ver introdução deste comentário.


Que o nosso Jesus Cristo seja o Mesmo Jesus das epístolas de João e de toda a Escritura Sagrada. Amém!

Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal
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